Investir em performance para prever o futuro

Investir em performance para prever o futuro

Quando se fala em prever o futuro, quase que automaticamente associamos à vidência. Mas, esse não é um texto sobre esse assunto e sim sobre os dados disponíveis no meio digital, a nossa capacidade analítica e resultados.

Se você ainda toma decisões relacionadas ao seu negócio se baseando apenas em intuições e achismos, você está no caminho errado. A partir de análises consistentes é possível transformar dados em insights que resultarão em otimizações do seu site ou campanha.

Por exemplo, se em uma campanha com o objetivo de gerar leads através de um formulário foi identificado um tempo muito alto nessa página e poucas conversões, isso pode significar um desestímulo de conclusão de ação por parte do usuário por se tratar de um formulário muito extenso, ou seja, um formulário com muitos campos.

A partir desse dado, pode ser testado e avaliado um novo modelo de formulário com uma menor quantidade de campos. Se, após o teste, o número de conversões aumentou, estamos falando de uma decisão e uma otimização baseada em dados.

Mas, os benefícios dos dados digitais não param por aí! Através de ferramentas do Think with Google temos uma infinidade de informações que, se bem utilizadas, podem gerar insights estratégicos. O Consumer Barometer, por exemplo, analisa o papel de cada recurso digital na jornada de compra do consumidor em mais de 45 países e em 10 categorias de produtos. Já o Google Trends traz dados das buscas dos consumidores em tempo real.

Com elas, é possível entender como o seu negócio pode perfomar melhor nos diversos canais digitais. Pensar em performance digital é traçar um planejamento consistente com objetivos claros e definidos para que possamos definir métricas, mensurar e avaliar os resultados das nossas ações a curto, médio e longo prazo.

A tendência das ações é que elas se repitam, por isso, analisar informações passadas aumenta a probabilidade de acerto de uma ação no futuro. É exatamente isso que quero dizer com prever o futuro. O filósofo e pensador chinês Confúcio já havia dito há mais de 500 anos antes de Cristo: “se queres prever o futuro, estude o passado”.

Dessa forma, saber qual é o mês que você tem menos conversões, entender os motivos que levam isso a acontecer e fazer comparativo com períodos anteriores, vai te ajudar a pensar em um plano de ação mais efetivo e que vise o maior retorno sobre o investimento (ROI).

 

 

 

 

Redes sociais como vantagem competitiva para pequenas empresas

Redes sociais como vantagem competitiva para pequenas empresas

Você é do tipo que fala “minha empresa é muito pequena para estar nas redes sociais”? Prepare-se para mudar de ideia porque tem um mundo de possibilidades para o seu negócio. E eu vou te contar como aproveitar isso e ter vantagem competitiva.

Não é novidade que hoje o mundo é digital, mas você sabia que o Brasil é o terceiro país no ranking de quem passa mais tempo na internet? De acordo com um estudo feito pelo We are social, em 2017, os brasileiros passam mais de 3 horas por dia nas redes sociais e, em média, 9h navegando na internet. Isso já deveria ser motivo suficiente para a sua marca estar no digital.

Mas focando naquelas 3h diárias, vamos pensar em como você pode aproveitar isso e ganhar vantagem competitiva. Além do fato de ter diferentes redes para você se relacionar com o seu público, existem ferramentas focadas em negócios locais, ou seja, pequenas empresas. E é aí que está o principal motivo.

Existem formas de trabalhar focando no público local. Por exemplo, você pode segmentar para quem mora próximo do seu estabelecimento ou que passou por ele. Outro formato interessante, e muito útil para quem vende pelo WhatsApp, é o de colocar um botão para mandarem mensagem pelo aplicativo.

Também existem formas de anunciar incentivando as pessoas a comprarem na sua loja física. E você consegue quantificar essas vendas, calculando o retorno sobre o investimento (ROI). São tantas opções para alavancar o seu negócio que poderíamos passar um dia aqui falando sobre.

O melhor disso tudo é que você pode acompanhar os resultados em tempo real e fazer as devidas alterações. Além disso, a internet permite a realização de testes diversos, o que garante que você vai falar com o seu público na hora em que ele precisa de você.

Com uma estratégia bem definida e bem aplicada, você pode ir longe. E como a maioria das pequenas empresas não faz esse trabalho, você vai se destacar na sua cidade. Para que isso tudo funcione é preciso investir um pouco na página do seu estabelecimento, mas nem se compara ao valor de anúncios em rádio e TV. Além disso, o retorno é bem maior, já que você fala diretamente com o seu público.

Vale lembrar que o retorno nesse espaço é um pouco mais lento. Isso significa que não é milagre, mas sim um trabalho constante de planejamento e testes de forma a conhecer bem sua persona e trazer o máximo resultado (venda e relacionamento) com o menor custo.

Também é importante ressaltar que as redes sociais não são como a TV e o rádio, onde você anuncia seu produto para todos e espera que venham até você. Aqui as pessoas querem se relacionar e por isso estão abertas a conversa. É necessário criar um relacionamento para depois vender. Afinal, não temos o hábito de comprar de quem não conhecemos e na internet isso triplica.

Já está pensando em como colocar sua marca no digital? Você encontra muito material gratuito na internet para começar. Se preferir, fale com um profissional de marketing. Com certeza terá um pacote que cabe no seu bolso. Ou mande uma mensagem para gente! Aqui no Ladies On temos diversas especialistas nessa área.

Performance não é só sobre valor financeiro

Performance não é só sobre valor financeiro

Performance no digital, a primeira vista pensa-se em vendas , conversões, lucros e retorno financeiro.

Porém, o que muitos não entendem é que para chegar aos resultados, o processo e os objetivos precisam estar alinhados.

Performance é o ato de cumprir determinada tarefa a partir de um conjunto de habilidades específicas.

Ter um bom planejamento e execução dos processos está extremamente relacionado a performance do profissional ou da equipe.

O que acontece muitas vezes, é que o processo de planejar quase nunca é reconhecido. As pessoas tem a tendência de ver apenas quando o “sucesso” de uma pessoa ou uma marca é alcançado. E não olhar o passado, e caminhos que ela passou para chegar a esse “sucesso” ou “resultado”.

Só quem passa por todo o processo vivencia na prática as dores e desafios. Além de ter uma grande persistência, habilidades, visão ampla, para atingir o objetivo final e alcançar os resultados pré determinados.

A forma como você lida e executa os processos de um projeto, vai impactar diretamente na sua performance.

O que pouco se fala , é o fato de que mesmo que o objetivo final não seja alcançado, a forma como a(o) profissional ou a equipe executou e passou pelos processos, pode sim ter tido um resultado e performado dentro da demanda que foi trabalhada.

De acordo com o escopo a ser trabalhado sua performance no digital também pode ser vista em alguns casos, como por exemplo:

– ganho de marca

– planejamento de campanhas

– ganho de tráfego

– leads

– desenvolvimento de site ou loja para melhora da navegabilidade, experiência do usuário

Entre muitos outros objetivos, que podem ser pré-determinados antes de iniciar um serviço.

Se você, como profissional consegue mensurar, demonstrar o resultado é possível medir a performance do serviço realizado.

Ai entra a importância da definição e alinhamento de objetivos antes mesmo de iniciar o projeto. Só assim você conseguirá ver e mensurar sua performance dentro do escopo pré- definido.

Falar de números, vendas é sempre muito mais legal. Mas, o fato de entregar resultados dentro do que se definiu ser entregue, já é sim, uma forma de mostrar sua performance.

Tudo isso deve ser bem alinhado com a(o) cliente. Esse alinhamento ajuda você, como profissional e ajuda ao cliente entender os processos, o caminho. Além de influenciar no relacionamento, deixando ele mais transparente e mais assertivo no fechamento de contratos e serviços.

No e-commerce, esses alinhamentos e objetivos devem ser bem claros e separados. Afinal o objetivo final sempre será o retorno financeiro.

A separação desses objetivos e alinhamentos, ajuda tanto você ver sua evolução como profissional. Como o cliente ficar a par do que está sendo realizado.

Ao mostrar ao cliente o planejamento, o desenvolvimento , crescimento e resultados os dois saem ganhando na maioria das vezes.

Performance também está muito ligada a relacionamento, afinal somos humanos. E trabalhar em um projeto onde há troca de experiências, do cliente com a(o) profissional, na maioria das vezes,  traz diversos aprendizados e até a soluções estratégias que podem deixar a performance muito melhor.

 

Game também é coisa de marca

Game também é coisa de marca

Se você acha que joguinho é coisa de criança, você está completamente equivocado. Os games representam bem mais do que entretenimento infantil. Segundo dados da Pesquisa Game Brasil (PGB) de 2018, 67,9% dos jogadores brasileiros possuem idade entre 25 e 54 anos.

Nessa mesma pesquisa, perguntou-se aos jogadores de games como eles classificariam algumas marcas. Os critérios estariam entre: “eliminar”, se sentir em “órbita distante”, ser “indiferente”, considerar como do “meu time” e “defender bravamente”. Segundo essa ordem de importância, quanto mais perto da última classificação, maior o envolvimento do consumidor com aquela marca.

No quesito marcas de tênis, por exemplo, a Nike foi vencedora. 40,5% dos entrevistados a colocaram no “seu time” e 36,7% a “defendem bravamente”. As outras marcas avaliadas foram Asics, Mizuno, Adidas, Reebok, Puma, Olympikus, Fila, Timberland, Skechers, New Balance, Converse, Under Armor, Vans e Osklen.

Para um consumidor defender bravamente uma marca é preciso ter um envolvimento emocional profundo, é preciso ter amor e a Nike é uma lovemark. Uma das estratégias utilizadas pela marca para proporcionar experiências únicas aos seus consumidores foi a realização de corridas de rua e posteriormente a criação de uma comunidade batizada como Nike+.

Inicialmente, para fazer parte dessa comunidade, o consumidor precisava comprar um tênis acompanhado de um pequeno transmissor que coletava dados como distância percorrida, ritmo, tempo e gasto calórico. Hoje, ele precisa apenas baixar o aplicativo Nike Running. Dentre as suas funcionalidades, existem os desafios de distâncias semanais e mensais para manter o corredor motivado, os troféus e medalhas para celebrar as conquistas e o ranking para competir com os amigos.

Nós gostamos de competir, atingir objetivos, quebrar recordes e receber recompensas. Quando algo nos proporciona isso, nós nos sentimos vencedores e isso nos estimula a continuar atrás de novos desafios semelhantes. A Nike entendeu tão bem essa lógica e o seu consumidor que só a comunidade Nike+ Run no Facebook conta com mais de 17 milhões de usuários.

Essa estratégia de marketing utilizada pela Nike, alinha conceitos e mecânicas utilizadas em games. Conhecida como gamification ou gamificação, ela tem como objetivo principal engajar e motivar os consumidores com a marca. Entender os hábitos do seu consumidor pode ajudar a criar uma estratégia gamificada e aumentar o vínculo emocional com a sua marca. Fazer um bom estudo da sua persona é essencial para isso. Nesse artigo, você encontra 4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor sua persona.

Você já desenvolveu ou participou de alguma ação gamificada? Conta pra gente nos comentários!

 

 

 

 

 

Você realmente conhece o cliente do seu cliente?

Você realmente conhece o cliente do seu cliente?

Nas últimas semanas, uma conversa em um grupo de Facebook voltado para Social Media abriu a minha visão a respeito se, de fato, eu realmente conheço o cliente do meu cliente. O questionamento começou quando uma pessoa com dúvida, perguntou como fazia para conseguir alcançar clientes de determinado público, pois a segmentação por renda do Facebook não estava fazendo efeito nas campanhas de Facebook ADS.

Nos comentários, uma surpresa: uma pessoa comentando que consegue vender um produto bem ímpar, do mesmo público que a pessoa que havia feito a pergunta, com facilidade. No mesmo momento, milhares de perguntas pipocaram, todos gostariam de saber a “segmentação milagrosa” que havia sido utilizada para alcançar tal público.

Super humilde, a pessoa se disponibilizou em compartilhar duas segmentações utilizadas em uma campanha:

●    A primeira, referia-se ao nome de um atleta muito famoso, ganhador de diversos prêmios de um esporte amplamente praticado pelo público escolhido;
●    A segunda, abordava um tipo de prova esportiva, que também era acompanhado amplamente por esse público desejado.

Nessa especificação, foi perguntado se a pessoa que estava em dúvida, conhecia os nomes citados na segmentação. Foi respondido que não. Os dados apontados referentes ao número de pessoas que conhecem os tópicos e são potenciais clientes eram condizentes com a segmentação desejada. Papo vai, papo vem, a frase “Segmentação por classe social não deve ser focada exclusivamente em renda, mas sim, em interesses. Os interesses da Classe A são totalmente diferentes dos interesses da classe C e D”. A partir disso, um estalo se fez presente em minha mente.

Durante o aprendizado sobre como proceder com um novo cliente, com briefings, análises, também é apontada a criação de persona, o que muitas vezes é ignorado ou feito levianamente pelo profissional responsável pelo projeto.

Mas o que é exatamente a persona? A persona, segundo a Resultados Digitais, é uma “representação fictícia” do cliente ideal da organização, sendo baseada em informações reais dos clientes da organização, como comportamento, desafios, objetivos, etc. É fundamental para que a organização consiga criar e desenvolver um relacionamento com o seu público-alvo, pois a partir do surgimento da persona, o processo é facilitado, pois você passa a compreender melhor todos os desejos, anseios e gostos do seu cliente.

O que realmente me chamou a atenção nessa situação foi como os gostos da persona podem ser utilizados para segmentação no Facebook ADS, o que é muito positivo, visto que parcerias amplamente utilizadas para anúncios como a do Serasa Experian, estão sendo descontinuadas. E quanto mais detalhada essa persona for, mais dados a favor da empresa, que consegue com mais facilidade compreender o seu público.

Diversos profissionais de marketing digital afirmam em seus anúncios que conhecem os clientes dos seus clientes e que isso é um dos principais motivos para serem contratados pelas organizações. Mas será que realmente conhecem?  E se conhecem, até onde isso vai?

Nós como profissionais da área, precisamos compreender profundamente o público-alvo de cada organização que trabalhamos, para que o trabalho executado seja bem-sucedido, e que a comunicação aconteça de forma clara e precisa. Que a persona é uma ferramenta que pode contribuir largamente para o trabalho de estabelecer relacionamentos. Diversos conteúdos gratuitos estão disponibilizados a respeito, por que não começarmos a aplicar efetivamente no dia a dia? Essa é a reflexão que trago para hoje.