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Quando não há métricas, o resultado é vazio

Quando não há métricas, o resultado é vazio

Provavelmente, muitos profissionais da área de marketing digital já lidaram diretamente com clientes ou lideranças que passaram o seguinte feedback para a pergunta: “qual é o objetivo principal?” Vender.

Pois bem, estamos todos inseridos no sistema capitalista, e é muito óbvio que a resposta seria esta, mas simplesmente o ato de “vender” determinado produto ou serviço não é um objetivo definido.

É extremamente importante, tanto para o cliente quanto para o prestador do serviço, que sejam determinados metas de curto, médio e longo prazo, para que o planejamento estratégico seja desenvolvido de modo a alcançar a expectativa estabelecida no início do relacionamento.

Porém, de nada valerá todo o esforço caso não exista a coleta e análise de métricas somada a indicadores (KPI’s).

Mas qual é o benefício direto a um profissional, equipe ou cliente ao lidar com métricas? A resposta é curta, porém complexa: performance.

O desenvolvimento de determinado trabalho sem a mensuração do resultado, é esforço perdido. Isso em qualquer área de atuação, não apenas quando falamos de marketing digital. É, então, extremamente importante que líderes, profissionais e clientes tenham de modo extremamente objetivo o escopo do trabalho definido. 

Se não é possível mensurar todos os fatores que incidem nos resultados, recorremos às métricas

Quando há determinado volume de dados, o trabalho do analista é extremamente melhor direcionado. As variações de mercado por segmento, influência econômica externa ou interna, e sazonalidades se tornam melhores previsíveis com as métricas.

A possibilidade de potencializar um resultado ou inibir um decréscimo financeiro não é um milagre operacionalizado pela agência ou determinado profissional, e sim um resultado por meio de estudos de informações relevantes, e que de modo quantitativo tornam possível um desenvolvimento qualitativo.

Quais os tipos de métricas necessárias para uma empresa que venda online para o produtor insumos para a produção de café? Não basta pensarmos apenas em números de acessos ao site por período, tempo de permanência, ou taxa de rejeição, é necessário ir além.

É importante sempre ter em mãos as respostas para perguntas como:

  • Há algum novo benefício (ou corte) para agricultores naquela região foco?
  • Houve algum desastre ambiental?
  • A plantação irá atrasar ou acelerar nesta safra?

Com este feedback, será possível intensificar ou desacelerar o investimento (não estamos falando apenas de marketing), e “prevenir” desaceleração financeira, ou mal investimento de capital.

Outro ponto de extrema importância é que não é adequado promessas a nenhum trabalho claro, mas principalmente aos iniciados do zero.

Uma marca que não possui conhecimento sobre seu público torna muito mais complexa a avaliação, e talvez até a entrega de resultados, porque não?! Cabe novamente as duas partes o esclarecimento. Clareza não é, e não pode ser, sinal de fraqueza perante o mercado, e sim mais um fator de ética profissional. O tempo e a coleta de métricas adequadas permitirão metas reais alcançadas.

Para fecharmos, cabe a liderança “descobrir” os caminhos que o cliente deseja alcançar, instruir o time, para que o planejamento estratégico seja o mais completo possível; verificar e acordar com o cliente todas as métricas e KPI’s para alcançar o objetivo real.

Empresas e profissionais que não possuem métricas e KPI’s estão fadados a não atingir as expectativas do cliente

A consequência é que este se encante por resultados alcançados pelo concorrente. O destino do cliente que não consegue atingir o objetivo é, com o tempo, não identificar valor no trabalho, debater preço, e a agência não conseguirá alcançar o sonhado upsell ou renovação de contrato.

Para o cliente, fica a frustração e a insegurança no mercado. Para a agência ficam os custos para a aquisição de novas contas, e o desestímulo dos profissionais.

Já pensou em anunciar no YouTube?

Já pensou em anunciar no YouTube?

Todo ano desde 2013, o YouTube divulga a Pesquisa Video Viewers  que analisa o comportamento dos brasileiros ao assistir vídeos, nas telinhas e na TV.

O crescimento já era esperado, há quanto tempo a gente ouve falar que os vídeos ‘estão dominando a internet?’ O YouTube só fica atrás da Rede Globo, já é maior que todos os outros canais da TV aberta somados em número de vídeos assistidos. O Brasil é o segundo país com mais horas de vídeo assistidas no YouTube. E o nível de atenção é muito alto.

No YouTube 95% dos anúncios são visualizados até o fim, enquanto a média em outras plataformas e apps é de 66%.

Os brasileiros utilizam o YouTube para se distrair e adquirir conhecimento. É interessante olhar o quadro abaixo tendo em mente o seu negócio/cliente para pensar conteúdos e anúncios. Como a sua marca pode resolver problemas do dia a dia do consumidor? Como pode ajudá-lo profissionalmente? As boas e velhas perguntas do conteúdo. É nas estratégias de vídeo que o casamento entre mídia e conteúdo é mais importante do que nunca.

Já entendi. O YouTube é importante. Mas será que é para a minha marca?

Análises de verdade precisam considerar budget, expectativa do cliente e jornada de compra para responder essa pergunta. Mas o ponto desse artigo é abrir a cabeça (e o planejamento) para uma estratégia completa de ads no YouTube e suas possibilidades. O objetivo é olhar para o YouTube muito além de um canal de mídia, mas uma forma de aprender e extrair dados sobre a audiência e seu comportamento.

A visão que se tinha antes era a de que vídeos eram excelentes para branding e nem tão bons para conversão, mas o Google Ads tem trabalhado em caminhos novos para encaminhar usuários para uma conversão mais direta, como TrueView for action. Veja abaixo algumas possibilidades de formatos e segmentações.

– Anúncios TrueView In-stream

É nesse formato que o anunciante só paga quando o usuário assiste ao vídeo (ou a 30 segundos dele). O vídeo é exibido antes, durante ou depois de um vídeo que o usuário estiver assistindo e poderá ser pulado após cinco segundos.

Também pode aparecer em sites parceiros e aplicativos na Rede Display. Dá para usar focando em tráfego para o site, leads e alcance da marca.

– TrueView Discovery

Antes conhecido como “in-display”,  esse formato é para incluir vídeos ao lado de relacionados, como parte do resultado de pesquisa ou na página inicial do YouTube no mobile. O anúncio é uma minuatura do vídeo com um texto.

O anunciante só é cobrado quando o usuário opta por assistir ao vídeo clicando na miniatura.

– Bumper Ads

A duração do vídeo é de até 6 segundos, é obrigatório para o usuário assistir, antes, durante ou depois de outros vídeos. É tão rápido que quase não daria tempo de pular. Mas é preciso considerar que o nível de atenção na mensagem pode não ser alto, o vídeo precisa comunicar bem e rápido.

Como é obrigatório, a cobrança é por impressões. Use quando o objetivo for alcance, disseminar a mensagem.

– Anúncios out-stream

São vídeos exclusivos para dispositivos móveis em sites parceiros e aplicativos (e não de outros vídeos no YT), banner ou nativos. São reproduzidos com som no mudo, ativado pelo usuário se tocar no anúncio. O anunciante paga quando o vídeo é visto inteiro ou por mais de 2 segundos, com base no custo por mil impressões visíveis. Use para alcance e reconhecimento da marca.

Para estudar com mais detalhes, comece aqui.

Possibilidades de segmentação 

Hoje anunciar no YouTube permite sair daquela segmentação demográfica clássica de idade, região e gênero. É muito mais eficaz combinar essa configuração com comportamentos e interesses. Por exemplo, ao invés de anunciar uma atração turística para pessoas entre 20 e 45 anos, aparecer para pessoas que estão buscando por aquele destino e consomem canais de viagem.

Públicos-alvo de afinidade: ampla variedade de categorias, como fãs de esporte e viagens, consumidores que procuram carros ou pessoas específicas que visitaram seu site.

Públicos-alvo de afinidade personalizados: uma combinação de interesses diferentes, como interesses inseridos como palavras-chave e apps utilizados, por exemplo.

Palavras-chave.

Tópicos: vídeos, canais e sites relacionados ao tópico pretendido. Por exemplo, “viagens” para exibir o vídeo de um destino/hotel para pessoas que assistirem vídeos sobre viagens.

Canais: uma seleção de canais específicos em que o anunciante pretende aparecer.

Afinidade: Interesses captados pelos hábitos de navegação dos usuários.

Audiência customizada: selecionando páginas ou termos de interesse, o Google cria uma segmentação customizada para aquele comportamento,

Base de clientes: dados do CRM.

Remarketing: para reconectar-se com pessoas que interagiram com o site ou outros vídeis da marca.

Importante lembrar também que dá para excluir manualmente canais em que o anunciante não deseja aparecer.

Por último, marcas de todos os portes estão no YouTube e não é necessário um grande orçamento para começar. Anuncie localmente aquele cliente que é uma confeitaria cheia de doces temáticos, por exemplo.

E se a empresa é de porte maior, já passou da hora de considerar YouTube. Veja aqui e aqui cases para inspirar.

Ficou alguma dúvida? Escreve para mim! Vai ser um prazer ajudar você. 

Empatia é a alma do negócio

Empatia é a alma do negócio

São 07:53am, estou sentada na frente do notebook, ouvindo The Cranberries para dar “aquela” inspirada no criativo, sim eu tenho extrema empatia por músicas que não são da minha geração. E na minha mente não param de passar as perguntas: POR QUE NÃO CONVERTE? POR QUE NÃO GERA VENDA? POR QUE NÃO FECHA O FUNIL?

Comecei a analisar meu próprio processo de compra:
Quando e o que comprei pela última vez online?
Fui bem atendida? Tive meu desejo realizado?
Fui bem recebida pela galera do SAC?

Desejo ir muito além de taxas de conversão, cores, adwords e pixels! Existe algo mais profundo do que isso, a dona empatia. A querida que torna nossas relações mais amigáveis e auxilia o fechamento do funil de vendas. Ela faz nosso cliente falar bem de nosso atendimento e recomendar a outros possíveis clientes. Ela faz o cliente marcar nosso nome em redes sociais.

Mas, Juliana como isso é possível? Só empatia vai vender meu produto?
Aí eu te pergunto: Você acha que SÓ botões verdes, azuis, amarelos, CTA’S mirabolantes e um design clean vão fechar a sua venda?
Sendo que seu cliente envia um e-mail para a empresa, ou até liga para o SAC, e acaba sendo mal atendido? Não recebe orientação correta? Não resolve a sua dor?


Vivemos em um mundo cada vez mais automatizado e esquecemos que clientes são pessoas. Não, eles não são chatos pois deles vem o seu sustento! E sim, você é um prestador de serviço.  Por favor, aceite isso, fica mais fácil para trabalhar. Os clientes não estão ali para te servir, estão ali para se deleitarem com o que você faz sejam artes, textos, vídeos, etc.

As principais falhas que eu enxergo em um creator são basicamente não pensar com empatia nestas perguntas ao produzir seu conteúdo:

▪ Estou sendo pessoal?

▪ Essa mensagem é para mim?

▪ Gostaria de receber este produto?

▪ Me interesso pelo que estou lendo?

Em nenhum momento estou extinguindo a importância de um bom CTA, uma campanha bem estruturada, um layout limpo e de fácil navegação do seu site. Neste link da RD tem dicas bem legais. Mas estou chamando você a analisar profundamente em como você apresenta seu produto no mercado e como atende seu cliente online e offiline.

Reitero que conseguir a confiança de alguém é algo extremamente difícil, ainda mais em tempos de tecnologias que os clientes não veem seus produtos ali, na hora. É um conjunto de fatores que fecham a sua venda, entre eles está a Empatia.

Precisamos unir as ferramentas de rankeamento, um site bonito, um call to action legal e, também, a empatia na hora de atender o cliente. Vejo muitas empresas que possuem um layout lindo, perfeito, mas na hora de atender demoram semanas para responder um e-mail (quando quer respondem) ou pior, mandam muitas mensagens automatizadas sem o menor fundamento. 

Empatia está à frente das relações interpessoais, então na hora de montar todo seus planejamento de venda lembre-se que do outro lado da tela existe um humano. E humanos AINDA são humanos.

 

AUTORA: JULIANA NEVES

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to action: do inglês, chamada para ação.

Call to action são comandos que indicam determinada ação que você quer que a sua audiência faça. Afinal, se você não pedir, eles não vão adivinhar o que fazer.

Exemplos: “COMPRAR AGORA”, “FAÇA DOWNLOAD”, “INSCREVA-SE” e muitas outras.

A primeira coisa que eu vou te contar – caso você ainda não saiba – é: Para vender online você precisa de CTAs. Sem isso não tem venda!

Resumindo, a CTA é usada para fazer a sua audiência “cair” – no bom sentido – no seu funil para que você possa criar um relacionamento de confiança até a venda. Mas isso é papo pra outro post. #chamaeudenovo

Essa é a famosa CTA e se você clicou no “big botão”, Bazinga!

Tá bom, Mari. Já entendi. Agora eu quero mesmo é saber como eu posso usar essas palavrinhas mágicas a meu favor.
Depende, você primeiro precisa definir o objetivo do uso da CTA na sua estratégia. Não é simplesmente jogar uma frase “FAÇA ALGO” e esperar que todo mundo clique, seja pra captar um e-mail, para oferecer um material gratuito, para obter respostas em uma pesquisa, para ter mais seguidores, curtidas. Muita calma nessa hora!

A CTA é literalmente o botão que vai levar a sua audiência pra “passear” pelo seu funil, pelo seu conteúdo. Com a estratégia – e as chamadas – certa para sua persona você consegue fazer uma pessoa sair de uma rede social para  seu blog ou do seu e-mail para o blog, do e-mail para a rede social, para um vídeo, para um formulário, e o mais importante, para uma compra!

 

Call to action não é varinha de condão

Mas vamos lá amiguinhxs, a call to action não é santa milagreira. Estamos falando dessa “super ajuda”, mas tem muito mais por trás disso. Planejar, planejar, testar… 

E qual é a hora perfeita pra mandar ver na CTA?

Na hora de CONVERTER, my friend. Essa é a hora!

A chamada pra ação converte a audiência em lead. E depois disso você precisa entregar valor, não esquece! Se não sua CTA maravigold não vai ter servido de nada. 🙁

Agora você vai me dizer que não tem como colocar o “big botão” vermelho nas redes sociais. Verdade, não dá. É uma pena! Mas dá pra ser criativo e, principalmente, conhecer bem a sua persona. Assim você vai gerar um conteúdo impossível de segurar o click do mouse! Use call to action sem compromisso, oferecer testes gratuitos é uma ótima forma de começar. Quem não ama coisas grátis?!

IMPORTANTE: Não precisa sair colocando CTA a cada duas linhas de conteúdo. E outra dica: Não use frases grandes, tenta usar umas 4 palavras, mais ou menos. Quem está passando pela chamada precisa entender a mensagem e sentir vontade de clicar em um piscar de olhos – ou scroll do mouse!

É extremamente importante que a mensagem fique clara. A pessoa precisa ter certeza do que vai acontecer quando ela clicar na sua call to action, babe! Não pode enrolar e mandar pra um monte de lugar até entregar o tal e-book gratuito. Vai ser rejeição na certa e o relacionamento nem vai começar. #dicadeamiga

Objetividade sempre! Entregar exatamente – ou mais #ficaadica – o que está prometendo, é assim que se começa um relacionamento. E é assim que você fará aquelas pessoinhas lindas clicarem em todas as suas CTAs depois disso. Afinal, elas sabem que daquele click vai sair algo que realmente vai agregar. Só não esquece que esse é um caminho que precisa ser percorrido com paciência e conteúdo de valor.

Eu poderia passar horas falando sobre onde e como usar uma chamada para ação. Mas não temos tantos caracteres disponíveis e muito menos tempo para textão, não é mexxmo?! É mexxmo! Então, seguimos….

Redes sociais:

1 – Instagram: Você pode usar o “ver mais” no story (se tiver mais de 10k de seguidores), o famoso [link na bio]. E esse link pode ser um linktree (https://linktr.ee/). Assim você consegue dar várias opções pra sua audiência e dá pra escolher clicar onde mais se interessar. Ah, pode ser enquete também, opção é o que não falta.

2 – Facebook: Além dos anúncios (que dá outro mega post), você pode usar chamadas nos seus posts orgânicos. E isso inclui fazer perguntas, colocar links de pesquisas, links para seus posts no blog, pra sua página de venda, para um artigo que você achou bacana.

Lembrando: tudo depende da estratégia. Nem sempre a estratégia começa em gerar leads, às vezes você vai precisar primeiro só gerar engajamento mesmo.

3 – Youtube: O famoso “curte e compartilha” e “link na descrição”. Mas pra você fazer alguém clicar no link na descrição do seu vídeo precisa entregar muito valor ou gerar muita curiosidade.

4 – Linkedin: Ótimo para levar seus contatos para artigos do seu blog ou site. E depois de entregar um super conteúdo, com certeza você vai ter mais um inscrito na sua newsletter.

E aí temos as tão famosas – e temidas – páginas de venda e de captura. Nessas dá pra colocar botão vermelho! #aloucadobotãovermelho

Só não esquece que não pode sair colocando botão de chamada pra ação em qualquer lugar.

Repito: tudo depende da estratégia. Tenha uma estratégia, sempre!

Em uma página de captura você pode pedir nome, e-mail e entregar um material gratuito super bacana.  E se você for autoridade no seu nicho, já joga logo a audiência pra página de venda que é moeda no cofrinho na certa! hahaha #brincadeirasaparte

Se você não for – AINDA – clica nessa chamada aqui e entra pro SMXP 

Afinal, tu acha que essas Ladies poderosas do digital saíram de onde?

Portanto, você precisa atrair a atenção das pessoas, engajar sua audiência e, finalmente, converter! Pra cada etapa dessa você deve usar chamadas diferentes.

Sabia que o botão vermelho escrito download não tem feito muito efeito?  Virou mais do mesmo e todo mundo tem um desse.

Pop-ups? Conhece mais chato? Tô lendo um texto e de repente pula uma caixinha na minha cara que só sai se eu colocar meu e-mail. Por favor, não façam!

Mas, olha, um cabeçalho permanente vale usar, ele é chamativo sem ser inconveniente. Pra entender melhor e configurar o seu, clica aqui.

Tem o tal do pop-up de saída que é uma questão a se avaliar. Quando a pessoa está prestes a sair da sua página abre uma caixinha oferecendo “algo em troca do e-mail”. Já foi provado que eles funcionam 35% melhor que uma CTA no fim de um blog post, por exemplo. Mas precisa testar, nem toda persona aceita. Cuidado!

E eu continuo na tecla “DEIXE A MENSAGEM DO VALOR QUE VOCÊ VAI ENTREGAR O MAIS CLARA POSSÍVEL”.

PROMETA FORTE. ENTREGUE FORTE. Cia, André

Utilizar uma call to action é a primeira forma de gerar conversões no seu site. Não adianta todo aquele trabalho de marketing de conteúdo sem CTAs efetivas, que capturem leads e – com trabalho duro – vão converter EM VENDAS no final.

Agora é sua vez! Quais são as CTAs que mais convertem pra você?

4 lições sobre performance em marketing digital que a corrida de rua me ensinou

4 lições sobre performance em marketing digital que a corrida de rua me ensinou

Trabalho com marketing digital desde 2013, quando comecei a fazer estágio em uma agência de publicidade. Mesmo ano em que descobri o vício das corridas de rua e participei da minha primeira prova de 10 quilômetros.

De lá para cá, já participei de inúmeros eventos relacionados à área, me formei em jornalismo e fiz uma pós-graduação em Marketing e Design Digital. Assim como corri provas com distâncias variadas de 5 a 21 quilômetros. As provas com distâncias maiores, como uma meia maratona, nos exigem um pouco de experiência e treinos mais específicos. Não dá para simplesmente calçar o tênis, sair correndo e esperar completá-las sem a sensação de sofrimento.

Passado um tempo que estava inserida nesses dois universos, descobri que para ter melhores resultados precisava entender mais sobre performance e que ela diz muito sobre esses dois universos.

Conheça 4 lições que a corrida de rua me ensinou sobre performance em marketing digital:

1 – Desempenho

Para ter um bom desempenho nas corridas de rua é preciso ter resistência cardiovascular, ou seja, o corpo precisa suprir os músculos de oxigênio. Levando essa máxima ao negócio, precisamos coletar, processar e interpretar os dados de forma eficiente. Só assim, teremos boas tomadas de decisões.

2 – Amplitude

Nas pistas, é preciso ter flexibilidade no movimento das articulações para aumentar a amplitude das passadas e, assim, diminuir o pace (minutos por quilômetro percorrido). Já no marketing digital, para maximizar as conversões é preciso criar, testar, analisar, testar novamente, analisar mais uma vez, replicar e, por fim, tentar escalonar. É um verdadeiro pensamento de growth hacker. Afinal, se será necessário desenvolver uma mesma ação mais de uma vez, é possível automatizá-la. Dessa forma, podemos gastar tempo e energia em outras coisas mais importantes como padrões, regras, anúncios, testes e outras coisas que demanda que só podem ser desenvolvidas por alguém com capacidade analítica.

3 – Agilidade

Correr a maior quantidade no menor tempo possível é sinônimo de agilidade. Como livre analogia, podemos falar nos testes, resultados e alterações. Mudanças em uma campanha que antes demandavam tempo, hoje podem ser realizadas rapidamente e de forma eficiente.

4 – Saúde

Por fim e não menos importante: manter-se em movimento é bom para a saúde. Tanto a sua quanto a do seu negócio! Estamos vivendo mudanças cada vez mais rápidas que nos mostram que as melhores práticas já não são mais suficientes para crescer de forma saudável. Precisamos criar o nosso futuro priorizando as pessoas e as interações com elas. Depois podemos focar na tecnologia e na marca, que será muito bem recompensada!

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