Escolha uma Página
Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Sabe aquele amigo que sempre faz parte das suas histórias nas rodinhas de conversa com outros grupos? Você faz referência a ele pelo nome e as pessoas se baseiam em todas as características que o descrevem, certo? A mesma coisa vale para a sua marca: ela pode (e deve) ter uma personalidade com características marcantes que expressem as crenças e valores da empresa. É isso que chamamos de Brand Persona!

Muito mais que humanização da marca, uma Brand Persona é a personificação dos valores, do tom de voz, da linguagem e do “estilo” de uma empresa. É muito mais fácil sentir empatia e se relacionar com uma pessoa, um personagem ou uma mascote do que um estabelecimento físico com CNPJ, por exemplo.

Quando penso na marca Ponto Frio, me vêm imagens de uma loja imensa e cheia de eletroeletrônicos. Já quando penso no Pinguim (Pin para os íntimos) tenho a referência de um amigo. Ele conversa com as pessoas, dá desconto nas redes sociais, tem sentimentos e, até mesmo, uma namorada.

Outra brand persona muito boa é a Lola da marca carioca do setor de cosméticos capilares, Lola Cosmetics. Ela é amiga íntima das consumidoras, já teve até divã em que ajudava a lidar com situações cotidianas para além de cremes de cabelo. A marca usa linguagem coloquial, reponde sempre com leveza, em tom de conversa, fazendo piadas ou sendo irônica.

A Lu, do Magazine Luiza, também não fica para trás. Ela aparece nas redes sociais, no aplicativo da marca e em vídeos explicativos ajudando e estreitando os laços com os consumidores.

Criar uma brand persona é um exercício e parte sempre do mesmo princípio: valores e missões das empresas. A personificação através de uma mascote ou personagem não é um dos pré-requisitos. Veja o caso da Netflix: os valores, a comunicação e o público estão nítidos o tempo todo na personalidade da marca.

Outro exemplo que gosto de citar sempre é a UFJF. A comunicação reflete os valores de ensino da Instituição sem deixar de lado o carisma e simpatia com os jovens ao divulgar o vestibular seriado ou cardápio do Restaurante Universitário, por exemplo.

Mesmo sem ter um personagem bem definido é preciso estar atento ao tom de voz. A Nubank e o Banco Inter se destacam nesse quesito. Mesmo se tratando de instituições financeiras, eles têm liberdade para tratar os consumidores pelo nome e para fazer piadas leves com o cotidiano. Tudo com muito respeito no tom de voz utilizado.

É importante lembrar que essa personalidade deve ser fixa, ou seja, não podemos mudar de brand persona a cada campanha. E que ela deve ser comunicada em canais onde o público-alvo possa se sentir representado.

E você? Conhece algum outro exemplo, bom ou ruim, de brand persona pra gente comentar?

Conteúdo não é só post

Conteúdo não é só post

Esta publicação tem um principal objetivo: mostrar que o conteúdo vai muito além de uma simples postagem. Isso porque, o que você vê em blogs e mídias sociais é mais do que imagem e texto, envolve também: estratégias de branding, planejamento, mensuração de resultados, monitoramento, análise de concorrência, pesquisa de palavras-chave, objetivos de mercado, estudo profundo do público-alvo e muito mais.

Para explicar isso, vamos dividir o processo de criação de um conteúdo em quatro fases: planejamento, produção, operação e promoção. São essas fases que vão evitar falhas no processo de criação de conteúdo e te ajudar a ir além de simples posts no Facebook.

1 – Planejamento

Antes de mais nada, ao iniciar o planejamento da sua estratégia de conteúdo, você precisa ter em mente quais são os seus principais objetivos: alcançar mais tráfego, realizar mais vendas, gerar relacionamento, educar o cliente sobre o seu produto ou serviço, entre outros.

Além do objetivo, é preciso também conhecer o seu público-alvo e a sua persona: o que é importante para os meus leitores? Quem eles são? Que tipos de conteúdos eles gostariam de ler?

Esses dois passos são importantes para que você comece a construir um processo de confiança com quem acompanha o seu negócio. Tendo os dois itens acima em mente, já é possível começar a pensar em toda a jornada de compra do seu cliente, desde o momento em que ele te descobre até a compra ou contratação do que você oferece.

Após definir os objetivos de cada conteúdo que você irá gerar, quem é o seu cliente, a jornada de compra que ele segue, é hora de definir quais serão as palavras-chave da sua estratégia e também analisar os principais canais que estes conteúdos serão veiculados.

Agora é hora de fazer um brainstorming para definir os assuntos que serão abordados e as datas de cada um deles. Os conteúdos podem ser escritos falando sobre o seu serviço, sobre o seu produto, mas também de assuntos relacionados. Na etapa de brainstorming, considere todas as sugestões, mesmo que elas sejam extremamente malucas em um primeiro olhar. O planejamento editorial construído desta fase vai ajudar nas três outras que vocês vão saber a seguir.

Veja o post da Lady Anna Flávia Nascimento sobre planejamento conteúdo e saiba mais sobre esta etapa.

2 – Produção

É hora de colocar a mão na massa e começar a escrever. Com um calendário editorial pronto, você consegue dar start na produção dos conteúdos que você planejou além dos posts. Você pode criar uma infinidade de publicações. Seus conteúdos podem ser:

  • Vídeos;
  • E-books;
  • Editoriais fotográficos;
  • E-mails;
  • Webinários;
  • Infográficos;
  • Templates;

Esses são apenas alguns exemplos de conteúdo que você pode produzir para ir além de um simples post. Alguns deles inclusive, ajudam você a aumentar a sua base de leads. É por isso, que você deve ser útil para conquistar a confiança de sua persona. Quando você escreve sobre soluções para possíveis dores de alguém, o conteúdo que você fez ganha muito mais valor para o seu cliente.

Calma, sei que dei exemplos de tipos de conteúdo além do post, mas não falei sobre os assuntos que você pode abordar. Separei algumas dicas de conteúdos que você pode fazer para os seus clientes:

  • Cases: entreviste seus clientes, conte a história deles. Todo mundo gosta de ver casos reais de sucesso ou de garantia de solução. Isso traz credibilidade para o seu negócio. Este conteúdo pode ser um vídeo, um webinar ou até mesmo um simples e-mail.
  • Guias, manuais e tutoriais: um passo a passo completo de como usar a sua ferramenta ou o seu produto. Um guia para noivas, mães iniciantes, guia de presentes e por aí vaí. Já pensou como um passo a passo completo oferecendo uma solução pode ser um conteúdo incrível para seus clientes? Esses conteúdos podem infográficos, webinários, vídeos ou até mesmo editoriais fotográficos.
  • Soluções: planilhas, ferramentas, checklists podem fazer parte das soluções que você irá entregar para o seu público. Pode parecer para você, que este tipo de conteúdo não é muito agregador, mas saiba que estes templates e kits podem ajudar muitas pessoas, por isso não podem estar fora de suas estratégias de marketing.

Não se esqueça da importância das palavras-chaves nesta fase de produção de conteúdo.

3 – Operação

Você produziu todos estes conteúdos e agora é hora de colocá-los no ar. Como você irá veicular cada um deles? Em quais meios eles estarão disponíveis para o seu público?

Após essas definições e publicações, é hora de analisar os resultados. Esse acompanhamento, na fase de operação, é fundamental para entender que tipo de conteúdo vale a pena continuar sendo produzido e qual você não precisa mais produzir.

Analise e crie planos de ação para as melhorias no planejamento do próximo mês.

4 – Promoção

Nesta etapa de promoção é hora de começar a divulgar os conteúdos que você criou. Aqui, os posts em mídias sociais se tornam fundamentais para gerar relacionamento com os seus clientes e para que eles alcancem ainda mais pessoas.

É preciso estar presente em todas as mídias sociais. Na etapa de operação, verifique os melhores horários para as publicações. Publicações anunciadas nesses meios e também links patrocinados no Google são excelentes geradores de tráfego para o seu conteúdo.

E aí, preparado para criar conteúdos além dos simples posts? Ter uma estratégia de conteúdo alinhada com os interesses de seus clientes, certamente o ajudará a ter mais resultados!

Tem alguma sugestão de conteúdo além dos posts? Conte para a gente nos comentários!

Planejamento de conteúdo: o que é e dicas de como fazer

Planejamento de conteúdo: o que é e dicas de como fazer

Você já sentou na frente do computador e teve dificuldades para produzir conteúdo? Se a sua resposta foi sim, esse texto é para você! Muitas vezes, essa dificuldade existe por não haver uma estratégia de conteúdo bem definida.

Independente da área de atuação, alguns pontos precisam ser definidos antes de colocar a mão na massa e efetivamente produzir conteúdo. No livro Marketing de Conteúdo, Rafael Rez, define a estratégia de conteúdo como a “prática de planejar, criar, entregar e gerenciar conteúdo útil e interessante a um público-alvo específico”.

Planejar, de forma geral, é saber onde se está e aonde se quer chegar. É nessa etapa que se deve entender o público, definir os objetivos do conteúdo, mapear a concorrência e determinar quais serão os primeiros passos.

O primeiro passo do planejamento de conteúdo é conhecer o cliente e criar personas, estereótipo do cliente ideal, para direcionar a conversa com ele. Podemos desenvolver quantas personas forem necessárias para conversar efetivamente com o público. Que saber mais sobre persona? Nesse post, nós falamos de 4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor a persona. Já nesse, mostramos como se comunicar com o seu cliente de forma singular. Confira outros conteúdos sobre persona.

O segundo passo é definir os objetivos do marketing de conteúdo para o negócio. Sem essa etapa, não é possível saber o que devemos correr atrás. O maior erro das estratégias de marketing, de forma geral, é não ter um objetivo claro e definido. Aprendi com Michael Porter que uma estratégia sensata começa com um objetivo correto. Da mesma forma que o planejamento estratégico deve ter um objetivo para o negócio, cada conteúdo produzido deve ter um objetivo específico.

Em seguida, é importante definir em quais canais atuar. É preciso estar em diversos canais para conseguir falar com a audiência e muita gente erra achando que a internet inteira se resume ao Facebook, por exemplo. Em alguns momentos, o ponto de contato com as personas vai acontecer através das mídias sociais, em outros do e-mail ou, até mesmo, do WhatsApp.

O quarto passo é a definição dos formatos de conteúdo. Depender exclusivamente de um formato de conteúdo não é o ideal. Por isso, trabalhe com formatos diferentes como post de blog, infográficos, vídeos, redes sociais, etc. e varie sempre que possível.

Após a definição dos formatos, é importante criar um calendário de conteúdo com temas e datas comemorativas relevantes para aquele negócio. Depois de todas essas etapas, é o momento de definir os KPI’s e as métricas. Sem saber o que medir, não é possível entender se a estratégia de conteúdo estabelecida está tendo sucesso ou não. Lembre-se de documentar todas etapas, metas, objetivos e como os conteúdos selecionados estão sendo estratégicos para alcançá-los.

Por fim e não menos importante: não se esqueça de que atrás de cada avatar, cada e-mail e cada tweet, existe uma pessoa. Então construa relações verdadeiras com os seus clientes.

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com