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10 ferramentas para programar posts e criar relatórios do Instagram

10 ferramentas para programar posts e criar relatórios do Instagram

Para quem trabalha como social media ou produz conteúdo, planejar e mensurar postagens utilizando ferramentas, é de fundamental importância para uma boa estratégia de marketing.

 

Através do planejamento, você pode criar conteúdo com antecedência, e assim não se preocupar com imprevistos ou outras situações corriqueiras do dia a dia que possam atrapalhar a sua frequência de postagens numa rede social.

Pensando nisso, diversas empresas criaram ferramentas para postar automaticamente no Instagram, a partir do dia e horário escolhido pelo usuário.

Outra parte fundamental durante um planejamento, são as métricas, que são dados referentes ao desempenho do perfil e das postagens, que são, por sua vez, utilizadas para decidir quais estratégias vale a pena investir e continuar usando e quais não funcionaram tão bem para a conta e podem ser descontinuadas.

 

10 ferramentas para programar posts e criar relatórios em uma das principais redes sociais da atualidade, o Instagram!

Essas ferramentas são especialmente úteis no Instagram, porque diferente de outras redes, como o Facebook, o Instagram não possui qualquer funcionalidade própria que permita agendamento de posts ou visualização de métricas. Então confere a lista abaixo com dicas de aplicativos e sites, tanto grátis quanto pagos, para você poder levar o seu marketing no Instagram para o próximo nível!

mLabs
Uma das principais ferramentas do mercado e criada no Brasil, o mLabs é muito mais do que apenas um mecanismo programador de posts e stories.

Nele, você consegue programar diferentes formatos, como: vídeos, imagens, carrossel, gif e também no IGTV!

Dessa forma você não fica limitado a formas simples de posts e pode deixar todas as ideias fluírem, a hora que for, e agendá-las para aquele horário que realmente funciona melhor para o seu público-alvo.

O mLabs também possibilita programar o primeiro comentário de cada post, fazendo com que realmente você não precise se preocupar com nada na hora agendada pro post ir pro ar!

A ferramenta também possibilita fazer gestão de SAC e possui um plano completo que inclui relatórios de várias métricas dos posts feitos na sua conta. E o melhor: os
planos completos custam a partir de R$ 12,90/mês (no plano anual).

Além disso, a ferramenta possui um teste de 7 dias gratuito para quem desejar experimentar, e daí você sabe com detalhes no que está investindo com antecedência.

 

Etus

Também brasileiro, o Etus é uma ferramenta completa, que além de programar posts em diversos formatos, como imagem, gif, e vídeos, possui uma versão que possui relatórios de métricas.

Desta forma, assim como outras ferramentas, ele cobre várias bases importantes quando se trata de planejamento de posts e avaliação de estratégias.

Com diversos extras, possibilita a opção de deixar programado o primeiro comentário do post, que muitas vezes é utilizado para colocar as hashtags, deixando todo o planejamento mais tranquilo e completo.
Os planos completos custam a partir de R$ 14,18/mês por perfil, sendo que o Etus possui aplicativo para download tanto para Android, quanto para iOS.

 

Hootsuite

Assim como as outras ferramentas aqui apresentadas, o Hootsuite não é apenas um mecanismo de agendar posts.

A ferramenta possui relatórios de várias métricas importantes para avaliar suas estratégias de social media, mas apenas em sua versão paga. Mas um detalhe importante é que, em quaisquer das versões escolhidas, a programação de posts funciona apenas para o feed e não para stories ou IGTV, como em outras ferramentas.

Um ponto interessante é que a ferramenta possui uma versão gratuita, na qual o usuário pode agendar até 30 postagens para o feed do Instagram.

 

Postgrain

Uma ferramenta mais simples, o Postgrain é uma boa alternativa para quem deseja apenas programar posts e stories e ter relatórios simples da plataforma. Na versão gratuita, a plataforma libera a programação de 8 posts ao mês em uma conta do instagram.

Sua versão paga começa com valores a partir de R$ 19,90/mês por dois perfis no Instagram e daí você tem acesso a programação ilimitada de posts e algumas características bastante úteis, como o gerenciamento de DMs.

 

Postgran

Com foco total em programação de postagens no feed e stories, o Postgran é uma ótima alternativa para quem deseja gastar pouco, mas ainda ter várias funcionalidades.

A ferramenta possui planos mensais a partir de R$ 4,90/mês (plano mensal) por conta. O valor, entretanto,vem com um porém: a ferramenta não faz relatórios de métricas, então acaba ajudando mais no setor de execução mesmo, e não de avaliação de estratégias.

 

Reportei

O Reportei é uma ferramenta criada com o objetivo de trazer relatórios simplificados, pensado para os clientes, podendo criar relatórios em até 3 segundos! Além do Instagram, a ferramenta cria relatórios de outras redes sociais, o que pode ser útil para a padronização de relatórios para quem trabalha com várias redes.

O plano básico sai por R$ 39,90/mês para até 5 contas.

A ferramenta te possibilita um teste gratuitamente também, então é possível ver se ela realmente supre suas necessidades antes de fazer o investimento. O maior problema dessa ferramenta, em comparação as outras aqui apresentadas, é de que ela não tem a funcionalidade do planejamento e agendamento de posts. Entretanto, os relatórios são tão atrativos que pode valer a pena investir nela juntamente com outra ferramenta que faça apenas o planejamento.

 

Dashgoo

O Dashgoo tem uma proposta similar ao Reportei, também atendendo outras redes sociais com relatórios automatizados e ilimitados. A diferença principal é que os relatórios do Dashgoo são criados por você a partir de uma plataforma que permite personalizar, editar e criar templates próprios para os seus relatórios, fazendo com que mesmo que eles sejam totalmente criados a partir da plataforma, eles ainda tenham o seu estilo e as informações da forma que você considera melhor.

Os planos custam a partir de R$49/mês (plano básico para 5clientes).

 

Instagram Analytics (Rock Content)

O Instagram Analytics da Rock Content é uma ferramenta online e gratuita para análise de perfis no Instagram, com métricas de crescimento e verificação de dados de engajamento,como taxa de engajamento, média de likes e médias e comentários. Da mesma forma, a ferramenta produz informações de comparação entre perfis e informa os principais posts (top posts) a partir do desempenho entre os últimos 10 posts, entre outros.

É uma ótima opção para quem deseja acompanhar os dados de crescimento do seu perfil do Instagram e ter uma visão geral do que foi postado recentemente na plataforma. O mais legal é que a ferramenta é completamente grátis e acessar esses dados é super simples: é só acessar o site da ferramenta e colocar o username do perfil que deseja analisar lá e pronto!

 

Follower Analyser

O Follower Analyser é um aplicativo gratuito para Android e iOS que trabalha principalmente na área de análise de seguidores. Com ele dá para ter acesso a algumas informações básicas como quais contas deixaram de te seguir, quais não te seguem de volta e até algumas informações mais difíceis de conseguir em outros lugares, como quais seguidores nunca deram likes ou comentaram nos seus posts.

O aplicativo faz ainda alguns relatórios com informações sobre quem mais comenta e dá likes na sua conta.

A ferramenta tem também uma versão paga, que possibilita o uso de mais de uma conta do instagram ao mesmo tempo no app e retira as propagandas.

 

UNUM

O UNUM é uma ferramenta desenvolvida para se trabalhar numa conta do instagram como um todo, desde questões de planejamento e avaliação até a parte estética da sua conta.

A partir de uma plataforma completa de visualização, essa ferramenta permite que você trabalhe o layout das imagens do seu Instagram, auxiliando ao máximo a dar aquele ar de storytelling ao seu feed.

O aplicativo também cria relatórios de métricas e possui algumas funcionalidades bem especiais, como a análise de quais os melhores horários e datas para postar um novo conteúdo.

Os planos dependem do quanto de acesso às funcionalidades você quer ter, variando desde um plano grátis até o plano máximo de US$6,99/mês (sim, a ferramenta é gringa, então o dinheiro cobrado também é).

 

Essas são apenas algumas ferramentas para programar posts e criar relatórios do Instagram, existem muitas outras disponíveis no mercado.

Caso você conheça alguma, cita pra gente qual você usa e recomenda!

Como ranquear melhor seus vídeos do YouTube?

Como ranquear melhor seus vídeos do YouTube?

Você ou seu cliente produzem vídeos para sua estratégia de posicionamento digital?

Não existe uma lista oficial de fatores para ranqueamento de vídeos no YouTube. Entretanto existem aqueles publicamente conhecidos que melhoram o posicionamento do seu vídeo.

Aqui você vai encontrar uma lista com os fatores mais importantes para ranqueamento em 2018. No final, ainda dou algumas dicas legais para melhorar a atratividade do vídeo no YouTube e manter o interesse do visitante.

Eu já trabalhava com SEO e tive ótimos resultados para muitos clientes otimizando tecnicamente sites e melhorando a escrita de diversas páginas. Devo isso a minha formação em letras em conjunto com habilidades em tecnologia que desenvolvi ao longo de quase 10 anos de trabalho no digital.

Recentemente comecei a produzir vídeos para um cliente e a estudar e testar mais profundamente técnicas de SEO, além de aplicar a um canal pessoal.

Como o conteúdo do cliente é muito técnico resolvi iniciar com pílulas, vídeos mais curtos e não muito densos. Algumas semanas se passaram apesar do feedback positivo para a percepção de marca do cliente, percebi que os vídeos mais longos continuam sendo os de melhor desempenho, maior número de visualizações e tempo assistido.

Conheça então as técnicas que utilizo para ranquear melhor os vídeos do meu cliente no YouTube.

Palavras-chave no título

Este fator já era esperado para quem entende um pouquinho de otimização para mecanismos de pesquisa, já sabemos que o título é um fator importantíssimo.

Para um vídeo não é diferente, tenha o conjunto de palavras que seu público vai usar ao buscá-lo. O mais importante é colocar estas palavras no começo do seu título.

Por exemplo, “Café mais saboroso: como melhorar o café que você faz em casa” tem melhor desempenho do que “Como melhorar o sabor do café que você faz em casa”. Caso o conjunto de palavras desejado seja “Café mais saboroso”

Tente também complementar a descrição do vídeo de forma a deixar claro o que ele pode esperar ao assistir até o fim. Descreva o conteúdo do vídeo mas não entregue o conteúdo completamente. Deixe claro o que o visitante vai obter ao assistir seu vídeo.

Tags

As tags do vídeo também são importantíssimas, não deixe de selecionar aquelas que fazem sentido para seu negócio. Elas ajudam o YouTube a entender mais o conteúdo do seu vídeo. Não use tags demais ou você pode confundir o algoritmo quanto ao assunto do vídeo.

Como no título, as tags principais do seu negócio vem primeiro. Depois use tags de cauda longa, como as palavra-chave que usamos em textos, e depois adicione tags mais amplas mas que ainda façam referência ao assunto do vídeo.

Você também pode configurar as tags mais usadas no seu canal para que sejam automaticamente adicionadas a cada vídeo e assim economizar tempo.

Não se esqueça de editar, removendo ou acrescentando tags desnecessárias a um vídeo em particular.

Curtidas nos vídeos

Sempre estimule sua audiência a curtir o vídeo que acabou de ver, assim os resultados de curtidas tendem a ser melhores.

Compartilhamento

O mesmo vale para o compartilhamento. O volume de compartilhamento e incorporação significa que as pessoas estão gostando do seu vídeo, portanto ele será exibido para mais pessoas.

Número de visualizações e tempo de visualização

Quanto mais visualizações e quanto mais tempo seu visitante vê seu vídeo, melhor posicionado ele será. Para isso crie vídeos com um bom ritmo de fala, não seja rápido demais. Dê atenção especial a qualidade e volume do áudio. Ninguém quer levar um susto com um áudio muito alto a iniciar um vídeo.

Vídeos longos têm melhor desempenho de forma geral, apesar da nossa capacidade de atenção ser curta. Quando um visitante assiste seu vídeo por mais tempo quer dizer que ele realmente se interessou e a chance de conversão é ainda maior, além do melhor posicionamento. O YouTube também anunciou que valoriza mais vídeos longos pois estes retêm os visitantes no aplicativo.

Vídeos de até 2 minutos são bons, mas tente produzir vídeos com mais de 8 minutos e até 15 minutos.

Comentários

A quantidade de comentários também demonstra a relevância e também é um fator de ranqueamento do seu vídeo. Comentários bons ou ruins ajudam a posicionar seu vídeo.

Para potencializar o número de comentários direcione sua audiência, faça uma pergunta específica que ele deve responder.

Miniaturas

As miniaturas do seu vídeo influenciam na atratividade dele. Tente criar uma imagem que contraste com as cores nativas da plataforma além de inserir na miniaturas as palavras centrais do assunto. Não use mais do que 30 caracteres na imagem.

Outras dicas

– Inicie o vídeo dizendo a sua audiência o que esperar realmente ao assistir aquele vídeo. E deixe claro que existe alguma informação importante no final dele, coloque ali um bônus de informação.

– Crie uma imagem estática que dure 20 segundos no final do vídeo para posicionar nela um botão de inscrição e uma sugestão de próximo vídeo do seu canal.

– Conte uma história ou dê exemplos reais ao produzir seu vídeo. A retenção da audiência é muito melhor quando o visitante pode relacionar o que está ouvindo a uma história real. Ainda mais se o conteúdo for muito técnico e de difícil compreensão.

– Sinais visuais: insira uma imagem de inscrição no canto inferior dos vídeos com o mesmo visual do botão original do YouTube. Esta imagem é configurada no canal. Assim você aumenta seus inscritos e eles verão seus vídeos no feed.

Deixe aqui nos comentários quais dessas estratégias você vai testar primeiro no seu canal. Muitas podem até mesmo ser aplicadas a vídeos antigos.

E-commerce – Checklist para escolha de plataformas Saas

E-commerce – Checklist para escolha de plataformas Saas

Criar um e-commerce com baixo investimento e pequena equipe é uma realidade para muitos brasileiros.

O primeiro desafio deste processo é escolher a plataforma a ser utilizada. Para isto é preciso responder algumas perguntas que podem definir o seu perfil de empreendedor.

A primeira delas é qual valor tenho para investir na plataforma e/ou ferramentas ? Para orçamentos mais enxutos, as plataformas SaaS são as mais indicadas.

SaaS é a sigla para Software as a Service, que denomina um tipo de plataforma e-commerce cujo código fonte Back-end é de propriedade do fornecedor.

Ou seja, são plataformas alugadas criadas para criar lojas virtuais. Já são desenvolvidas para que a loja virtual seja instalada de maneira mais simples, rápida e com baixo investimento.

Existem milhares de plataformas hoje em dia, e como escolher a melhor plataforma para meu negócio?

Depende de alguns fatores que devem ser questionados e levados em conta na hora de optar por uma plataforma SaaS.

Resumimos alguns aqui para facilitar o checklist na hora da decisão:

1. O valor mensal é compatível com meu orçamento?

Em média os custos nessas plataformas são de R$30 a R$399 a mensalidade. Há também algumas gratuitas com recursos limitados para dar o start de sua loja.

Os valores dos planos normalmente, depende da quantidade de produtos cadastrados, views, recursos e integrações adicionais que sua loja necessite.

2. Como funciona o gerenciamento da loja ( dashboard é intuitivo?)

Como saber isso? Testando! Sim, a maioria das plataformas disponibilizam um teste free por alguns dias, mesmo que limitado é possível verificar internamente a plataforma a ser escolhida.

Esse é o primeiro passo, para verificar se a plataforma vai ser viável ou não para você. Quanto mais simples e intuitivo melhor afinal, o lojista utilizará no seu dia a dia.

3. Suporte e Atendimento

Você está contratando um serviço, nesse caso esse quesito é importante para o relacionamento e funcionamento de sua loja.

Hoje em dia, a maioria das plataformas não tem telefone de contato.Mas chats, fóruns e/ou até grupos fechados no Facebook para auxílio no dia a dia.

Grupos no Facebook é um tópico interessante a ser levantado, já que a maioria das plataformas tem grupos da plataforma e/ou criados pelos próprios lojistas para ajuda. Nos grupos, você pode verificar também o dia a dia do lojista que utiliza aquela plataforma, e ter noção da parte de suporte e problemas ou bugs que a plataforma venha a ter ou não.

Além do networking, que pode ser muito proveitoso, muitos lojistas entendem que compartilhar informações une e não acirra concorrência.Mas nada supre o suporte oficial da plataforma, é um quesito que deve ser levado em conta.

4. SEO – O que é? Influi na minha loja?

Resumidamente, afinal SEO é um tema complexo e bem abrangente.

SEO significa Search Engine Optimization (Otimização para mecanismos de busca). É um conjunto de técnicas de otimização para sites, blogs e páginas na web.

Essas otimizações visam alcançar bons rankings orgânicos gerando tráfego e autoridade para um site, loja ou blog.

A otimização influi e muito na indexação de sua loja virtual e é um trabalho contínuo que você ou algum profissional deve manter na sua loja. Além disso, ele por si só não traz vendas, deve ser feito em conjunto com ações de Marketing Digital.

Algumas plataformas disponibilizam na própria administração de criação de produtos, campos separados para ajuda nessa otimização (tags, palavra-chave, metadescrição, e imagens otimizadas, url personalizáveis.)
Esses campos separados ajudam o lojista quando estiverem criando seu produto, otimizar seu SEO.

O lojista e/ou um profissional especialista contratado serão os responsáveis por essa otimização. A plataforma apenas disponibiliza sua utilização e melhor aproveitamento das técnicas de SEO.

5. Meios de Pagamentos

Existem diversos no mercado atual, com taxas variadas.

Pesquise, e calcule bem sua precificação e taxas para verificar quais são interessantes para seu negócio.

As mais conhecidas:

Pagseguro (aceita cartões de crédito, boleto, débito em conta) – 2 formas de disponibilizar parcelamento: com juros para o cliente e também é possível criar regras especiais para parcelamento sem juros para o cliente, fiz um vídeo passo a passo aqui.

Paypal (aceita cartões de crédito) – a taxa é sempre do lojista, para o cliente sempre é sem juros.

Mercado Pago (aceita cartões de crédito, boleto)

Paghiper (aceita boleto) taxa fixa do boleto.

Moip (aceita cartões de crédito e boleto)

Stone (aceita cartões de crédito e boleto) tem possibilidade de contratação de gestão de risco.

Gerencianet (aceita cartões, boleto e carnê para pagamento estilo assinatura)

Vendas estilo assinatura: Paypal, Pagseguro, Gerencianet

6. Logística

Correios ainda é o meio de envio mais comum para a maioria dos lojistas que atendem todo Brasil.

A integração com os Correios é algo indispensável para o lojista. Além disso, para lojista que possui convênio com Correios, tem facilidade na logística reversa e retirada de produtos.

Para vendas com alto volume é indicado integrar um sistema ERP para automação de notas fiscais e etiquetas de envio. Algumas plataformas estão integradas com transportadoras conveniadas para pequenos lojistas, vale pesquisar.

Outras integrações que são possíveis com descontos no frete, são: Mercado Envios, Envio Fácil, Melhor envio.

Se você faz entregas em áreas delimitadas também é interessante pesquisar empresas de motoboy (vai depender do volume do produto que você trabalha)

Empresas de motoboy online: Loggi, Rapiddo.

A Mandaê , é uma plataforma de logística completa, vale verificar a disponibilidade e mais informações aqui.

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial.

O ERP é um software que melhora a gestão das empresas, automatizando os processos e integrando as atividades de Vendas, Finanças, Contabilidade, Fiscal, Estoque, Compras, Recursos Humanos, Produção e Logística.

A maioria das plataformas já possuem integração com a Bling e Tiny.

Plataformas que tenham integração ou a possibilidade de integrações com ERP é um ponto que poucos lojistas verificam quando iniciam a loja, mas conforme sua loja for crescendo e convertendo mais vendas, integrações vão surgindo na demanda para facilitar e economizar tempo.

7. Mobile First

A importância do acesso mobile nos dias de hoje, nem precisa ser colocada a prova.
Então, sim, é essencial que a plataforma seja responsiva e adaptada a dispositivos móveis.
Levando em conta também a usabilidade da loja tanto no desktop como para mobile.
Entramos na questão de layout, design e usabilidade que é essencial para que sua loja seja além de atrativa, converta de forma satisfatória.

Nesse quesito não podemos esquecer de lembrar da importância da sua marca e visual.
Nos dias de hoje, existem milhões de lojas virtuais, o que vai fazer o cliente comprar de você?

Essa pergunta deixo no ar, porque ela vai envolver muito do branding e marketing de sua loja.

8. Código e Programação:

O código de uma plataforma SaaS é do fornecedor, ou seja, cada plataforma tem um código único, que só o fornecedor e parceiros podem otimizar.

A Personalização Front-end flexível (layout/design) é um dos pontos altos para muitos optarem por esse modelo de plataforma, por envolver um custo mais reduzido do que criar uma plataforma própria para sua loja virtual.

A maioria das plataformas SaaS tem o código flexível podendo ser utilizado para deixar as lojas personalizadas visualmente.

Algumas também possuem editores visuais próprios de fácil aprendizado sem que o lojista precise contratar um programador.

As plataformas Saas não requerem instalação no computador do dono da loja virtual.
A(o) empreendedora(o) acessa o sistema via internet, não tem custos de instalação do software; não paga manutenção anual de software.
O Data Center fica por conta do fornecedor da plataforma.

9. Outras integrações/ recursos

Outro quesito importante que poucos pensam quando criam a loja virtual é que um dia você pode querer mudar de plataforma (Migração).

É importante a plataforma ter recursos que te auxiliem na migração.

Por exemplo: exportação de produtos, exportação de listas, integração via xml.

Esses recursos farão a migração ser um pouco menos trabalhosa para o lojista.

É algo a ser pensado principalmente se está iniciando sua loja virtual.

Escolher o menor custo pode ter um custo alto quando quiser migrar para plataformas mais robustas. Imagine ter que cadastrar manualmente mais de 500 produtos com variações?

Além de chat integrado, emailmarketing , marketplace, entre outras integrações que de acordo com cada nicho ou modelo de negócio pode ser necessário.

Verificar o quanto a plataforma se mantém atualizada nesse mercado é essencial. O mercado muda rapidamente e a cada dia surgem novas ferramentas e atualizações de ferramentas já utilizadas.

Um exemplo:

Instagram Shopping que foi lançado no primeiro semestre, plataformas que já disponibilizavam xml para o lojista. Fez com que o lojista além de usar seu catálogo em sua fanpage, também pudesse utilizá-lo no Instagram.

Uma plataforma que está estagnada há pelo menos 1 ano com certeza não é a ideal para você, que quer criar um negócio sustentável e em crescente crescimento.

Avisos pela própria dashboard ou por email das atualizações e/ou manutenções da plataforma são importantes para o usuário.

O relacionamento da plataforma com o lojista é essencial, e esses avisos podem dar indícios do quanto a plataforma se preocupa com seu usuário.

A plataforma influi nas minhas vendas? Sim e não.

Como assim? Sim, por todas as questões levantadas a acima e não porque a plataforma é uma ferramenta de venda. Ela precisa estar funcionando corretamente, os testes são essenciais.

Investir em sua marca e divulgar para seu público é essencial para que sua loja virtual seja notada.

Se tiver mais sugestões, mande nos comentários, adoro conhecer as novidades e o que está sendo usado ou testado atualmente.

 

 

Entrevista com Ana Carolina Barreto – Projeto Codando Juntas

Entrevista com Ana Carolina Barreto – Projeto Codando Juntas

Entramos em contato com a Ana Carolina Barreto pelo Twitter. Foi lá que vimos primeiro seu projeto Codando Juntas e achamos além de super válido para a área de desenvolvimento e tecnologia voltado para mulheres, totalmente importante para falar no LadiesOn. Ela respondeu prontamente, e aceitou responder algumas questões e falar sobre esse projeto incrível 🙂
Olá, me chamo Ana Carolina Barreto, Fundadora do Codando Juntas, iOS Developer e UX Designer na Apple Developer Academy. Sou viciada em curso online, pizza de brócolis com bacon, codificação criativa e arte de rua. Esses tempos encontrei o conceito de profissional em “T” e me identifico muito: conhecimento abrangente em várias áreas e aprofundado em pelo menos uma delas. Eu T-odinha! Twitter LinkedIn

Está na área há quanto tempo? Fale um pouco sobre sua história e carreira.

 

Eu sempre fui muito curiosa, gostava de futucar as coisas, desmontar e ver como era por dentro. Desde os meus 14 anos eu ficava pelo tumblr criando e alterando temas. Lembro que mais ou menos nessa época, eu comprei uma cartilha bem básica sobre hardware, que falava sobre componentes e sobre a estrutura do computador e isso me colocou no caminho de Engenharia da Computação. Como sempre fui uma pessoa multidisciplinar, o curso de Sistemas de Informação da UTFPR me chamou mais atenção na hora do vestibular, por ter todo o currículo de administração e gestão também. Comecei a cursar no final de 2012 e não demorou muito pra eu perceber que não era nada do que eu esperava. A única parte forte do curso era a trilha de programação. Tive professores incríveis, que me ensinaram muito, mas também tive professores horríveis que achavam legal fazer terror psicológico com a matéria. Isso acabou com o ambiente de universidade pra mim. Enquanto um professor me dizia que eu era incrível, outro me dizia que era melhor eu nem começar a matéria dele porque era difícil demais. Além disso, toda a parte mais generalista – que eu tanto queria – era mal organizada, quase que em segundo plano. Apesar de ser apaixonada pela parte técnica, eu precisava de algo mais voltado para seres humanos e processos, e não tanto para o compilador. Obviamente, na época, eu não tive essa clareza. Sempre quis trabalhar com programação e não via outra possibilidade além de continuar ali. Até lutei por alguns semestres, mas eventualmente acabei desistindo da faculdade. Foi um momento muito difícil, hoje eu vejo que foi a decisão certa. A grade do curso já não é mais a mesma, mas não me sinto tentada a voltar. Nessa mesma época, ao sair da faculdade, eu comecei a estudar mais sobre marketing e design, cheguei até a trabalhar um pouco com isso, mas, aí entrava a minha questão principal: eu queria ser programadora. Não queria trabalhar ou voltar para faculdade para estudar algo que não tivesse nada a ver com meu objetivo. Nessa mesma época, eu conheci a Apple Developer Academy. A Academy é um programa para treinar desenvolvedores iOS no Brasil e está me proporcionando desenvolver esse projeto incrível. Hoje, como Desenvolvedora e Embaixadora da Apple Developer Academy em Curitiba e (orgulhosa) fundadora do Codando Juntas, consigo conciliar todas as coisas que eu amo fazer: programar e trabalhar pensando nas necessidades reais de outras pessoas.

Como surgiu o projeto Codando Juntas?

 

Desde o começo do ano estou trabalhando com projetos voltados para inserir mulheres na área de programação, gerenciando o grupo Mulheres Aprendendo Programação no Facebook, que já tem mais de 1.500 integrantes. Paralelamente, em junho comecei a fazer o desafio “100 dias de código”, que é exatamente isso: programar por 100 dias. O meu objetivo com o desafio era voltar a desenvolver para Web, então recomecei o curso do freeCodeCamp. Quando estava acabando a primeira parte do curso e me preparando para estudar JavaScript, eu tweetei perguntando se mais alguém tinha interesse em fazer comigo. Muita gente me procurou feliz com a ideia de ter um “clubinho de curso online”. E foi assim que o Codando Juntas nasceu.

Como repercutiu entre as mulheres o projeto? Esperava essa adesão?

 

A resposta foi apenas INCRÍVEL. Eu esperava fazer um grupo com 5-10 mulheres, no máximo, mas já são pelo menos 100 participando ou se preparando para começar. Chorei tantas vezes de FELICIDADE com várias pessoas incríveis vindo me falar que tinham finalmente criado coragem para estudar programação. Toda vez que eu vejo alguém usando a #CodandoJuntas… Ai, o coração parece que vai explodir!

Fale um pouco sobre a área de desenvolvimento feminino hoje em dia ( críticas e como vê o mercado para as mulheres)

 

Existem muitas questões envolvidas com a presença da mulher desenvolvedora na área. Na minha opinião, o mais urgente de se corrigir é a capacitação das mulheres e o acesso a informação. Muitas já querem, buscam sozinhas e tentam fazer, mas não encontram lugares em que se sentem bem vindas. O objetivo atual do Codando Juntas é justamente tornar esse processo de aprendizado cada vez mais acessível e seguro e dar confiança a essas mulheres e ao trabalho delas. Isso, claro, é só uma pedaço da equação.

O ecossistema de Computação como um todo é tóxico – obviamente, estou generalizando aqui, mas essa é a realidade que vivemos há algum tempo. Felizmente, muitas empresas já entenderam que diversidade é importante, mas elas ainda não sabem como fazer isso acontecer. O que eu mais vejo é empresa fazendo propaganda sobre inclusão, mas a equipe de desenvolvimento tem só uma mulher, quando tem. Ou, pior, a empresa quer contratar mulheres, mas abafa casos de machismo e não dá treinamento sobre isso.

Incluir não é só treinar tecnicamente a pessoa que está “por fora”, é tornar o ambiente seguro e pensado para a realidade de quem quiser estar nele e não so de uma parcela que – no caso da área – foi quem criou as “regras”.

Quais linguagens de programação estarão neste projeto? São linguagens de front ou backend?

 

No momento, tudo está voltado para Front-End Web (HTML, CSS, JavaScript), por serem linguagens de fácil acesso. Mas o plano é expandir ao infinito. A ideia do Codando Juntas é ser ponto de encontro online para mulheres que querem estudar programação.

Como estruturou o projeto?

 

O projeto ainda está sendo estruturado em conjunto com mulheres que se voluntariaram porque acreditam na necessidade dele. Já temos algumas prioridades elencadas, porém toda e qualquer sugestão é muito bem vinda! Todas as que desejarem participar da organização devem enviar um e-mail para [email protected].

Existe um processo de seleção após o interesse das participantes no projeto?

 

Não, a ideia é que todo mundo que queira participar consiga, no seu tempo, no seu ritmo. Existe o formulário de cadastro de participantes, mas é só para entendermos quem somos como grupo no momento e para conseguirmos gerar conteúdo relevante para nós mesmas. Saiba mais aqui.

Principais dúvidas de iniciantes no Gerenciador de anúncios do Facebook

Principais dúvidas de iniciantes no Gerenciador de anúncios do Facebook

A primeira pergunta que você deve estar se fazendo é: Por que é importante ter um Gerenciador de Anúncios? Então, vamos começar do começo e descobrir as maravilhas desta ferramenta!

No gerenciador de anúncios (Business Manager ou BM) você terá acesso à sua página e conta de anúncio. Mais que isso: você poderá criar um pixel, público personalizado, público semelhante, catálogo de anúncios e mais. Além disso, você escolhe quem terá acesso ao BM e a quais ativos (são considerados ativos: página, pixel, conta de anúncio, catálogo de produtos, aplicativo, Instagram).

Você já deve conhecer a página e a conta de anúncios, mas sabia que se você tem um e-commerce pode subir seus produtos para o catálogo de produtos e criar uma infinidade de anúncios? Para quem abandonou o carrinho, para quem visualizou e não comprou e muito mais. E sabia que ao colocar o pixel no seu site, você consegue criar um público de visitantes do seu site para fazer anúncios para eles? Essas são só algumas opções desse mundo chamado gerenciador de negócios.

Você cria um BM através deste link https://business.facebook.com/ É necessário ter um perfil no Facebook para evitar fraudes.

  • Passo 1 - Acessar site e Clicar em Criar conta
  • Passo 2 - Entrar com o login de usuário do Facebook
  • Passo 3 - Depois de logado clique em Criar conta
  • Passo 4 - Dê um nome ao gerenciador
  • Passo 5 - Identifique-se informando Nome e Email que você utilizará
  • Passo 6 - Adcione a Página, Adicione ou Crie a Conta de Anúncio da página, Adicone as pessoas que atuarão e defina os acessos delas

Agora vamos entender a diferença entre ‘Adicionar uma página’ e ‘Solicitar acesso a uma página’:

Você adiciona uma página ao BM quando você é o administrador da página e do BM. Dessa forma, ela será propriedade do seu BM. Quando você é uma agência e vai gerenciar a página do cliente, você solicita acesso a ela. Isso funciona para todos os ativos.

A agência pode solicitar acesso aos ativos do cliente ou o cliente pode adicioná-la como parceiro. Assim, o BM da agência terá acesso, mas o cliente ainda será proprietário de tudo.

Como o cliente atribui um parceiro (cliente com BM)

Em ‘Configurações do negócio’ clique no ativo (página, pixel, conta de anúncio, catálogo de produtos, aplicativo), em ‘Atribuir parceiro’ e insira o ID informado pela agência ou copie o link gerado e envie para a agência. Dê acesso Administrador ou Editor de página para a agência.

Para confirmar que deu certo, selecione o ativo e clique em Parceiros. A agência deve aparecer ali. É necessário dar acesso de parceiro a todos os ativos (página, pixel, conta de anúncio, catálogo de produtos, aplicativo).

Essa forma só é possível quando o cliente tem gerenciador de negócios (que é o ideal).
Atenção! Para gerenciar o Instagram do cliente é necessário obter login e senha, a conta não é administrada pelo BM.

Como a agência solicita acesso aos ativos (cliente com ou sem BM)

Vale frisar que para poder solicitar acesso a uma página, o gerenciador de negócios precisa ter uma página principal vinculada. O ideal é que seja a página que representa a agência. Vá em ‘Configurações’ > ‘Informações da empresa’ > ‘Página principal’.

Para solicitar acesso a um ativo vá em ‘Configurações do negócio’ > Escolha um ativo > ‘Adicionar’ > ‘Solicitar a acesso ao ativo’. Após isso, peça para o cliente liberar o acesso à página seguindo este caminho na página ‘Configurações’ > ‘Funções administrativas’ > dê ok e coloque a senha do Facebook (funciona para páginas com ou sem BM). Para os demais ativos, o cliente irá receber notificação no BM.

Para conta de anúncios, você precisará do ID da mesma. O cliente encontra essa informação no BM em ‘Configurações do negócio’ > ‘Contas de anúncio’ > Número de identificação que fica abaixo do nome da conta. Para contas de anúncios fora do BM, o cliente acha este número seguindo este caminho:‘Perfil dele do Facebook’ > ‘Gerenciar anúncios’ (no menu de opções, mesmo lugar onde tem o SAIR) > ‘Número de identificação’.

No BM da agência, os ativos precisam aparecer como ‘Isso é pertencente a indivíduos’, se o cliente não tiver BM, ou como ‘Isso é pertencente a nome BM cliente’.

Ainda falando sobre a diferença entre adicionar ativo e solicitar acesso ao ativo, seguem dois erros comuns:

Adicionar uma página do cliente no BM da agência – Erro que tem solução
Não é o certo, mas tem como resolver. A propriedade dos ativos deve ser do cliente, por isso você deve solicitar o acesso e não adicionar. Quando você adiciona, vira propriedade do seu BM. Se você fez isso, é só remover do seu BM. Mas lembre de ter alguém do cliente como administrador direto na página para que a propriedade volte pra ele.

Adicionar uma conta de anúncios no BM da agência – Erro que não tem volta
Quando você adiciona uma conta ao invés de solicitar acesso a ela, você passa a propriedade para o seu BM permanentemente. Esta ação não pode ser desfeita.

E um bônus! Melhores práticas:

  • Todos os ativos (página, conta de anúncio, catálogo de produtos, pixel, instagram, aplicativo) devem pertencer ao cliente. A agência terá somente o acesso para gerenciar.
  • Peça para o cliente cadastrar a forma de pagamento dele na conta de anúncio. Se ele não souber, você pode fazer com ele ou usar um cartão virtual para cada cliente.
  • Evite usar o mesmo cartão para mais de uma conta. Se uma for bloqueada, você pode ter problemas nas outras.
  • Se você insistir em infringir as políticas de anúncio, seu BM pode ser bloqueado e você ficará proibido de criar novas contas de anúncio. Para conhecer as políticas acesse https://www.facebook.com/policies/ads

Se tiver alguma dúvida, me manda um inbox na minha página. E acredite, o Gerenciador de Negócios é um mundo de opções para trabalhar anúncios no Facebook e se você não está usando, está perdendo possibilidades de venda.

 

 

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