Persona: como se comunicar com seu cliente de forma singular?

Persona: como se comunicar com seu cliente de forma singular?

Centrado no ser humano, o marketing de conteúdo é um grande aliado para desenvolver o relacionamento da marca com seus consumidores. Por isso, ao pensar em conteúdo para sua marca é imprescindível pensar em conteúdo humano, conectar seus consumidores de forma empática e imersiva, com assuntos que os ajudem a aliviar suas dores, desejos, anseios e aspirações.

No livro Small Data, Martin Lindstrom relata que, no mundo há bilhões de pessoas, mas, através de nossos hábitos, costumes, manias, medos, desejos e aspirações, somos reduzidos a mil tipos de pessoas.

Partindo desse pressuposto, conseguimos identificar que há muitos subconjuntos de pessoas, elas podem gostar ou não das mesmas coisas, compartilhar ou não das mesmas ideias ou ideais, o que não nos auxilia muito enquanto profissionais de conteúdo, tendo como objetivo estabelecer uma relação direta aos nossos clientes ou futuros clientes.

Mas, a ideia de subconjunto nos auxilia por um momento, pois, diante deles podemos mapear o comportamento, através de seus gostos, de suas tendências, do grau de ensino, do estilo de música, o consumo de jogos, enfim, há uma mar de possibilidades e quanto mais características comportamentais desses subconjuntos melhor será nossa definição de persona.

Depois desse processo a criação da persona fica mais fácil, através de tudo o que foi citado acima trace o perfil de sua persona com características mais aprofundadas, atributos físicos, intelectuais, sociais, emocionais, de personalidade, de consumo e de moralidade.  Dê nome, dê idade, dê sonhos, dê medos, escolha dentre aquele subconjunto o cliente que você gostaria de atender todos os dias.

Por que você deveria ter esse trabalho todo e criar logo suas personas?

Porque é essencial determinar o tipo de conteúdo, o tom, o estilo, os tópicos, os modelos e as informações que seu cliente quer, precisa e claro, gosta de consumir. É para não correr o risco de oferecer um rodizio de carne a um vegano.

Quando se cria uma persona, a forma da empresa de se comunicar torna-se singular. A empresa diz de forma clara ao cliente que está pronta e segura para atendê-lo, aliviando naquele instante suas ansiedades, se colocando disposta a ajudar e a satisfazer seus desejos da melhor forma possível.

E você está esperando o que para criar sua persona?

Se for ajudar, deixe seu contato aqui, que esse time formidável do LadiesOn tentará te ajudar da melhor forma possível.

 

 

Dia das mães: como trabalhar com a data na hotelaria

Dia das mães: como trabalhar com a data na hotelaria

Dia das Mães: análise de dados e dicas para trabalhar essa data no ramo de hotelaria.

As datas comemorativas podem ser uma oportunidade para aumentar as reservas de seu hotel, mesmo em tempos de crise econômica. Algumas datas como o dia das mães, não podem passar em branco e vamos explicar por quê.

Nesse artigo vamos ver alguns dados sobre a data, porque incluir o dia das mães no calendário de ações hoteleira, como se diferenciar e como fazer ações específicas. Confira!

O que os dados mostram sobre a data

Segundo um hangout do google:

• 72% dos brasileiros celebram o dia das mães;
• O Brasil tem 67 milhões de mães, 50 milhões de pais e 30 milhões de filhos;
• A influência na decisão de compra no momento de escolher o presente, em ordem de importância, se dá por:

  1.  Recomendação de amigos e família;
  2. Anúncios e Reviews Online;
  3. Redes Sociais;
  4. Anúncios na TV;
  5. Anúncios no Rádio.

 

Em 2017, o faturamento do dia das mães chegou a 1,9 Bilhões de reais em vendas pela internet e a tendência é aumentar. De acordo com o google search, essa data é a que mais cresce em número de buscas representando um aumento de 51% no período de 2015 a 2017.

O Dia das mães na hotelaria

Apesar da data ainda não ter expressividade no calendário hoteleiro e mesmo não aparecendo diretamente na pesquisa feita pelo google, a busca por serviços como opção de presente está aumentando.

De 2016 a 2018, os serviços mais buscados e que mais cresceram em buscas na data são:

  • 51% Salões de beleza;
  •  26% Reserva em restaurante;
  •  23% Serviços de spa;
  •  21 % Ingressos de teatro;
  •  17% Passagens aéreas.

 

Além desse crescimento que pode ser um indicativo de uma oportunidade, ao preparar ações para essa data o seu hotel está relacionando a marca emocionalmente com os consumidores.

Como diferenciar seu hotel na data?

Um ponto a ser destacado na hora de decidir em fazer alguma ação comercial para o dia das mães é que por ser uma data com apelo emocional, muitas vezes o preço não é o fator mais importante na decisão de compra. Nesse caso, podem ser agregados, além da diária do hotel, serviços diferenciados que tornam a hospedagem mais atrativa e com apelo comercial melhor para divulgação e venda.

É um erro acreditar que o quarto é o produto da hotelaria; as pessoas buscam ser surpreendidas, emocionadas e ouvidas. Quem trabalha com serviços, precisa entender os desejos do público-alvo e ir além das expectativas.

Sendo assim, agregar experiências ao serviço ofertado e se fazer presente nos meios digitais é fundamental quando a concorrência por preço não é a estratégia mais viável, principalmente em tempos de AIRBNB. O fato é que esperar uma mudança de cenário ou esperar passivamente as vendas feitas pelo Booking, não são as melhores opções para quem está buscando se diferenciar.

O que fazer, quando e como investir?

Antes de pensar em uma ação do seu hotel, é preciso entender o comportamento do consumidor, o que ele deseja e de que forma a data pode ser explorada de acordo com o potencial do seu hotel.

Quatro momentos-chave da jornada do consumidor para o Dia das Mães precisam ser entendidos:

Dicas valiosas para hotéis

#Dica 01 : Explore o potencial da sua estrutura e parcerias

Para formatar pacotes atrativos e com serviços agregados, analise a sua estrutura e veja de que maneira ela pode ser usada para atividades como: caminhadas acompanhadas por profissionais, workshops, oficinas, etc. Acione os profissionais parceiros do seu hotel para oferecer serviços diferenciados como massagens terapêuticas, aulas de Yoga, atividades esportivas, etc.

O que importa nessa hora é usar a criatividade para explorar o que o hotel tem a oferecer, já que mesmo com uma estrutura pequena é possível se diferenciar oferecendo mimos surpresas para as mães, um coquetel de boas-vindas, late check-out, bombons, ou ainda uma flor colhida do jardim tornará o momento memorável e especial.

#Dica 02: Esteja nos meios digitais na hora certa

64% dos brasileiros usam a internet como fonte de inspiração inicial quando ainda estão começando a pensar no que comprar e buscam por ideias de presentes. Esse é um momento em que são feitas as pesquisas sem compromisso e onde os visitantes se aventuram a descobrir novas marcas.

Essas buscas se iniciam um mês antes da data, então programe-se para lançar a sua campanha com antecedência. Vale lembrar que embora as buscas dos consumidores nos meios digitais relacionadas a data comecem com um mês de antecedência, 54% das pessoas pretendem comprar com 10 dias antecedência. Então, reforce a campanha no decorrer dos dias.

#Dica 03: Invista em diferentes canais conforme a jornada do consumidor

Com diferentes estratégias de mídia é possível atingir diversos tipos de pessoas, nos quatro momentos da jornada do consumidor.

  1. Para atingir quem está no primeiro momento da jornada, prepare um vídeo e anuncie no youtube;
  2. Para atingir quem deixou o presente para cima da hora, invista em mídia display;
  3. Para capturar o consumidor quando ele ainda está decidindo, invista em mídia search;
  4. Aposte também nas redes sociais facebook e instagram para divulgar sua campanha.
#Dica 04- Não deixe a data passar em branco

Se você não teve tempo de planejar uma ação para esse ano, não se preocupe, ainda assim é possível marcar presença na data. Prepare um material com uma mensagem dedicada as mães e publique nas redes sociais no dia.  Você pode ainda aproveitar a data para fazer uma ação de endomarketing, homenageando as mamães que fazem parte da equipe do hotel. Lembre-se que o primeiro cliente de seu hotel são seus funcionários.

Concluindo

Se os dados apontam para o crescimento da data nas comemorações dos brasileiros, é válido direcionar os esforços de planejamento para o Dia das Mães.
Mesmo para quem não se preparou com antecedência, essa é uma oportunidade de marcar presença nos meios digitais e relacionar a marca emocionalmente com os consumidores.

 

 

Você produz conteúdo para a persona ou para o seu cliente?

Você produz conteúdo para a persona ou para o seu cliente?

Você que acessou este conteúdo provavelmente já ouviu falar de Persona, digo isso porque é um termo que ouvimos muito no meio, e por mais que seja muito falado é pouco ou não utilizado.

Infelizmente a não utilização acarreta em segmentações errôneas e verbas gastas sem assertividade, já que geram poucas ou nenhuma venda por não conseguirem alcançar o público correto, visto que nem sabem quem são. Era só postar no Facebook, eles disseram.

Mas, se você deseja mudar este cenário e produzir conteúdo de forma assertiva continue neste post.

Adicione o Social às suas Redes

Segundo o site Resultados Digitais

Redes sociais são estruturas formadas dentro ou fora da internet, por pessoas e organizações que se conectam a partir de interesses ou valores comuns.”

Aqui já podemos grifar dois termos

  1. Estruturas formadas por pessoas e organizações
  2. Se conectam a partir de interesses ou valores comuns

Quando falamos de redes sociais, e a sua gestão, logo vem a cabeça a criação das peças, as criticas ao concorrente, como que a verba vai ser gasta e se o cliente vai gostar do que a agência está criando.

Neste território egoico, vemos pouco ou nada sobre pessoas, sobre histórias bem contadas e valores que podem ser passados através da marca para que se gere conexões entre público e empresa.

Ah mas o cliente é pequeno, não dá pra perder tempo com isso!

Bom, se o tempo não pode ser “perdido” cuidando daqueles que irão consumir seus produtos/serviços e consequentemente lhe trazer retorno financeiro, posso dizer que em algum momento a sua estratégia não irá mais funcionar. O modo em que consumimos está mudando e é preciso ficar atendo as tendências do mercado e não as pendências do seu cliente.

Sabemos bem quem é que paga o fee mensal diretamente, mas indiretamente a “conta paga” vem do público que consome aquele produto/serviço, sem ele não há empresa e muito menos cliente.

O papel dos profissionais de marketing é guiar os clientes por sua jornada desde o estágio de assimilação até se tornarem advogados (defensores ou embaixadores) da marca.

Philip Kotler em Marketing 4.0

Por isso é importante alinhar quem é o seu público alvo e quem é a sua persona para gerar conteúdos valiosos e estabelecer conexões reais.

A seguir conheceremos a diferença entre ambas e qual o seu papel na estratégia.

Público alvo x Persona

Primeiro, vamos entender as definições de público alvo e persona:

Público alvo é a definição do seu público com base em dados sociais, econômicos, demográficos e psicográficos. É, ou pelo menos deveria ser, o primeiro passo antes de começar uma campanha ou a cuidar da marca que chegou na sua agência.

Exemplo prático:

    • – Geográfica: moradores de Itu, Salto, Porto Feliz, Sorocaba ou Cabreúva
    • – Demográficos: Jovens, estudantes, de 20 a 35 anos, se formando em busca de independência pessoal e profissional e, consequentemente, frustrados.
    • – Econômica: Renda mensal entre R$1500,00 a R$3000,00
    • – Fase da vida: transição para a vida adulta – saindo do ninho, descobrindo-se na profissão
    • – Gerações – Y e Z: Impacientes, imediatistas, ansiosos, depressivos, frustrados. Jovens com grandes expectativas sobre o futuro e pouco discernimento sobre a realidade

 

Já as personas são perfis semifictícios do cliente ideal da empresa e tem como objetivo entender o perfil do cliente para que possibilite ações de marketing mais assertivas.

Perceba que o termo perfis semifictícios está em negrito porque você não cria personas do além, você as cria com base em dados do público alvo do seu cliente.

Exemplo prático:

Sonia Moraes tem 25 anos, cursa Direito e trabalha em um escritório de advocacia de pequeno porte como assistente de escritório. Ganha entre R$1800 a R$2000. Usa ativamente o Facebook e Instagram, lê blogs sobre culinária, faça você mesmo e noticias em geral. Seu principal hobbie é sair com suas amigas e maratonar na Netflix. Tem dificuldade em colocar seus planos e projetos em prática. Sofre por não conseguir dar grandes passos e fracassar em seus relacionamentos, não tem uma boa relação com a família, principalmente com seus irmãos. Tentou passar por psicólogos e  terapeutas, mas nenhum a ajudou a dar os passos que almejava e sentia-se parada em um mesmo ponto, portanto ainda está em busca de um profissional que possa ajudá-la.

A persona acima foi criada para um profissional da saúde mental, por isso fatores psicológicos foram levados em conta, e antes de ser criada é necessário que aconteça uma entrevista com o seu cliente para reunir dados sobre os consumidores de seus produtos/serviços, assim você consegue criar a persona ideal e ter mais assertividade nos seus conteúdos e estratégias.

E como isso vai me ajudar?

Além de oferecer um direcionamento à sua equipe, a persona e público alvo fornecem informações valiosas sobre o mercado e o mais importante, é sobre pessoas.

Diante de um cenário no qual as marcas anseiam por valores monetários, nos esquecemos de acrescentar o Social às nossas Redes, nos esquecemos de PESSOAS, seres humanos que estão além das telas dos celulares e notebooks em buscas de conteúdos, marcas e produtos que acrescentarão e estejam alinhadas aos seus valores.

Quanto mais sociais somos, mais queremos coisas feitas sob medida para nós. Respaldados pela análise de big data (coleta, processamento e análise de megadados), os produtos tornam-se mais personalizados e os serviços, mais pessoais.

Philip Kotler em Marketing 4.0

Por isso, a persona pode te oferecer insights que te ajudarão a melhorar os resultados das estratégias, tais como:

  • – melhorias nas linguagens utilizadas;
  • – melhor escolha das redes sociais;
  • – quais assuntos você poderá abordar;
  • – formatos ideais de conteúdo;
  • – em quais meios de comunicação investir;
  • – melhores momentos para ofertar um produto;
  • – estilo e periodicidade do conteúdo.

 

Se você quer alcançar grandes resultados, sugiro que olhe mais para dentro do seu negócio, para a alma da sua empresa e enxergue quem são as pessoas que consomem a sua marca.

As telas estão mudando, o mundo está mais digital do que nunca, se não olharmos de uma forma mais humana para dentro da empresa logo ela estará fadada ao fracasso perante aqueles que souberam mudar a sua visão e acrescentar valor as suas estratégias.

Links úteis:

 

Créditos da foto em destaque: Photo by Erik Lucatero on Unsplash

Você realmente conhece o cliente do seu cliente?

Você realmente conhece o cliente do seu cliente?

Nas últimas semanas, uma conversa em um grupo de Facebook voltado para Social Media abriu a minha visão a respeito se, de fato, eu realmente conheço o cliente do meu cliente. O questionamento começou quando uma pessoa com dúvida, perguntou como fazia para conseguir alcançar clientes de determinado público, pois a segmentação por renda do Facebook não estava fazendo efeito nas campanhas de Facebook ADS.

Nos comentários, uma surpresa: uma pessoa comentando que consegue vender um produto bem ímpar, do mesmo público que a pessoa que havia feito a pergunta, com facilidade. No mesmo momento, milhares de perguntas pipocaram, todos gostariam de saber a “segmentação milagrosa” que havia sido utilizada para alcançar tal público.

Super humilde, a pessoa se disponibilizou em compartilhar duas segmentações utilizadas em uma campanha:

●    A primeira, referia-se ao nome de um atleta muito famoso, ganhador de diversos prêmios de um esporte amplamente praticado pelo público escolhido;
●    A segunda, abordava um tipo de prova esportiva, que também era acompanhado amplamente por esse público desejado.

Nessa especificação, foi perguntado se a pessoa que estava em dúvida, conhecia os nomes citados na segmentação. Foi respondido que não. Os dados apontados referentes ao número de pessoas que conhecem os tópicos e são potenciais clientes eram condizentes com a segmentação desejada. Papo vai, papo vem, a frase “Segmentação por classe social não deve ser focada exclusivamente em renda, mas sim, em interesses. Os interesses da Classe A são totalmente diferentes dos interesses da classe C e D”. A partir disso, um estalo se fez presente em minha mente.

Durante o aprendizado sobre como proceder com um novo cliente, com briefings, análises, também é apontada a criação de persona, o que muitas vezes é ignorado ou feito levianamente pelo profissional responsável pelo projeto.

Mas o que é exatamente a persona? A persona, segundo a Resultados Digitais, é uma “representação fictícia” do cliente ideal da organização, sendo baseada em informações reais dos clientes da organização, como comportamento, desafios, objetivos, etc. É fundamental para que a organização consiga criar e desenvolver um relacionamento com o seu público-alvo, pois a partir do surgimento da persona, o processo é facilitado, pois você passa a compreender melhor todos os desejos, anseios e gostos do seu cliente.

O que realmente me chamou a atenção nessa situação foi como os gostos da persona podem ser utilizados para segmentação no Facebook ADS, o que é muito positivo, visto que parcerias amplamente utilizadas para anúncios como a do Serasa Experian, estão sendo descontinuadas. E quanto mais detalhada essa persona for, mais dados a favor da empresa, que consegue com mais facilidade compreender o seu público.

Diversos profissionais de marketing digital afirmam em seus anúncios que conhecem os clientes dos seus clientes e que isso é um dos principais motivos para serem contratados pelas organizações. Mas será que realmente conhecem?  E se conhecem, até onde isso vai?

Nós como profissionais da área, precisamos compreender profundamente o público-alvo de cada organização que trabalhamos, para que o trabalho executado seja bem-sucedido, e que a comunicação aconteça de forma clara e precisa. Que a persona é uma ferramenta que pode contribuir largamente para o trabalho de estabelecer relacionamentos. Diversos conteúdos gratuitos estão disponibilizados a respeito, por que não começarmos a aplicar efetivamente no dia a dia? Essa é a reflexão que trago para hoje.

Cadê a relevância nas suas redes sociais?

Cadê a relevância nas suas redes sociais?

 

Em um mundo digital, a marca que não tem presença na internet ficou para “trás”?
Dependendo do que está sendo avaliado, sim.
Então é só criar um perfil no Facebook e Instagram, fazer uns posts e o problema está resolvido?
Com certeza não.

Se o intuito de uma marca, ao estar na internet, é obter algum tipo de resultado positivo para o negócio, é preciso responder algumas perguntas para ter um ponto de partida e traçar uma jornada para atingir tal objetivo.
De modo bem simplificado, a primeira delas seria: “o que eu quero com isso?”
Sabemos que a maioria das respostas será algo como “quero vender mais e ganhar dinheiro com a internet”. Até aí, nenhuma novidade.

Porém, depois que essa resposta foi identificada, a coisa começa a ficar um pouco mais complexa. Sabe por que? Mais difícil que saber o que quer, é saber como conseguir o que se quer.

Ao ter em mente o objetivo, decidir que a internet será o meio e que as redes sociais serão suas ferramentas, a marca deve estar ciente de que ela é penetra em uma festa que não foi convidada e que precisa entender qual música está tocando, entrar na dança, saber com quais convidados quer fazer amizade sincera, como conquistá-los e levá-los para casa.

Como conseguir tudo isso? Infelizmente (ou não), não existe uma receita de bolo que funcione para todos. Cada marca precisa ter a sensibilidade de compreender o que funciona ou não para ela. Porém, é essencial que ela saiba como ser relevante para as pessoas com quem quer se relacionar. Essa relevância pode ser construída por meio de um conteúdo que não interfira o que usuário está fazendo, que entregue alguma informação valiosa, um momento de descontração e/ou entretenimento ou algo que ele esteja precisando naquele momento.

A partir do momento em que a marca entende o que pode entregar ao usuário e como começar a construir um relacionamento com ele, inicia-se uma eterna fase de testes: formatos, imagens, chamadas, duração, timing, linguagem, veículo.
O que nunca deve estar em teste é o propósito da marca. Esse deve ser muito claro e levado a sério em todos os detalhes, até no emoji que será dado como resposta a um comentário de um post.

Saber quem você é, é o primeiro passo para entender como ser útil para alguém e porque esse alguém deve considerá-lo na hora de tomar uma decisão.

Marketing Digital & Marketing Tradicional

Marketing Digital & Marketing Tradicional

As pessoas tem uma necessidade latente de fazer conexões e se comunicar. São seres extremamente sociáveis que precisam estar inseridos em um meio social, em uma comunidade e se sentir parte dela.

Com o avanço da tecnologia, a população passou a ter mais acesso ao que acontece a nível mundial. As conexões aumentaram e as informações chegam em uma velocidade nunca vista antes.

Não é mais necessário esperar dias e dias para ler uma carta que alguém enviou. Hoje, é possível manter uma conversa com alguém mora há milhares de quilômetros de distância.

Com essa modernização o marketing tradicional gerou um filho, o marketing digital.

 

O marketing digital

 

Com um pouco mais de 16 anos de vida, esse filho adolescente constantemente passa por mudanças. Seu meio é dinâmico, íntimo e pessoal. Algo completamente diferente do que seu pai estava acostumado.  O digital se fundiu com o real, e hoje o mundo é onoff.

A comunicação unilateral, ou melhor, o monólogo trabalhado no marketing tradicional ganhou uma nova versão, uma comunicação espontânea cujos consumidores falam diretamente com a marca e exigem que ela siga fielmente sua missão e valores.

Há empresas que ainda não se renderam a magia do digital, a essa nova realidade. Continuam a investir no mercado tradicional. Mas para ser lembrada, uma marca tem que ser vista! E para se comunicar com eficiência com seu público é preciso saber onde ele está.

Segundo uma análise feita pelo próprio Facebook, a rede possui mais de 2 bilhões de usuários a nível mundial. O Brasil, já ultrapassa os 102 milhões de compartilhamentos mensais. Desses, 93 milhões compartilham seus momentos por mobile.

O Instagram não fica para trás, a rede reuni mais de 50 milhões de usuários brasileiros ativos por mês. Cerca de 2 milhões de anunciantes fazem uso do Instagram para apresentar seus produtos nos feeds dos consumidores.

O Facebook divulgou que 99% dos usuários ativos afirmam ler as publicações das marcas (dados de 2015). 63% desses acessam a plataforma para descobrir novos produtos.

 

Será que o marketing tradicional ainda é o melhor canal para investimento?

 

marketing digital

Imagem: Neil Patel

Analisar o ambiente geral, criar um planejamento são vantagens que tanto o marketing tradicional quanto o digital tem. Mas somente o digital pode mensurar com precisão os resultados que determinada campanha gerou. É possível filtrar muitas informações sobre o público com esses resultados, por meio das métricas desenvolvidas pelas plataformas.

Cada métrica mostra o melhor caminho a seguir para que a empresa atinja o objetivo da campanha com sucesso. Elas apresentam não apenas o valor investido, mas também as taxas de cliques, de conversões e muitas outras. Itens fundamentais para entender como a campanha se desenvolveu no período proposto. É possível ainda, otimizar o desempenho de cada campanha enquanto está sendo veiculada para o público. Uma vantagem que o marketing tradicional não dispõe para as empresas que investem nele.

Isso não significa que todo investimento do marketing tradicional deve ser cessado, apenas que é preciso analisar com discernimento quais são os canais que ofereçam o melhor resultado, a melhor forma de alcançar o objetivo da empresa.

O marketing digital é o presente e o futuro, e não trabalhar com ele por medo ou falta de informação é não acompanhar as mudanças mundiais.