Vídeo Tutorial Trello – Dicas e uso para um bom planejamento

Vídeo Tutorial Trello – Dicas e uso para um bom planejamento

Planejamento utilizando a Ferramenta Trello.

Vídeo tutorial Trello – Como usar essa ferramenta?
Saiba aqui. Além de dicas de uso no dia a dia, que podem contribuir com sua produtividade, planejamento e organização.
No trabalho em equipe ou freelancer.

Veja o vídeo completo abaixo:

O Trello pode ser usado de modo gratuito, eles também tem planos pagos, você pode ver mais aqui.

Depois desse vídeo tutorial Trello, se você ainda não usa, faça uma experiência! É uma ferramenta que muitos profissionais próximos já tinham falado, mas sempre fui adiando o teste ou uso frequente. Depois que comecei a usar, principalmente para o trabalho em equipes, ajudou na minha produtividade e organização e nos planejamentos.

O tema da semana é COMO PLANEJAR O PLANEJAMENTO, parece óbvio, mas não é tão simples na prática.

Quando você começa um planejamento vão surgindo muitas questões. E não colocar no papel ou em alguma ferramenta o seu planejamento, ideias, insights, pode torná-lo um eterno planejamento e o processo de colocar em prática o que foi planejado pode ser um fracasso.

Utilizar muitas ferramentas para planejar para alguns também pode ser penoso, desafiador e até não dar certo por vários motivos.

Eu prefiro usar 3 ferramentas basicamente quando inicio o processo de planejar o planejamento.

O Trello, a Operand e Google Calendar

Existem diversas ferramentas que fazem os mesmo que eles, e até mais que eles. Ferramentas são bem particulares e dependem de sua forma de trabalhar. Nesse post vou falar um pouco dessas três que são as que uso na minha rotina.

Trello

O Trello como mostrei no vídeo, tem a possibilidade de você usar em uma única ferramenta, organizações suas, particulares e também em equipe. Isso me ajuda bastante na produtividade. Primeiro, porque em um único local, posso ver os projetos separadamente mesmo que tenham alguns quadros em equipe.

Além disso, as notificações são bem úteis porque chegam por e-mail. Isso ajuda também  a encurtar uma conversa no Whatsapp ou Messenger, afinal, o que a gente menos tem nos dias de hoje é tempo.

Os avisos de datas de entrega também chegam por e-mail, além de poder integrar com o calendário do Google. Isso também é um ponto forte para praticidade.

Fora isso, o Trello, tem outras muitas integrações, que não utilizo, mas que pra você que está vendo esse post pode ser útil 🙂

Outra função do Trello, que gosto bastante é poder personalizar cada quadro com cores ou fundo de tela. Visualmente ele fica mais fácil, limpo e facilita a visualização de tarefas e projetos.

Outro ponto positivo, é poder fechar e arquivar cartões e/ou quadros ficando tudo organizado visualmente. Além da felicidade que todo profissional sabe que é a entrega do projeto. Ajudando a nos sentir confiante e realizada na conclusão de prazos e entregas.

Operand

A outra ferramenta que mencionei foi a Operand, ela é paga, um pouco mais completa que o Trello. Pode ser para trabalho individual e também em grupo, veja valores aqui.

Além da parte organizacional e planejamento, a Operand tem funções como: envio de propostas, financeiro, lista de clientes. A Operand tem mais funções operacionais para melhor organização de sua empresa. Se tiverem interesse, podemos depois fazer um vídeo dela também.

O importante é escolher a(s) ferramenta(s) que você se sinta confortável de usar e que te ajude no seu planejamento diário, semanal e de projetos.

Conta pra gente que ferramentas você vem utilizando 🙂

 

Sou mãe, e agora?

Sou mãe, e agora?

Sempre sonhei com a área de comunicação, embora minha primeira tentativa tenha sido em uma sala de aula. Pensei que, ao me tornar professora, essa necessidade de me comunicar seria suprida, mas não foi bem assim…

Buscava por uma profissão que me desse voz, que eu pudesse disseminar minhas ideias e, claro, que não tivesse nada relacionado a números. Ao ler a ementa do curso de publicidade me encantei, me apaixonei, tentei escapar e não consegui. Quando dei por mim, já estava no sétimo semestre e sem experiência de agência.

Pedi conta do emprego fixo e troquei por um freela, mas, a grana estava muito curta. Em junho de 2014, eu estava no meu tão sonhado primeiro estágio como Social Mídia em uma agência.

Tudo ia bem, até que: POSITIVO, parabéns MAMÃE!

E agora?! Agora é conversar com o chefe, ver o que a gente pode fazer… só falta um semestre para eu me formar, talvez ele possa até me contratar, né?!

A conversa fluiu, contei sobre a gravidez e ele me desejou boa sorte. Boa sorte!

Grávida, fora do mercado de trabalho, último semestre de faculdade, país em crise e eu perdida.

Não consegui emprego, não consegui me formar, meu parto foi normal, não foi humanizado, sofri… Mas o Noah é a melhor escolha da minha vida.

Por 1 ano fui mãe em período integral, mas as coisas não iam bem e eu precisava voltar ao mercado de trabalho, independente do meu sonho. Peguei um freela que me demandava coisas absurdas, mas eu precisava né?!

A cada entrevista a esperança renascia em meu coração, até a pergunta: filhos? Lembro-me uma vez que me indagaram: Agora que já tem um, não vai querer mais, não é mesmo?! Como é difícil ser mãe, profissional e mulher em uma sociedade machista, mas eu não me dou por vencida e espero que você mulher, não se dê também.

As portas se abriram e mais uma vez entrei em uma agência como social mídia e mais mil e uma utilidades, crua e sem atualizações, mas nada disso me assustou. Correndo atrás de conteúdos gratuitos e grupos de comunicação conheci o Estevão Soares e a Comunidade SMXP, do qual sou extremamente grata, não somente pela elevação do nível de conhecimento, mas pelo leque de oportunidades que essa comunidade me deu, uma delas é meu novo emprego no Marketing de um Grupo de Concessionárias e o outro é poder compartilhar minha história através desse lindo projeto que é o Ladies On .

Sou mãe, mulher e profissional, agora eu serei melhor que ontem e amanhã melhor que hoje.

Mãe, você foi ausente!

Mãe, você foi ausente!

Qual é a mãe melhor para os filhos? A que trabalha fora ou a que dedica a maior parte do tempo à família? A sua mãe foi boa para você? E você se considera uma boa mãe?

Tão doce, a palavra mãe parece que carrega uma culpa morfológica, tamanha a sensação que a gente tem de que nunca faz o suficiente pelos filhos. Toda essa cobrança é justa? Qual a origem dela?

Vou dividir com vocês minha experiência com meus dois filhos, Lorenzo (20) e Henrique (18). Em alguns momentos, eles já demonstraram algum ressentimento pelo fato de eu não ter sido tão presente quando eram pequenos. Meus filhos, vocês têm razão. Talvez tivesse sido bom a gente viver mais momentos de brincadeiras, de histórias, da companhia uns dos outros.

Por outro lado, eu tentava conciliar a construção de uma vida profissional digna, e para isso tinha de me dedicar muito. Talvez tenha exagerado em diversas situações, e certamente fiz a opção errada em outras. Às vezes sinto culpa e um aperto muito grande no coração por não ter visto meus filhos crescerem. Ainda bem que existem fotos que me ajudam a lembrar como eles eram nas diversas fases por que passaram.

Muitos foram os momentos em que eu cheguei cansada e sem paciência e nem disposição para contar histórias ou cantar para eles. Mas estava sempre por perto, mesmo que não por muito tempo. E o amor que sinto pelos dois ocupava todo o espaço possível.

Quando eram pequenos, fiz poucos bolos, poucos doces, raras comidinhas. Passei a me dedicar um pouco mais a isso depois que eles cresceram, e aí vi como é maravilhoso ver o filho da gente comendo e achando uma delícia coisas que nós fizemos!

Arrependimento? Não sinto. Houve uma época em que comecei a me abater por esse sentimento, e então refleti sobre como eu seria se tivesse abdicado da força que me impulsiona para ser uma profissional de comunicação. Concluí que eu não seria feliz e, consequentemente, não teria como ser uma boa mãe nessa condição. E expus esse entendimento aos meus filhos.

Acredito que muitas mulheres sejam extremamente realizadas por terem decidido de forma diferente, e respeito aquelas que preferem se dedicar aos filhos. Já minha experiência me permite afirmar que é possível conciliar a maternidade com o trabalho. Afinal, a relação entre filhos e mãe é única, íntima, dotada de uma força que só a gente é capaz de compreender.