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Anúncios no LinkedIn: impactando a maior comunidade global de profissionais

Anúncios no LinkedIn: impactando a maior comunidade global de profissionais

Mais de 500 milhões de profissionais do mundo, e 45 milhões no Brasil, se reúnem no LinkedIn para se conectar e se informar, avançar na carreira e trabalhar de maneira mais inteligente.

Isso faz do LinkedIn a plataforma mais eficiente para engajar os decisores, influenciadores e as pessoas mais relevantes para sua empresa.

Como fazer anúncios no Linkedin?

Defina seu objetivo

Segmente o público certo

Envolva com conteúdo

Otimize seu impacto

1. Selecione o conteúdo. Comece patrocinando uma atualização orgânica, publicada recentemente na sua Company Page.

2. Segmente seu público por localidade, empresa, setor, cargo, competências, diploma, etc.

3. Defina o lance e o orçamento da campanha com custo por clique (CPC) ou custo por mil impressões (CPM).

4. Lance a campanha e comece a promover o conteúdo diretamente no feed do LinkedIn.

5. Avalie os resultados e acompanhe as principais métricas, incluindo cliques, impressões e engajamento com seu conteúdo.

6. Otimize seu impacto testando variações de conteúdo e públicos com as ferramentas dimensionáveis de gerenciamento de campanhas.

Quais os objetivos de Campanha?

A pouco tempo o Linkedin atualizou seu sistema e agora, como em outras redes sociais, você também pode definir um objetivo de marketing para os seus anúncios.

Você pode escolher entre:

  • Conhecimento da Marca
  • Consideração (Visitas ao site, Engajamento, Visualizações de vídeo)
  • Conversões (Conversões do site e Geração de leads)

Quais os formatos de anúncios?

O que é muito interessante na escolha dos formatos de anúncios no LinkedIn, é que a ferramenta vai te dar sugestões de formato de anúncio de acordo com a sua escolha do objetivo.

Objetivos x Formatos

Resultados previstos para a sua audiência

Como em outras redes sociais, durante o processo de configuração de campanha, você poderá checar no painel de previsão de resultados. Comece com um público amplo e o restrinja depois de ver como ele funciona melhor.

Otimizando sua estratégia

Garanta que suas personas sejam claras e bem definidas. Faça anúncios para elas em campanhas separadas e agrupe as opções que façam sentido, incluindo setores, localidades e funções relacionadas. Isso facilitará a entrega das mensagens certas e personalizadas para um subconjunto específico de usuários do Linkedin.

Acrescente apenas um ou dois filtros adicionais de segmentação além da localidade. Faça testes, você só saberá testando.

75% das interações com sponserd content acontecem em dispositivos mobile, portanto, use pouco texto em suas imagens. Certifique-se que seu conteúdo seja exibido em telas pequenas.

Seja breve e interessante. Atualizações curtas, com até 150 caracteres ou menos, tendem a ter melhor desempenho.

Para o Sponsored InMail, evite parágrafos confusos. Mantenha textos com mais de 1.000 caracteres. Priorize seu público. Vincule a experiência do público ao contexto da mensagem.

Tenha um CTA claro para conversões certas.

Como qualquer campanha de marketing digital requer testes contínuos. Teste sempre.

Resenha do Livro “O Livro Secreto das Redes Sociais”, de Juliano Kimura

Resenha do Livro “O Livro Secreto das Redes Sociais”, de Juliano Kimura

Maravilhoso!

Esse é um dos adjetivos perfeitos para descrever “O Livro Secreto das Redes Sociais“, de Juliano Kimura.

Apesar do título, meu desejo é que ele não seja nada secreto, e que todos que se interessam por redes sociais de alguma maneira, dos curiosos aos profissionais, conheçam e espalhem seus ensinamentos.

Quero dizer, pra mim foi a apresentação de um novo conceito em livros: pela primeira vez gostei de ler (de verdade) um livro “técnico”, e acredito que isso vá acontecer com você também; e eu direi que te avisei!

 

O Livro Secreto das Redes Sociais, vai direto ao ponto e além

Acredito que isso acontece por alguns motivos, mas o que mais me chamou a atenção foi a objetividade. Esse é outro adjetivo totalmente aplicável para essa obra: os conceitos são apresentados de forma a não se estender.
No meu ponto de vista, o autor quis condensar os tópicos mais importantes e não se alongou. Dessa forma, o leitor fica curioso em procurar pelas informações que mais lhe interessam, depois de ser apresentado a elas com clareza e precisão.

Não há como resumir, tudo que aprendi no livro, já que ele é tão objetivo que é, em si, seu próprio resumo.

Na verdade ele se apresenta como um grande glossário de conceitos, onde podemos conhecer apenas um pouco do todo, como em um app de namoro: você seleciona o que lhe interessa e depois busca saber mais, rs.

Eu me apaixonei pelo ritmo do livro, pelas ideias que ele me trouxe e acredito que é uma dessas obras que você tem que voltar, de tempos em tempos, para ler e assim renovar suas ideias.

Não sei você, mas eu aprendo uma coisa e as vezes não consigo dar continuidade.
Ela se perde na minha rotina ou em outras prioridades. Por isso, tenho certeza que para aproveitar bem esse livro, esse é o segredo: ler mais de uma vez, sempre que precisar.

Do simples ao complexo, o autor escreve de um modo diferente, quase lúdico. Traz reflexões e insights para todo tipo de pessoa.

Kimura certifica ao leitor, aprendizado garantido. Seja ele um amador, profissional da área ou simplesmente alguém querendo ler mais sobre redes sociais, interações humanas na vida real e na digital também.

Recomendo, se você ainda não leu, leia.

Métricas do Facebook – O que são? Do que se alimentam? Qual é a mais importante? Sexta, no Ladies On!

Métricas do Facebook – O que são? Do que se alimentam? Qual é a mais importante? Sexta, no Ladies On!

Tem um mistério em torno das métricas do Facebook. São tantas, que muitos social medias tem dúvidas sobre quais analisar, ainda mais no início da carreira.

 

Mas muita calma nessa hora, porque estamos aqui para ajudar! Vamos pegar a sua mão e ir passo a passo durante todo o caminho.

 

O que são as métricas do Facebook?

 

As métricas são aqueles numerozinhos que aparecem nos posts orgânicos ou pagos que mostram o quanto os usuários engajaram na publicação.

 

São elas que acabam nos guiando em todas as etapas da gestão de redes sociais, porque é por meio delas que o público mostra se estamos ou não acertando em cheio na estratégia utilizada, ou seja, sua análise é extremamente importante para alcançarmos os objetivos dos clientes.

 

Do que as métricas do Facebook se alimentam?

 

As métricas se alimentam de nada mais, nada menos que as ações dos usuários dentro da rede social do cliente. Cada clique, cada segundo visualizando um vídeo, cada lead cadastrado…. tudo, absolutamente é alimento para as métricas. É por meio delas que podemos conhecer profundamente o público e suas ações.

 

Sabe aquele gráfico que o Instagram e o Facebook oferecem falando o dia e o horário de maior engajamento? Ele é um tipo de métrica e de suma importância, diga-se de passagem!

 

Fazendo uma análise aprofundada, não só do dia e hora, mas também das imagens e vídeos que receberam mais likes, comentários, compartilhamentos, do tipo de linguagem que está sendo usada, o público que está sendo atraído é possível ver se estamos alcançando o público certo.

 

Qual é a mais importante?

 

Não existe uma única métrica que podemos consagrar como sendo a mais importante. Pois é juntando uma série de dados que conseguimos extrair as informações que precisamos para analisar se as estratégias elaboradas estão sendo realmente efetivas em relação ao objetivo de cada cliente.

 

Para as publicações orgânicas, é de extrema importância analisar os likes, comentários e compartilhamentos. Mas muito mais que isso, é preciso analisar quantas pessoas foram alcançadas com o post, se for em formato de vídeo, analisar quantos segundos de visualização teve. Percebe o quanto o conjunto em si é essencial para uma boa análise? Não é apenas o like ou apenas os comentários… É o conjunto da obra!

 

É imprescindível que, algumas métricas estejam sempre sendo revisadas, entre elas estão:

 

– alcance: mostra quantas pessoas foram alcançadas com tal publicação. É possível aqui ver a audiência em potencial. O alcance pode ser tanto por publicações e por visitas às páginas organicamente, quanto o alcance das publicações patrocinadas às divulgações pagas da page;

 

– pessoas falando sobre isso: essa opção mensura a quantidade de pessoas que interagiram de alguma forma com a marca até os últimos 28 dias. É como se trouxesse uma análise do efeito viral. É nessa parte que é possível analisar os dias, horários e que tipo de conteúdo causou um burburinho para o público alvo;

 

– taxa de cliques: o famoso CTR, contabiliza quantas pessoas clicaram nos links, assistiram aos vídeos ou clicaram nas imagens publicadas. Ela é efetiva também em campanhas patrocinadas mostrando a quantidade de cliques dos anúncios e até mesmo no e-mail marketing.

 

Se é importante saber quantas pessoas foram alcançadas pelo nosso trabalho? Com toda certeza, mas é ainda mais fundamental ver quantas estão convertendo para a ação escolhida;

 

– alcance pago: é impossível falar de métricas e não mencionar os ads do Facebook, também conhecidos como anúncios patrocinados. Esse tipo de ação permite melhorar o desempenho de cada cliente nas redes sociais (leia aqui aplicativos da família do Facebook). Com o alcance pago é possível aumentar o número de “likes”, reconhecimento de marca, geração de leads, conversão, venda de catálogos, aplicativos entre outras opções. Pode ser veiculado para as pessoas que já curtem a determinada página, as amigas delas ou para ainda para quem ainda não conhece a marca. Tudo dependerá da segmentação escolhida.

 

Nos patrocinados é essencial estar de olho no: alcance, frequência, número de impressões, custo por clique, custo por ações e taxa de cliques. Eles mostram o desempenho de cada anúncio pago. Mas dependo do objetivo do anúncio, vale a pena acrescentar outras métricas como, por exemplo, número de leads cadastrados, visualização de vídeo entre outras;

 

– engajamento: o engajamento consiste em toda e qualquer ação que um usuário faz em determinada page, ou seja, interação! Ela é uma das mais importante e aquela que determinará o volume de alcance de tudo o que for publicado. Já ouviu aquela história que quanto mais pessoas interagem, mais importante o post se torna para o algoritmo do Facebook? Cada ação do usuário tem um peso para o algoritmo, então é imprescindível ficar atento aos cliques, comentários, “likes” e compartilhamentos.

 

Tenha em mente sempre que, por mais que o usuário tenha clicado em sua publicação, é o “like” que tem um peso maior, pois para o algoritmo, o “curtir” mostra que o usuário realmente gostou da publicação. Já o comentário tem um peso um pouco maior que o “like”, pois mostra que o post foi bom o suficiente para ele executar uma ação. O que falar do compartilhamento então? Peso máster rsrsrs, pois se o post foi compartilhado significa que é de extrema relevância a ponto de fazer o usuário passar para a frente a informação;

 

– taxa de rejeição: o ideal é estar sempre atento também a taxa de rejeição. É por ela que sabemos quantas pessoas ocultaram as publicações (todas ou individualmente), denunciaram como spam ou ainda deixaram de seguir a página.

 

Analisar essa métrica nos permite enxergar qual foi o momento que isso aconteceu, qual publicação teve um impacto maior para essas ações e o que podemos fazer para  melhorar a estratégia ali utilizada.

 

Acha que está faltando exaltarmos algumas métricas do Facebook? Conta aqui para a gente!

Empatia é a alma do negócio

Empatia é a alma do negócio

São 07:53am, estou sentada na frente do notebook, ouvindo The Cranberries para dar “aquela” inspirada no criativo, sim eu tenho extrema empatia por músicas que não são da minha geração. E na minha mente não param de passar as perguntas: POR QUE NÃO CONVERTE? POR QUE NÃO GERA VENDA? POR QUE NÃO FECHA O FUNIL?

Comecei a analisar meu próprio processo de compra:
Quando e o que comprei pela última vez online?
Fui bem atendida? Tive meu desejo realizado?
Fui bem recebida pela galera do SAC?

Desejo ir muito além de taxas de conversão, cores, adwords e pixels! Existe algo mais profundo do que isso, a dona empatia. A querida que torna nossas relações mais amigáveis e auxilia o fechamento do funil de vendas. Ela faz nosso cliente falar bem de nosso atendimento e recomendar a outros possíveis clientes. Ela faz o cliente marcar nosso nome em redes sociais.

Mas, Juliana como isso é possível? Só empatia vai vender meu produto?
Aí eu te pergunto: Você acha que SÓ botões verdes, azuis, amarelos, CTA’S mirabolantes e um design clean vão fechar a sua venda?
Sendo que seu cliente envia um e-mail para a empresa, ou até liga para o SAC, e acaba sendo mal atendido? Não recebe orientação correta? Não resolve a sua dor?


Vivemos em um mundo cada vez mais automatizado e esquecemos que clientes são pessoas. Não, eles não são chatos pois deles vem o seu sustento! E sim, você é um prestador de serviço.  Por favor, aceite isso, fica mais fácil para trabalhar. Os clientes não estão ali para te servir, estão ali para se deleitarem com o que você faz sejam artes, textos, vídeos, etc.

As principais falhas que eu enxergo em um creator são basicamente não pensar com empatia nestas perguntas ao produzir seu conteúdo:

▪ Estou sendo pessoal?

▪ Essa mensagem é para mim?

▪ Gostaria de receber este produto?

▪ Me interesso pelo que estou lendo?

Em nenhum momento estou extinguindo a importância de um bom CTA, uma campanha bem estruturada, um layout limpo e de fácil navegação do seu site. Neste link da RD tem dicas bem legais. Mas estou chamando você a analisar profundamente em como você apresenta seu produto no mercado e como atende seu cliente online e offiline.

Reitero que conseguir a confiança de alguém é algo extremamente difícil, ainda mais em tempos de tecnologias que os clientes não veem seus produtos ali, na hora. É um conjunto de fatores que fecham a sua venda, entre eles está a Empatia.

Precisamos unir as ferramentas de rankeamento, um site bonito, um call to action legal e, também, a empatia na hora de atender o cliente. Vejo muitas empresas que possuem um layout lindo, perfeito, mas na hora de atender demoram semanas para responder um e-mail (quando quer respondem) ou pior, mandam muitas mensagens automatizadas sem o menor fundamento. 

Empatia está à frente das relações interpessoais, então na hora de montar todo seus planejamento de venda lembre-se que do outro lado da tela existe um humano. E humanos AINDA são humanos.

 

AUTORA: JULIANA NEVES

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to action: do inglês, chamada para ação.

Call to action são comandos que indicam determinada ação que você quer que a sua audiência faça. Afinal, se você não pedir, eles não vão adivinhar o que fazer.

Exemplos: “COMPRAR AGORA”, “FAÇA DOWNLOAD”, “INSCREVA-SE” e muitas outras.

A primeira coisa que eu vou te contar – caso você ainda não saiba – é: Para vender online você precisa de CTAs. Sem isso não tem venda!

Resumindo, a CTA é usada para fazer a sua audiência “cair” – no bom sentido – no seu funil para que você possa criar um relacionamento de confiança até a venda. Mas isso é papo pra outro post. #chamaeudenovo

Essa é a famosa CTA e se você clicou no “big botão”, Bazinga!

Tá bom, Mari. Já entendi. Agora eu quero mesmo é saber como eu posso usar essas palavrinhas mágicas a meu favor.
Depende, você primeiro precisa definir o objetivo do uso da CTA na sua estratégia. Não é simplesmente jogar uma frase “FAÇA ALGO” e esperar que todo mundo clique, seja pra captar um e-mail, para oferecer um material gratuito, para obter respostas em uma pesquisa, para ter mais seguidores, curtidas. Muita calma nessa hora!

A CTA é literalmente o botão que vai levar a sua audiência pra “passear” pelo seu funil, pelo seu conteúdo. Com a estratégia – e as chamadas – certa para sua persona você consegue fazer uma pessoa sair de uma rede social para  seu blog ou do seu e-mail para o blog, do e-mail para a rede social, para um vídeo, para um formulário, e o mais importante, para uma compra!

 

Call to action não é varinha de condão

Mas vamos lá amiguinhxs, a call to action não é santa milagreira. Estamos falando dessa “super ajuda”, mas tem muito mais por trás disso. Planejar, planejar, testar… 

E qual é a hora perfeita pra mandar ver na CTA?

Na hora de CONVERTER, my friend. Essa é a hora!

A chamada pra ação converte a audiência em lead. E depois disso você precisa entregar valor, não esquece! Se não sua CTA maravigold não vai ter servido de nada. 🙁

Agora você vai me dizer que não tem como colocar o “big botão” vermelho nas redes sociais. Verdade, não dá. É uma pena! Mas dá pra ser criativo e, principalmente, conhecer bem a sua persona. Assim você vai gerar um conteúdo impossível de segurar o click do mouse! Use call to action sem compromisso, oferecer testes gratuitos é uma ótima forma de começar. Quem não ama coisas grátis?!

IMPORTANTE: Não precisa sair colocando CTA a cada duas linhas de conteúdo. E outra dica: Não use frases grandes, tenta usar umas 4 palavras, mais ou menos. Quem está passando pela chamada precisa entender a mensagem e sentir vontade de clicar em um piscar de olhos – ou scroll do mouse!

É extremamente importante que a mensagem fique clara. A pessoa precisa ter certeza do que vai acontecer quando ela clicar na sua call to action, babe! Não pode enrolar e mandar pra um monte de lugar até entregar o tal e-book gratuito. Vai ser rejeição na certa e o relacionamento nem vai começar. #dicadeamiga

Objetividade sempre! Entregar exatamente – ou mais #ficaadica – o que está prometendo, é assim que se começa um relacionamento. E é assim que você fará aquelas pessoinhas lindas clicarem em todas as suas CTAs depois disso. Afinal, elas sabem que daquele click vai sair algo que realmente vai agregar. Só não esquece que esse é um caminho que precisa ser percorrido com paciência e conteúdo de valor.

Eu poderia passar horas falando sobre onde e como usar uma chamada para ação. Mas não temos tantos caracteres disponíveis e muito menos tempo para textão, não é mexxmo?! É mexxmo! Então, seguimos….

Redes sociais:

1 – Instagram: Você pode usar o “ver mais” no story (se tiver mais de 10k de seguidores), o famoso [link na bio]. E esse link pode ser um linktree (https://linktr.ee/). Assim você consegue dar várias opções pra sua audiência e dá pra escolher clicar onde mais se interessar. Ah, pode ser enquete também, opção é o que não falta.

2 – Facebook: Além dos anúncios (que dá outro mega post), você pode usar chamadas nos seus posts orgânicos. E isso inclui fazer perguntas, colocar links de pesquisas, links para seus posts no blog, pra sua página de venda, para um artigo que você achou bacana.

Lembrando: tudo depende da estratégia. Nem sempre a estratégia começa em gerar leads, às vezes você vai precisar primeiro só gerar engajamento mesmo.

3 – Youtube: O famoso “curte e compartilha” e “link na descrição”. Mas pra você fazer alguém clicar no link na descrição do seu vídeo precisa entregar muito valor ou gerar muita curiosidade.

4 – Linkedin: Ótimo para levar seus contatos para artigos do seu blog ou site. E depois de entregar um super conteúdo, com certeza você vai ter mais um inscrito na sua newsletter.

E aí temos as tão famosas – e temidas – páginas de venda e de captura. Nessas dá pra colocar botão vermelho! #aloucadobotãovermelho

Só não esquece que não pode sair colocando botão de chamada pra ação em qualquer lugar.

Repito: tudo depende da estratégia. Tenha uma estratégia, sempre!

Em uma página de captura você pode pedir nome, e-mail e entregar um material gratuito super bacana.  E se você for autoridade no seu nicho, já joga logo a audiência pra página de venda que é moeda no cofrinho na certa! hahaha #brincadeirasaparte

Se você não for – AINDA – clica nessa chamada aqui e entra pro SMXP 

Afinal, tu acha que essas Ladies poderosas do digital saíram de onde?

Portanto, você precisa atrair a atenção das pessoas, engajar sua audiência e, finalmente, converter! Pra cada etapa dessa você deve usar chamadas diferentes.

Sabia que o botão vermelho escrito download não tem feito muito efeito?  Virou mais do mesmo e todo mundo tem um desse.

Pop-ups? Conhece mais chato? Tô lendo um texto e de repente pula uma caixinha na minha cara que só sai se eu colocar meu e-mail. Por favor, não façam!

Mas, olha, um cabeçalho permanente vale usar, ele é chamativo sem ser inconveniente. Pra entender melhor e configurar o seu, clica aqui.

Tem o tal do pop-up de saída que é uma questão a se avaliar. Quando a pessoa está prestes a sair da sua página abre uma caixinha oferecendo “algo em troca do e-mail”. Já foi provado que eles funcionam 35% melhor que uma CTA no fim de um blog post, por exemplo. Mas precisa testar, nem toda persona aceita. Cuidado!

E eu continuo na tecla “DEIXE A MENSAGEM DO VALOR QUE VOCÊ VAI ENTREGAR O MAIS CLARA POSSÍVEL”.

PROMETA FORTE. ENTREGUE FORTE. Cia, André

Utilizar uma call to action é a primeira forma de gerar conversões no seu site. Não adianta todo aquele trabalho de marketing de conteúdo sem CTAs efetivas, que capturem leads e – com trabalho duro – vão converter EM VENDAS no final.

Agora é sua vez! Quais são as CTAs que mais convertem pra você?

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