Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to action: do inglês, chamada para ação.

Call to action são comandos que indicam determinada ação que você quer que a sua audiência faça. Afinal, se você não pedir, eles não vão adivinhar o que fazer.

Exemplos: “COMPRAR AGORA”, “FAÇA DOWNLOAD”, “INSCREVA-SE” e muitas outras.

A primeira coisa que eu vou te contar – caso você ainda não saiba – é: Para vender online você precisa de CTAs. Sem isso não tem venda!

Resumindo, a CTA é usada para fazer a sua audiência “cair” – no bom sentido – no seu funil para que você possa criar um relacionamento de confiança até a venda. Mas isso é papo pra outro post. #chamaeudenovo

Essa é a famosa CTA e se você clicou no “big botão”, Bazinga!

Tá bom, Mari. Já entendi. Agora eu quero mesmo é saber como eu posso usar essas palavrinhas mágicas a meu favor.
Depende, você primeiro precisa definir o objetivo do uso da CTA na sua estratégia. Não é simplesmente jogar uma frase “FAÇA ALGO” e esperar que todo mundo clique, seja pra captar um e-mail, para oferecer um material gratuito, para obter respostas em uma pesquisa, para ter mais seguidores, curtidas. Muita calma nessa hora!

A CTA é literalmente o botão que vai levar a sua audiência pra “passear” pelo seu funil, pelo seu conteúdo. Com a estratégia – e as chamadas – certa para sua persona você consegue fazer uma pessoa sair de uma rede social para  seu blog ou do seu e-mail para o blog, do e-mail para a rede social, para um vídeo, para um formulário, e o mais importante, para uma compra!

 

Call to action não é varinha de condão

Mas vamos lá amiguinhxs, a call to action não é santa milagreira. Estamos falando dessa “super ajuda”, mas tem muito mais por trás disso. Planejar, planejar, testar… 

E qual é a hora perfeita pra mandar ver na CTA?

Na hora de CONVERTER, my friend. Essa é a hora!

A chamada pra ação converte a audiência em lead. E depois disso você precisa entregar valor, não esquece! Se não sua CTA maravigold não vai ter servido de nada. 🙁

Agora você vai me dizer que não tem como colocar o “big botão” vermelho nas redes sociais. Verdade, não dá. É uma pena! Mas dá pra ser criativo e, principalmente, conhecer bem a sua persona. Assim você vai gerar um conteúdo impossível de segurar o click do mouse! Use call to action sem compromisso, oferecer testes gratuitos é uma ótima forma de começar. Quem não ama coisas grátis?!

IMPORTANTE: Não precisa sair colocando CTA a cada duas linhas de conteúdo. E outra dica: Não use frases grandes, tenta usar umas 4 palavras, mais ou menos. Quem está passando pela chamada precisa entender a mensagem e sentir vontade de clicar em um piscar de olhos – ou scroll do mouse!

É extremamente importante que a mensagem fique clara. A pessoa precisa ter certeza do que vai acontecer quando ela clicar na sua call to action, babe! Não pode enrolar e mandar pra um monte de lugar até entregar o tal e-book gratuito. Vai ser rejeição na certa e o relacionamento nem vai começar. #dicadeamiga

Objetividade sempre! Entregar exatamente – ou mais #ficaadica – o que está prometendo, é assim que se começa um relacionamento. E é assim que você fará aquelas pessoinhas lindas clicarem em todas as suas CTAs depois disso. Afinal, elas sabem que daquele click vai sair algo que realmente vai agregar. Só não esquece que esse é um caminho que precisa ser percorrido com paciência e conteúdo de valor.

Eu poderia passar horas falando sobre onde e como usar uma chamada para ação. Mas não temos tantos caracteres disponíveis e muito menos tempo para textão, não é mexxmo?! É mexxmo! Então, seguimos….

Redes sociais:

1 – Instagram: Você pode usar o “ver mais” no story (se tiver mais de 10k de seguidores), o famoso [link na bio]. E esse link pode ser um linktree (https://linktr.ee/). Assim você consegue dar várias opções pra sua audiência e dá pra escolher clicar onde mais se interessar. Ah, pode ser enquete também, opção é o que não falta.

2 – Facebook: Além dos anúncios (que dá outro mega post), você pode usar chamadas nos seus posts orgânicos. E isso inclui fazer perguntas, colocar links de pesquisas, links para seus posts no blog, pra sua página de venda, para um artigo que você achou bacana.

Lembrando: tudo depende da estratégia. Nem sempre a estratégia começa em gerar leads, às vezes você vai precisar primeiro só gerar engajamento mesmo.

3 – Youtube: O famoso “curte e compartilha” e “link na descrição”. Mas pra você fazer alguém clicar no link na descrição do seu vídeo precisa entregar muito valor ou gerar muita curiosidade.

4 – Linkedin: Ótimo para levar seus contatos para artigos do seu blog ou site. E depois de entregar um super conteúdo, com certeza você vai ter mais um inscrito na sua newsletter.

E aí temos as tão famosas – e temidas – páginas de venda e de captura. Nessas dá pra colocar botão vermelho! #aloucadobotãovermelho

Só não esquece que não pode sair colocando botão de chamada pra ação em qualquer lugar.

Repito: tudo depende da estratégia. Tenha uma estratégia, sempre!

Em uma página de captura você pode pedir nome, e-mail e entregar um material gratuito super bacana.  E se você for autoridade no seu nicho, já joga logo a audiência pra página de venda que é moeda no cofrinho na certa! hahaha #brincadeirasaparte

Se você não for – AINDA – clica nessa chamada aqui e entra pro SMXP 

Afinal, tu acha que essas Ladies poderosas do digital saíram de onde?

Portanto, você precisa atrair a atenção das pessoas, engajar sua audiência e, finalmente, converter! Pra cada etapa dessa você deve usar chamadas diferentes.

Sabia que o botão vermelho escrito download não tem feito muito efeito?  Virou mais do mesmo e todo mundo tem um desse.

Pop-ups? Conhece mais chato? Tô lendo um texto e de repente pula uma caixinha na minha cara que só sai se eu colocar meu e-mail. Por favor, não façam!

Mas, olha, um cabeçalho permanente vale usar, ele é chamativo sem ser inconveniente. Pra entender melhor e configurar o seu, clica aqui.

Tem o tal do pop-up de saída que é uma questão a se avaliar. Quando a pessoa está prestes a sair da sua página abre uma caixinha oferecendo “algo em troca do e-mail”. Já foi provado que eles funcionam 35% melhor que uma CTA no fim de um blog post, por exemplo. Mas precisa testar, nem toda persona aceita. Cuidado!

E eu continuo na tecla “DEIXE A MENSAGEM DO VALOR QUE VOCÊ VAI ENTREGAR O MAIS CLARA POSSÍVEL”.

PROMETA FORTE. ENTREGUE FORTE. Cia, André

Utilizar uma call to action é a primeira forma de gerar conversões no seu site. Não adianta todo aquele trabalho de marketing de conteúdo sem CTAs efetivas, que capturem leads e – com trabalho duro – vão converter EM VENDAS no final.

Agora é sua vez! Quais são as CTAs que mais convertem pra você?

Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Sabe aquele amigo que sempre faz parte das suas histórias nas rodinhas de conversa com outros grupos? Você faz referência a ele pelo nome e as pessoas se baseiam em todas as características que o descrevem, certo? A mesma coisa vale para a sua marca: ela pode (e deve) ter uma personalidade com características marcantes que expressem as crenças e valores da empresa. É isso que chamamos de Brand Persona!

Muito mais que humanização da marca, uma Brand Persona é a personificação dos valores, do tom de voz, da linguagem e do “estilo” de uma empresa. É muito mais fácil sentir empatia e se relacionar com uma pessoa, um personagem ou uma mascote do que um estabelecimento físico com CNPJ, por exemplo.

Quando penso na marca Ponto Frio, me vêm imagens de uma loja imensa e cheia de eletroeletrônicos. Já quando penso no Pinguim (Pin para os íntimos) tenho a referência de um amigo. Ele conversa com as pessoas, dá desconto nas redes sociais, tem sentimentos e, até mesmo, uma namorada.

Outra brand persona muito boa é a Lola da marca carioca do setor de cosméticos capilares, Lola Cosmetics. Ela é amiga íntima das consumidoras, já teve até divã em que ajudava a lidar com situações cotidianas para além de cremes de cabelo. A marca usa linguagem coloquial, reponde sempre com leveza, em tom de conversa, fazendo piadas ou sendo irônica.

A Lu, do Magazine Luiza, também não fica para trás. Ela aparece nas redes sociais, no aplicativo da marca e em vídeos explicativos ajudando e estreitando os laços com os consumidores.

Criar uma brand persona é um exercício e parte sempre do mesmo princípio: valores e missões das empresas. A personificação através de uma mascote ou personagem não é um dos pré-requisitos. Veja o caso da Netflix: os valores, a comunicação e o público estão nítidos o tempo todo na personalidade da marca.

Outro exemplo que gosto de citar sempre é a UFJF. A comunicação reflete os valores de ensino da Instituição sem deixar de lado o carisma e simpatia com os jovens ao divulgar o vestibular seriado ou cardápio do Restaurante Universitário, por exemplo.

Mesmo sem ter um personagem bem definido é preciso estar atento ao tom de voz. A Nubank e o Banco Inter se destacam nesse quesito. Mesmo se tratando de instituições financeiras, eles têm liberdade para tratar os consumidores pelo nome e para fazer piadas leves com o cotidiano. Tudo com muito respeito no tom de voz utilizado.

É importante lembrar que essa personalidade deve ser fixa, ou seja, não podemos mudar de brand persona a cada campanha. E que ela deve ser comunicada em canais onde o público-alvo possa se sentir representado.

E você? Conhece algum outro exemplo, bom ou ruim, de brand persona pra gente comentar?

Neuromarketing: use as imagens certas nos seus anúncios

Neuromarketing: use as imagens certas nos seus anúncios

Em 2012, o Itaú transformou um viral do bebê gargalhando ao ver papel sendo rasgado, em campanha pela substituição dos extratos físicos pela versão digital.

Divertido e leve, o comercial levou o banco à liderança isolada na pesquisa Lembrança de Marcas na Propaganda de TV, realizada pelo DataFolha e publicada pela Revista Meio & Mensagem naquele ano.

Um em cada cinco paulistanos apontou o filme como preferido e mais lembrando naquele período. Mas o que um bebê tem a ver com um banco? Como um vídeo caseiro poderia ultrapassar super produções publicitárias e levar a marca para o Top Of Mind?

De acordo com uma pesquisa da Universidade Duke, em 2008, não nos sentimos apenas atraídos por pessoas que sorriem, mas também tendemos  a lembrar do nome delas. Os resultados revelaram que a região do cérebro associada ao processamento de recompensas ficava mais ativa quando os participantes estavam aprendendo e rememorando os nomes dos indivíduos sorridentes.

Ou seja, a alegria e felicidade é um fator fundamental nas decisões de compra. Associar imagens felizes em anúncios não é uma estratégia inovadora, mas é o clichê que funciona. E isso, pelo simples fato da atuação dos neurônios-espelho.

Neurônios-espelho são neurônios que se ativam quando uma ação está sedo realizada e quando a mesma ação está sendo observada. Em suma, se observamos alguém fazendo algo (ou se lemos a respeito) acabamos fazendo a mesma coisa – em nossa mente. Se você me visse bocejando, seus neurônios-espelho se ativariam e você automaticamente sentiria a vontade de bocejar.

Esse conceito de imitação é um fator importante na nossa motivação para comprar o que compramos. E isso é muito mais poderoso que nós, profissionais de marketing, podemos imaginar. Os neurônios-espelho podem guiar totalmente a lógica do consumo. Então, atue com moderação e responsabilidade ao criar anúncios com pessoas felizes. Assistir uma pessoa se divertir proporciona quase tanto prazer quanto realizar aquela ação.

Conteúdo não é só post

Conteúdo não é só post

Esta publicação tem um principal objetivo: mostrar que o conteúdo vai muito além de uma simples postagem. Isso porque, o que você vê em blogs e mídias sociais é mais do que imagem e texto, envolve também: estratégias de branding, planejamento, mensuração de resultados, monitoramento, análise de concorrência, pesquisa de palavras-chave, objetivos de mercado, estudo profundo do público-alvo e muito mais.

Para explicar isso, vamos dividir o processo de criação de um conteúdo em quatro fases: planejamento, produção, operação e promoção. São essas fases que vão evitar falhas no processo de criação de conteúdo e te ajudar a ir além de simples posts no Facebook.

1 – Planejamento

Antes de mais nada, ao iniciar o planejamento da sua estratégia de conteúdo, você precisa ter em mente quais são os seus principais objetivos: alcançar mais tráfego, realizar mais vendas, gerar relacionamento, educar o cliente sobre o seu produto ou serviço, entre outros.

Além do objetivo, é preciso também conhecer o seu público-alvo e a sua persona: o que é importante para os meus leitores? Quem eles são? Que tipos de conteúdos eles gostariam de ler?

Esses dois passos são importantes para que você comece a construir um processo de confiança com quem acompanha o seu negócio. Tendo os dois itens acima em mente, já é possível começar a pensar em toda a jornada de compra do seu cliente, desde o momento em que ele te descobre até a compra ou contratação do que você oferece.

Após definir os objetivos de cada conteúdo que você irá gerar, quem é o seu cliente, a jornada de compra que ele segue, é hora de definir quais serão as palavras-chave da sua estratégia e também analisar os principais canais que estes conteúdos serão veiculados.

Agora é hora de fazer um brainstorming para definir os assuntos que serão abordados e as datas de cada um deles. Os conteúdos podem ser escritos falando sobre o seu serviço, sobre o seu produto, mas também de assuntos relacionados. Na etapa de brainstorming, considere todas as sugestões, mesmo que elas sejam extremamente malucas em um primeiro olhar. O planejamento editorial construído desta fase vai ajudar nas três outras que vocês vão saber a seguir.

Veja o post da Lady Anna Flávia Nascimento sobre planejamento conteúdo e saiba mais sobre esta etapa.

2 – Produção

É hora de colocar a mão na massa e começar a escrever. Com um calendário editorial pronto, você consegue dar start na produção dos conteúdos que você planejou além dos posts. Você pode criar uma infinidade de publicações. Seus conteúdos podem ser:

  • Vídeos;
  • E-books;
  • Editoriais fotográficos;
  • E-mails;
  • Webinários;
  • Infográficos;
  • Templates;

Esses são apenas alguns exemplos de conteúdo que você pode produzir para ir além de um simples post. Alguns deles inclusive, ajudam você a aumentar a sua base de leads. É por isso, que você deve ser útil para conquistar a confiança de sua persona. Quando você escreve sobre soluções para possíveis dores de alguém, o conteúdo que você fez ganha muito mais valor para o seu cliente.

Calma, sei que dei exemplos de tipos de conteúdo além do post, mas não falei sobre os assuntos que você pode abordar. Separei algumas dicas de conteúdos que você pode fazer para os seus clientes:

  • Cases: entreviste seus clientes, conte a história deles. Todo mundo gosta de ver casos reais de sucesso ou de garantia de solução. Isso traz credibilidade para o seu negócio. Este conteúdo pode ser um vídeo, um webinar ou até mesmo um simples e-mail.
  • Guias, manuais e tutoriais: um passo a passo completo de como usar a sua ferramenta ou o seu produto. Um guia para noivas, mães iniciantes, guia de presentes e por aí vaí. Já pensou como um passo a passo completo oferecendo uma solução pode ser um conteúdo incrível para seus clientes? Esses conteúdos podem infográficos, webinários, vídeos ou até mesmo editoriais fotográficos.
  • Soluções: planilhas, ferramentas, checklists podem fazer parte das soluções que você irá entregar para o seu público. Pode parecer para você, que este tipo de conteúdo não é muito agregador, mas saiba que estes templates e kits podem ajudar muitas pessoas, por isso não podem estar fora de suas estratégias de marketing.

Não se esqueça da importância das palavras-chaves nesta fase de produção de conteúdo.

3 – Operação

Você produziu todos estes conteúdos e agora é hora de colocá-los no ar. Como você irá veicular cada um deles? Em quais meios eles estarão disponíveis para o seu público?

Após essas definições e publicações, é hora de analisar os resultados. Esse acompanhamento, na fase de operação, é fundamental para entender que tipo de conteúdo vale a pena continuar sendo produzido e qual você não precisa mais produzir.

Analise e crie planos de ação para as melhorias no planejamento do próximo mês.

4 – Promoção

Nesta etapa de promoção é hora de começar a divulgar os conteúdos que você criou. Aqui, os posts em mídias sociais se tornam fundamentais para gerar relacionamento com os seus clientes e para que eles alcancem ainda mais pessoas.

É preciso estar presente em todas as mídias sociais. Na etapa de operação, verifique os melhores horários para as publicações. Publicações anunciadas nesses meios e também links patrocinados no Google são excelentes geradores de tráfego para o seu conteúdo.

E aí, preparado para criar conteúdos além dos simples posts? Ter uma estratégia de conteúdo alinhada com os interesses de seus clientes, certamente o ajudará a ter mais resultados!

Tem alguma sugestão de conteúdo além dos posts? Conte para a gente nos comentários!

Você sabe como produzir conteúdo para a persona do seu cliente?

Você sabe como produzir conteúdo para a persona do seu cliente?

Depois de estudar seu cliente, estruturar a base de ação, com a persona já identificada e pronto para entrar no planejamento de conteúdo, vem aquele bloqueio criativo e você pensa, “e agora, que vou entregar de conteúdo para a persona do meu cliente”. Sim, quem nunca?

Lembrando sempre, a importância de não ter medo do cliente e sempre perguntar tudo, até os mínimos detalhes, vai facilitar muito seu planejamento.

 “Uma campanha de marketing de conteúdo eficaz requer que os profissionais de marketing criem conteúdo original da empresa ou fontes externas” Philip Kotler em Marketing 4.0

Mas a facilidade da internet está aí para isso e podemos usar diversas plataformas e ferramentas para produzir conteúdo para a persona do seu cliente. Para produzir um bom conteúdo, não podemos pular a etapa de pesquisa e conhecimento de mercado para destacar o que realmente tem importância no mar de informações que é a internet.

Stalkear e saber o que está em evidencias em Blogs, páginas de influenciadores, o que os concorrentes estão fazendo, é basicamente os primeiros passos.

Grupos de Facebook, são recheados de conteúdo. É sempre bom estar em diversos para poder saber o que eles estão consumindo de informações. Outra plataforma sensacional é o Twitter, que tem conteúdos férteis, podendo pegar o “timing” de algumas situações e gerar conteúdo.

Além dessas formas de pesquisa, vou listar aqui, algumas ferramentas que para ajudar nessa pesquisa de conteúdo. Vamos lá:

Para analisar qual conteúdo está se desempenhando melhor em algum tópico e até concorrente. Essa plataforma é paga, porém, tem 7 dias de teste gratuito, o que vale a pena experimentar e conhecer seu potencial.

Para analisar os termos mais populares de busca no passado e no presente. Pode ser feito um comparativo de conteúdo e em qual período ele é mais comentado ou buscado e tudo isso grátis.

Esse é bem interessante e gratuito. Pode-se verificar como está o trafego do site do seu cliente e buscar por determinadas palavras chaves, e vários temas sobre, além de ter vários insights pelo volume de busca e até pelo CPC.

Uma ferramenta de dados e insights, para analisar as tendências de consumo de temas variados e ficar atualizado no comportamento do consumidor.

Importante, fazer um mapa mental para organizar o que captou nas pesquisas e colocar a mão na massa montando conteúdos de qualidade para prender a atenção da sua persona até o final.

Como dica, lembre-se que título é um cartão de visita para sua persona, se não for atraente, seu trabalho pode ser em vão e não esquecer do visual, seu criativo, para enriquecer ainda mais seu conteúdo.

Leia sobre Persona

“A Persona pode estar ao seu lado.”

“4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor sua persona”

Planejamento de conteúdo: o que é e dicas de como fazer

Planejamento de conteúdo: o que é e dicas de como fazer

Você já sentou na frente do computador e teve dificuldades para produzir conteúdo? Se a sua resposta foi sim, esse texto é para você! Muitas vezes, essa dificuldade existe por não haver uma estratégia de conteúdo bem definida.

Independente da área de atuação, alguns pontos precisam ser definidos antes de colocar a mão na massa e efetivamente produzir conteúdo. No livro Marketing de Conteúdo, Rafael Rez, define a estratégia de conteúdo como a “prática de planejar, criar, entregar e gerenciar conteúdo útil e interessante a um público-alvo específico”.

Planejar, de forma geral, é saber onde se está e aonde se quer chegar. É nessa etapa que se deve entender o público, definir os objetivos do conteúdo, mapear a concorrência e determinar quais serão os primeiros passos.

O primeiro passo do planejamento de conteúdo é conhecer o cliente e criar personas, estereótipo do cliente ideal, para direcionar a conversa com ele. Podemos desenvolver quantas personas forem necessárias para conversar efetivamente com o público. Que saber mais sobre persona? Nesse post, nós falamos de 4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor a persona. Já nesse, mostramos como se comunicar com o seu cliente de forma singular. Confira outros conteúdos sobre persona.

O segundo passo é definir os objetivos do marketing de conteúdo para o negócio. Sem essa etapa, não é possível saber o que devemos correr atrás. O maior erro das estratégias de marketing, de forma geral, é não ter um objetivo claro e definido. Aprendi com Michael Porter que uma estratégia sensata começa com um objetivo correto. Da mesma forma que o planejamento estratégico deve ter um objetivo para o negócio, cada conteúdo produzido deve ter um objetivo específico.

Em seguida, é importante definir em quais canais atuar. É preciso estar em diversos canais para conseguir falar com a audiência e muita gente erra achando que a internet inteira se resume ao Facebook, por exemplo. Em alguns momentos, o ponto de contato com as personas vai acontecer através das mídias sociais, em outros do e-mail ou, até mesmo, do WhatsApp.

O quarto passo é a definição dos formatos de conteúdo. Depender exclusivamente de um formato de conteúdo não é o ideal. Por isso, trabalhe com formatos diferentes como post de blog, infográficos, vídeos, redes sociais, etc. e varie sempre que possível.

Após a definição dos formatos, é importante criar um calendário de conteúdo com temas e datas comemorativas relevantes para aquele negócio. Depois de todas essas etapas, é o momento de definir os KPI’s e as métricas. Sem saber o que medir, não é possível entender se a estratégia de conteúdo estabelecida está tendo sucesso ou não. Lembre-se de documentar todas etapas, metas, objetivos e como os conteúdos selecionados estão sendo estratégicos para alcançá-los.

Por fim e não menos importante: não se esqueça de que atrás de cada avatar, cada e-mail e cada tweet, existe uma pessoa. Então construa relações verdadeiras com os seus clientes.