Escolha uma Página
Cliente ideal: como encontrar o meu?

Cliente ideal: como encontrar o meu?

Muito se fala em Persona e Público-alvo, mas qual usar para encontrar o cliente ideal?

 

Como não amar os anos 80 e seus bordões maravilhosos? Um dos meus preferidos é: Denorex – parece, mas, não é. A minha mãe, que é mineira de carteirinha e adora um dito popular, usava muito esta frase. Eu era pequena [talvez eu nem existisse ainda nos anos 80, ahaha], mas me lembro claramente desta propaganda de shampoo anticaspa. Dizem que tinha um cheiro horrível de remédio, mas era só um shampoo – parece remédio, mas não é. Era o conceito da peça.

Eu sei que você não viveu nos anos 80 [e se viveu, não vai admitir] mas o exemplo do Denorex é perfeito para eu defender a minha tese de hoje de que uma coisa é uma coisa e outra coisa…. ahhhhh… é outra coisa mesmo.

Tá. Eu sei que você não entendeu. Mas já já fará sentido. Eu tô falando de personas e público-alvo. Uma se parece com a outra, mas só parece, porque, definitivamente, não é a mesma coisa.

 

E o que isso tem a ver com o cliente ideal?

Vamos delimitar as diferenças das duas com muito respeito. Assim como fazemos em DR de casal. A publicidade lançou mão por muito tempo do conceito público-alvo para basear suas ações estratégicas e criativas. Foi eficiente. Mas agora, não é mais suficiente.

Público-alvo é uma representação ampla do consumidor que você quer alcançar. Utilizamos critérios sócio demográficos para traçar a faixa de pessoas a quem é destinada determinada campanha ou produto. É mais generalista.

Para definir o público-alvo podemos utilizar critérios como:

▪ nível educacional;

▪ renda;

▪ sexo;

▪ faixa etária;

▪ profissão;

▪ localização geográfica.

Persona é a representação do seu cliente ideal. Seus hábitos de consumo, suas dores, valores, hobbies, levando a uma segmentação mais eficiente e detalhada. Na descrição da persona você cria um nome e geralmente uma imagem para este cliente semifictício alcançando ainda mais precisão no levantamento de aspectos comportamentais como:

▪ preferências pessoais em música, alimentação, estilo de vida, crenças;

▪ sensibilidade a preços em produtos e serviços;

▪ personalidade;

▪ comportamento digital;

▪ necessidades.

Leia mais:  4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor sua persona

Vamos desenhar

Sim é possível utilizar os dois conceitos de target em uma estratégia de campanha, unindo público-alvo e personas.

Por exemplo: o público-alvo de uma campanha de lançamento de tênis para corrida pode ser mulheres, de 25 a 35 anos, graduadas e iniciantes na prática de atividade física e que moram em São Paulo. Já a persona deste lançamento poderia ser a Ana Paula, dentista, moradora da Zona Sul de São Paulo, solteira, que trabalha em tempo integral e prática corrida de segunda a sexta no parque Ibirapuera, às seis e meia da manhã. A Ana Paula gosta de se alimentar em restaurantes naturais, tem animais de estimação e está à procura de um relacionamento sério. Ficou claro?

A persona nos ajuda a criar um direcionamento mais preciso para o planejamento de marketing e comunicação. Amplia as possibilidades na criação de conteúdo e linguagem que gere conexão. Mas antes de criar uma persona você precisa ter definido o seu público-alvo. São coisas diferentes, mas que funcionam muito bem juntas. Tipo queijo e goiabada.

Você sabe como produzir conteúdo para a persona do seu cliente?

Você sabe como produzir conteúdo para a persona do seu cliente?

Depois de estudar seu cliente, estruturar a base de ação, com a persona já identificada e pronto para entrar no planejamento de conteúdo, vem aquele bloqueio criativo e você pensa, “e agora, que vou entregar de conteúdo para a persona do meu cliente”. Sim, quem nunca?

Lembrando sempre, a importância de não ter medo do cliente e sempre perguntar tudo, até os mínimos detalhes, vai facilitar muito seu planejamento.

 “Uma campanha de marketing de conteúdo eficaz requer que os profissionais de marketing criem conteúdo original da empresa ou fontes externas” Philip Kotler em Marketing 4.0

Mas a facilidade da internet está aí para isso e podemos usar diversas plataformas e ferramentas para produzir conteúdo para a persona do seu cliente. Para produzir um bom conteúdo, não podemos pular a etapa de pesquisa e conhecimento de mercado para destacar o que realmente tem importância no mar de informações que é a internet.

Stalkear e saber o que está em evidencias em Blogs, páginas de influenciadores, o que os concorrentes estão fazendo, é basicamente os primeiros passos.

Grupos de Facebook, são recheados de conteúdo. É sempre bom estar em diversos para poder saber o que eles estão consumindo de informações. Outra plataforma sensacional é o Twitter, que tem conteúdos férteis, podendo pegar o “timing” de algumas situações e gerar conteúdo.

Além dessas formas de pesquisa, vou listar aqui, algumas ferramentas que para ajudar nessa pesquisa de conteúdo. Vamos lá:

Para analisar qual conteúdo está se desempenhando melhor em algum tópico e até concorrente. Essa plataforma é paga, porém, tem 7 dias de teste gratuito, o que vale a pena experimentar e conhecer seu potencial.

Para analisar os termos mais populares de busca no passado e no presente. Pode ser feito um comparativo de conteúdo e em qual período ele é mais comentado ou buscado e tudo isso grátis.

Esse é bem interessante e gratuito. Pode-se verificar como está o trafego do site do seu cliente e buscar por determinadas palavras chaves, e vários temas sobre, além de ter vários insights pelo volume de busca e até pelo CPC.

Uma ferramenta de dados e insights, para analisar as tendências de consumo de temas variados e ficar atualizado no comportamento do consumidor.

Importante, fazer um mapa mental para organizar o que captou nas pesquisas e colocar a mão na massa montando conteúdos de qualidade para prender a atenção da sua persona até o final.

Como dica, lembre-se que título é um cartão de visita para sua persona, se não for atraente, seu trabalho pode ser em vão e não esquecer do visual, seu criativo, para enriquecer ainda mais seu conteúdo.

Leia sobre Persona

“A Persona pode estar ao seu lado.”

“4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor sua persona”

Cliente exigente e a personalização nas vendas  

Cliente exigente e a personalização nas vendas  

Se você for perguntar para os seus pais ou avós o que eles levam em conta na hora de comprar algum produto, como por exemplo, uma máquina de lavar, certamente eles dirão que é a qualidade da marca, capacidade de quantos quilos ela suporta, se economiza água, entre outras qualidades.

Agora, se pergunte, o que te levaria a comprar tal máquina de lavar? Deixa eu adivinhar, você deve ter pensado em como ela pode agilizar a sua rotina, em como a conta de energia poderá sair mais barata para você, entre outros itens que sempre levam em consideração.

É nesse ponto que quero chegar. O consumidor ficou muito mais exigente, e isso fez com que as empresas mudassem suas linhas de pensamentos e tirassem o foco dos produtos, passando a mostrar o que podem proporcionar para a satisfação do cliente ou nos benefícios que trarão para seus consumidores.

Mais que conhecer os gostos e preferências de seu cliente, entender qual o objetivo ao comprar, faz também muita diferença na hora de apresentar isso de forma mais atrativa e PERSONALIZADA.

Com isso, sabendo o que o cliente quer comprar, quanto ele pretende investir e outros detalhes, fica mais fácil criar o tipo de cliente ideal, ou o que costumam chamar de: PERSONAS.

Saber o público que você deseja atingir é essencial, mas a persona vai muito além disso, ela personifica quem é o seu potencial comprador em detalhes, o que facilita na hora de produzir os conteúdos direcionados e com a qualidade que acarretará em resultados.

Criamos personas para enviar a mensagem certa para as pessoas certas e, assim, termos maiores chances de sucesso.

É fácil? Nem sempre, mas se o seu negócio ainda não tem uma persona – ou várias personas (sim isso é possível) -, recomendo que comece a identificar seus potenciais clientes e a personalizá-los o quanto antes!

 

Você realmente conhece o cliente do seu cliente?

Você realmente conhece o cliente do seu cliente?

Nas últimas semanas, uma conversa em um grupo de Facebook voltado para Social Media abriu a minha visão a respeito se, de fato, eu realmente conheço o cliente do meu cliente. O questionamento começou quando uma pessoa com dúvida, perguntou como fazia para conseguir alcançar clientes de determinado público, pois a segmentação por renda do Facebook não estava fazendo efeito nas campanhas de Facebook ADS.

Nos comentários, uma surpresa: uma pessoa comentando que consegue vender um produto bem ímpar, do mesmo público que a pessoa que havia feito a pergunta, com facilidade. No mesmo momento, milhares de perguntas pipocaram, todos gostariam de saber a “segmentação milagrosa” que havia sido utilizada para alcançar tal público.

Super humilde, a pessoa se disponibilizou em compartilhar duas segmentações utilizadas em uma campanha:

●    A primeira, referia-se ao nome de um atleta muito famoso, ganhador de diversos prêmios de um esporte amplamente praticado pelo público escolhido;
●    A segunda, abordava um tipo de prova esportiva, que também era acompanhado amplamente por esse público desejado.

Nessa especificação, foi perguntado se a pessoa que estava em dúvida, conhecia os nomes citados na segmentação. Foi respondido que não. Os dados apontados referentes ao número de pessoas que conhecem os tópicos e são potenciais clientes eram condizentes com a segmentação desejada. Papo vai, papo vem, a frase “Segmentação por classe social não deve ser focada exclusivamente em renda, mas sim, em interesses. Os interesses da Classe A são totalmente diferentes dos interesses da classe C e D”. A partir disso, um estalo se fez presente em minha mente.

Durante o aprendizado sobre como proceder com um novo cliente, com briefings, análises, também é apontada a criação de persona, o que muitas vezes é ignorado ou feito levianamente pelo profissional responsável pelo projeto.

Mas o que é exatamente a persona? A persona, segundo a Resultados Digitais, é uma “representação fictícia” do cliente ideal da organização, sendo baseada em informações reais dos clientes da organização, como comportamento, desafios, objetivos, etc. É fundamental para que a organização consiga criar e desenvolver um relacionamento com o seu público-alvo, pois a partir do surgimento da persona, o processo é facilitado, pois você passa a compreender melhor todos os desejos, anseios e gostos do seu cliente.

O que realmente me chamou a atenção nessa situação foi como os gostos da persona podem ser utilizados para segmentação no Facebook ADS, o que é muito positivo, visto que parcerias amplamente utilizadas para anúncios como a do Serasa Experian, estão sendo descontinuadas. E quanto mais detalhada essa persona for, mais dados a favor da empresa, que consegue com mais facilidade compreender o seu público.

Diversos profissionais de marketing digital afirmam em seus anúncios que conhecem os clientes dos seus clientes e que isso é um dos principais motivos para serem contratados pelas organizações. Mas será que realmente conhecem?  E se conhecem, até onde isso vai?

Nós como profissionais da área, precisamos compreender profundamente o público-alvo de cada organização que trabalhamos, para que o trabalho executado seja bem-sucedido, e que a comunicação aconteça de forma clara e precisa. Que a persona é uma ferramenta que pode contribuir largamente para o trabalho de estabelecer relacionamentos. Diversos conteúdos gratuitos estão disponibilizados a respeito, por que não começarmos a aplicar efetivamente no dia a dia? Essa é a reflexão que trago para hoje.

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com