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Dia do Consumidor: é apenas mais uma data comemorativa?

Dia do Consumidor: é apenas mais uma data comemorativa?

Usar o Dia do Consumidor em sua estratégia de marketing pode aumentar as vendas do seu negócio

O Dia Mundial do Consumidor é comemorado dia 15 de março. A data foi instituída no ano de 1962, pelo presidente dos Estados Unidos John Kennedy, como uma forma de dar proteção aos interesses dos consumidores americanos.

O presidente norte-americano ofereceu quatro direitos fundamentais aos consumidores:

  1. Direito à segurança
  2. Direito à informação
  3. Direito à escolha
  4. Direito à ser ouvido

No Brasil, os direitos do consumidor foram protegidos através da Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, que entrou em vigor apenas em 11 de março do ano seguinte (1991). Em 2019, o dia foi comemorado hoje, dia 13 de março (quarta-feira), por ser uma data melhor comercialmente.

E, como tudo no Brasil, algumas mudanças são feitas trazendo para nossa realidade. Esse ano, ao invés de ser comemorado com promoções e/ou brindes apenas em um dia, ela está sendo prolongada por muitas lojas e e-commerces durante toda a semana e até durante o mês.

Esta data tem crescido bastante e por muitos já é chamada de “Black Friday do primeiro semestre”, segundo uma Pesquisa de Intenção de Compra publicada pelo Social Miner.

Incluir essa data comemorativa e outras importantes que estão por vir em seu calendário de planejamento pode ajudar e muito a aumentar as vendas de um negócio.

 

Planejar para agir estrategicamente

O planejamento antecipado garante uma maior eficácia da sua estratégia de divulgação e o cliente esteja preparado para essa ação. Seja com estoque, custos internos para oferecer descontos ou produção de brindes.

Por isso, é fundamental entender o negócio do seu cliente para poder mostrar a importância de cada data comemorativa e como ela pode impactar o negócio dele.

Mas, na vida real, nem tudo são flores. Você acompanhou as tendências de consumo do Google, estruturou a campanha do seu cliente e o imprevisto acontece!

Hoje mesmo, o Facebook, Whatsapp e Instagram tiveram uma instabilidade fora do comum para muitos usuários. O que levou muitos profissionais da área a mudar o foco do anúncio ou forma de entrega da campanha para que a mesma não se perdesse.

Lamentar, ou culpar esse imprevisto não vai mudar o fato ocorrido, vida que segue. Pensar à frente do que pode ser feito nos ajuda a tirar insights e formas de divulgação de acordo com a realidade do cliente.

Agora é hora de pensar nas próximas campanhas como a Páscoa, Dia das Mães , Dia dos Namorados e assim por diante. Porque o tempo não pára, mas podemos de alguma forma ter um pouco de controle pelas datas sazonais, do que pode ser planejado e executado.

 

Quando não há métricas, o resultado é vazio

Quando não há métricas, o resultado é vazio

Provavelmente, muitos profissionais da área de marketing digital já lidaram diretamente com clientes ou lideranças que passaram o seguinte feedback para a pergunta: “qual é o objetivo principal?” Vender.

Pois bem, estamos todos inseridos no sistema capitalista, e é muito óbvio que a resposta seria esta, mas simplesmente o ato de “vender” determinado produto ou serviço não é um objetivo definido.

É extremamente importante, tanto para o cliente quanto para o prestador do serviço, que sejam determinados metas de curto, médio e longo prazo, para que o planejamento estratégico seja desenvolvido de modo a alcançar a expectativa estabelecida no início do relacionamento.

Porém, de nada valerá todo o esforço caso não exista a coleta e análise de métricas somada a indicadores (KPI’s).

Mas qual é o benefício direto a um profissional, equipe ou cliente ao lidar com métricas? A resposta é curta, porém complexa: performance.

O desenvolvimento de determinado trabalho sem a mensuração do resultado, é esforço perdido. Isso em qualquer área de atuação, não apenas quando falamos de marketing digital. É, então, extremamente importante que líderes, profissionais e clientes tenham de modo extremamente objetivo o escopo do trabalho definido. 

Se não é possível mensurar todos os fatores que incidem nos resultados, recorremos às métricas

Quando há determinado volume de dados, o trabalho do analista é extremamente melhor direcionado. As variações de mercado por segmento, influência econômica externa ou interna, e sazonalidades se tornam melhores previsíveis com as métricas.

A possibilidade de potencializar um resultado ou inibir um decréscimo financeiro não é um milagre operacionalizado pela agência ou determinado profissional, e sim um resultado por meio de estudos de informações relevantes, e que de modo quantitativo tornam possível um desenvolvimento qualitativo.

Quais os tipos de métricas necessárias para uma empresa que venda online para o produtor insumos para a produção de café? Não basta pensarmos apenas em números de acessos ao site por período, tempo de permanência, ou taxa de rejeição, é necessário ir além.

É importante sempre ter em mãos as respostas para perguntas como:

  • Há algum novo benefício (ou corte) para agricultores naquela região foco?
  • Houve algum desastre ambiental?
  • A plantação irá atrasar ou acelerar nesta safra?

Com este feedback, será possível intensificar ou desacelerar o investimento (não estamos falando apenas de marketing), e “prevenir” desaceleração financeira, ou mal investimento de capital.

Outro ponto de extrema importância é que não é adequado promessas a nenhum trabalho claro, mas principalmente aos iniciados do zero.

Uma marca que não possui conhecimento sobre seu público torna muito mais complexa a avaliação, e talvez até a entrega de resultados, porque não?! Cabe novamente as duas partes o esclarecimento. Clareza não é, e não pode ser, sinal de fraqueza perante o mercado, e sim mais um fator de ética profissional. O tempo e a coleta de métricas adequadas permitirão metas reais alcançadas.

Para fecharmos, cabe a liderança “descobrir” os caminhos que o cliente deseja alcançar, instruir o time, para que o planejamento estratégico seja o mais completo possível; verificar e acordar com o cliente todas as métricas e KPI’s para alcançar o objetivo real.

Empresas e profissionais que não possuem métricas e KPI’s estão fadados a não atingir as expectativas do cliente

A consequência é que este se encante por resultados alcançados pelo concorrente. O destino do cliente que não consegue atingir o objetivo é, com o tempo, não identificar valor no trabalho, debater preço, e a agência não conseguirá alcançar o sonhado upsell ou renovação de contrato.

Para o cliente, fica a frustração e a insegurança no mercado. Para a agência ficam os custos para a aquisição de novas contas, e o desestímulo dos profissionais.

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to action: do inglês, chamada para ação.

Call to action são comandos que indicam determinada ação que você quer que a sua audiência faça. Afinal, se você não pedir, eles não vão adivinhar o que fazer.

Exemplos: “COMPRAR AGORA”, “FAÇA DOWNLOAD”, “INSCREVA-SE” e muitas outras.

A primeira coisa que eu vou te contar – caso você ainda não saiba – é: Para vender online você precisa de CTAs. Sem isso não tem venda!

Resumindo, a CTA é usada para fazer a sua audiência “cair” – no bom sentido – no seu funil para que você possa criar um relacionamento de confiança até a venda. Mas isso é papo pra outro post. #chamaeudenovo

Essa é a famosa CTA e se você clicou no “big botão”, Bazinga!

Tá bom, Mari. Já entendi. Agora eu quero mesmo é saber como eu posso usar essas palavrinhas mágicas a meu favor.
Depende, você primeiro precisa definir o objetivo do uso da CTA na sua estratégia. Não é simplesmente jogar uma frase “FAÇA ALGO” e esperar que todo mundo clique, seja pra captar um e-mail, para oferecer um material gratuito, para obter respostas em uma pesquisa, para ter mais seguidores, curtidas. Muita calma nessa hora!

A CTA é literalmente o botão que vai levar a sua audiência pra “passear” pelo seu funil, pelo seu conteúdo. Com a estratégia – e as chamadas – certa para sua persona você consegue fazer uma pessoa sair de uma rede social para  seu blog ou do seu e-mail para o blog, do e-mail para a rede social, para um vídeo, para um formulário, e o mais importante, para uma compra!

 

Call to action não é varinha de condão

Mas vamos lá amiguinhxs, a call to action não é santa milagreira. Estamos falando dessa “super ajuda”, mas tem muito mais por trás disso. Planejar, planejar, testar… 

E qual é a hora perfeita pra mandar ver na CTA?

Na hora de CONVERTER, my friend. Essa é a hora!

A chamada pra ação converte a audiência em lead. E depois disso você precisa entregar valor, não esquece! Se não sua CTA maravigold não vai ter servido de nada. 🙁

Agora você vai me dizer que não tem como colocar o “big botão” vermelho nas redes sociais. Verdade, não dá. É uma pena! Mas dá pra ser criativo e, principalmente, conhecer bem a sua persona. Assim você vai gerar um conteúdo impossível de segurar o click do mouse! Use call to action sem compromisso, oferecer testes gratuitos é uma ótima forma de começar. Quem não ama coisas grátis?!

IMPORTANTE: Não precisa sair colocando CTA a cada duas linhas de conteúdo. E outra dica: Não use frases grandes, tenta usar umas 4 palavras, mais ou menos. Quem está passando pela chamada precisa entender a mensagem e sentir vontade de clicar em um piscar de olhos – ou scroll do mouse!

É extremamente importante que a mensagem fique clara. A pessoa precisa ter certeza do que vai acontecer quando ela clicar na sua call to action, babe! Não pode enrolar e mandar pra um monte de lugar até entregar o tal e-book gratuito. Vai ser rejeição na certa e o relacionamento nem vai começar. #dicadeamiga

Objetividade sempre! Entregar exatamente – ou mais #ficaadica – o que está prometendo, é assim que se começa um relacionamento. E é assim que você fará aquelas pessoinhas lindas clicarem em todas as suas CTAs depois disso. Afinal, elas sabem que daquele click vai sair algo que realmente vai agregar. Só não esquece que esse é um caminho que precisa ser percorrido com paciência e conteúdo de valor.

Eu poderia passar horas falando sobre onde e como usar uma chamada para ação. Mas não temos tantos caracteres disponíveis e muito menos tempo para textão, não é mexxmo?! É mexxmo! Então, seguimos….

Redes sociais:

1 – Instagram: Você pode usar o “ver mais” no story (se tiver mais de 10k de seguidores), o famoso [link na bio]. E esse link pode ser um linktree (https://linktr.ee/). Assim você consegue dar várias opções pra sua audiência e dá pra escolher clicar onde mais se interessar. Ah, pode ser enquete também, opção é o que não falta.

2 – Facebook: Além dos anúncios (que dá outro mega post), você pode usar chamadas nos seus posts orgânicos. E isso inclui fazer perguntas, colocar links de pesquisas, links para seus posts no blog, pra sua página de venda, para um artigo que você achou bacana.

Lembrando: tudo depende da estratégia. Nem sempre a estratégia começa em gerar leads, às vezes você vai precisar primeiro só gerar engajamento mesmo.

3 – Youtube: O famoso “curte e compartilha” e “link na descrição”. Mas pra você fazer alguém clicar no link na descrição do seu vídeo precisa entregar muito valor ou gerar muita curiosidade.

4 – Linkedin: Ótimo para levar seus contatos para artigos do seu blog ou site. E depois de entregar um super conteúdo, com certeza você vai ter mais um inscrito na sua newsletter.

E aí temos as tão famosas – e temidas – páginas de venda e de captura. Nessas dá pra colocar botão vermelho! #aloucadobotãovermelho

Só não esquece que não pode sair colocando botão de chamada pra ação em qualquer lugar.

Repito: tudo depende da estratégia. Tenha uma estratégia, sempre!

Em uma página de captura você pode pedir nome, e-mail e entregar um material gratuito super bacana.  E se você for autoridade no seu nicho, já joga logo a audiência pra página de venda que é moeda no cofrinho na certa! hahaha #brincadeirasaparte

Se você não for – AINDA – clica nessa chamada aqui e entra pro SMXP 

Afinal, tu acha que essas Ladies poderosas do digital saíram de onde?

Portanto, você precisa atrair a atenção das pessoas, engajar sua audiência e, finalmente, converter! Pra cada etapa dessa você deve usar chamadas diferentes.

Sabia que o botão vermelho escrito download não tem feito muito efeito?  Virou mais do mesmo e todo mundo tem um desse.

Pop-ups? Conhece mais chato? Tô lendo um texto e de repente pula uma caixinha na minha cara que só sai se eu colocar meu e-mail. Por favor, não façam!

Mas, olha, um cabeçalho permanente vale usar, ele é chamativo sem ser inconveniente. Pra entender melhor e configurar o seu, clica aqui.

Tem o tal do pop-up de saída que é uma questão a se avaliar. Quando a pessoa está prestes a sair da sua página abre uma caixinha oferecendo “algo em troca do e-mail”. Já foi provado que eles funcionam 35% melhor que uma CTA no fim de um blog post, por exemplo. Mas precisa testar, nem toda persona aceita. Cuidado!

E eu continuo na tecla “DEIXE A MENSAGEM DO VALOR QUE VOCÊ VAI ENTREGAR O MAIS CLARA POSSÍVEL”.

PROMETA FORTE. ENTREGUE FORTE. Cia, André

Utilizar uma call to action é a primeira forma de gerar conversões no seu site. Não adianta todo aquele trabalho de marketing de conteúdo sem CTAs efetivas, que capturem leads e – com trabalho duro – vão converter EM VENDAS no final.

Agora é sua vez! Quais são as CTAs que mais convertem pra você?

Vídeo Tutorial Trello – Dicas e uso para um bom planejamento

Vídeo Tutorial Trello – Dicas e uso para um bom planejamento

Planejamento utilizando a Ferramenta Trello.

Vídeo tutorial Trello – Como usar essa ferramenta?
Saiba aqui. Além de dicas de uso no dia a dia, que podem contribuir com sua produtividade, planejamento e organização.
No trabalho em equipe ou freelancer.

Veja o vídeo completo abaixo:

O Trello pode ser usado de modo gratuito, eles também tem planos pagos, você pode ver mais aqui.

Depois desse vídeo tutorial Trello, se você ainda não usa, faça uma experiência! É uma ferramenta que muitos profissionais próximos já tinham falado, mas sempre fui adiando o teste ou uso frequente. Depois que comecei a usar, principalmente para o trabalho em equipes, ajudou na minha produtividade e organização e nos planejamentos.

O tema da semana é COMO PLANEJAR O PLANEJAMENTO, parece óbvio, mas não é tão simples na prática.

Quando você começa um planejamento vão surgindo muitas questões. E não colocar no papel ou em alguma ferramenta o seu planejamento, ideias, insights, pode torná-lo um eterno planejamento e o processo de colocar em prática o que foi planejado pode ser um fracasso.

Utilizar muitas ferramentas para planejar para alguns também pode ser penoso, desafiador e até não dar certo por vários motivos.

Eu prefiro usar 3 ferramentas basicamente quando inicio o processo de planejar o planejamento.

O Trello, a Operand e Google Calendar

Existem diversas ferramentas que fazem os mesmo que eles, e até mais que eles. Ferramentas são bem particulares e dependem de sua forma de trabalhar. Nesse post vou falar um pouco dessas três que são as que uso na minha rotina.

Trello

O Trello como mostrei no vídeo, tem a possibilidade de você usar em uma única ferramenta, organizações suas, particulares e também em equipe. Isso me ajuda bastante na produtividade. Primeiro, porque em um único local, posso ver os projetos separadamente mesmo que tenham alguns quadros em equipe.

Além disso, as notificações são bem úteis porque chegam por e-mail. Isso ajuda também  a encurtar uma conversa no Whatsapp ou Messenger, afinal, o que a gente menos tem nos dias de hoje é tempo.

Os avisos de datas de entrega também chegam por e-mail, além de poder integrar com o calendário do Google. Isso também é um ponto forte para praticidade.

Fora isso, o Trello, tem outras muitas integrações, que não utilizo, mas que pra você que está vendo esse post pode ser útil 🙂

Outra função do Trello, que gosto bastante é poder personalizar cada quadro com cores ou fundo de tela. Visualmente ele fica mais fácil, limpo e facilita a visualização de tarefas e projetos.

Outro ponto positivo, é poder fechar e arquivar cartões e/ou quadros ficando tudo organizado visualmente. Além da felicidade que todo profissional sabe que é a entrega do projeto. Ajudando a nos sentir confiante e realizada na conclusão de prazos e entregas.

Operand

A outra ferramenta que mencionei foi a Operand, ela é paga, um pouco mais completa que o Trello. Pode ser para trabalho individual e também em grupo, veja valores aqui.

Além da parte organizacional e planejamento, a Operand tem funções como: envio de propostas, financeiro, lista de clientes. A Operand tem mais funções operacionais para melhor organização de sua empresa. Se tiverem interesse, podemos depois fazer um vídeo dela também.

O importante é escolher a(s) ferramenta(s) que você se sinta confortável de usar e que te ajude no seu planejamento diário, semanal e de projetos.

Conta pra gente que ferramentas você vem utilizando 🙂

 

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