Assédio sexual no carnaval: mais que uma campanha de marketing, um propósito

Assédio sexual no carnaval: mais que uma campanha de marketing, um propósito

Marcas e órgãos públicos criam campanhas com propósito e oferecem valor ao abraçar a luta contra o assédio sexual no carnaval

Mais do que vender um produto, é preciso atribuir valor à vida das pessoas. Mas, como fazer isso durante o carnaval em que os consumidores estão focados na folia? Com propósito!

“As pessoas não compram o que você faz, elas compram porque você faz isso!”

– Simon Sinek

O Carnaval é uma das épocas mais esperadas pelos brasileiros. É tempo de alegria, flerte e curtição. Mas, junto com isso, roçadas, toques indesejados e beijos roubados também estão constamente presentes.

Um estudo realizado pelo Catraca Livre aponta que 82% das mulheres já sofreram algum tipo de assédio sexual no Carnaval. Para impactar e engajar os consumidores em relação ao tema, algumas marcas resolveram abraçar a luta contra a violência à mulher com campanhas de conscientização durante os dias de folia.

É o caso da Skol que, em 2018, acertou em cheio ao usar memes e o bordão de descer redondo e quadrado com a Campanha “Chegar Pegando” para se posicionar contra o assédio sexual no Carnaval:

Outro bom exemplo que aconteceu no ano passado, foi a ação de conscientização sobre assédio sexual no Carnaval, da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos (SEDHMI) no Rio de Janeiro. Intitulada “Carnaval é curtição, respeita o meu não“, a Secretaria veiculou materiais no BRT, MetrôRio, SuperVia e nas redes sociais.

card-assedio-sexual-no-carnaval-ladies.on

 Denuncie o que não tiver propósito

O clima de Carnaval pode trazer uma falsa sensação de que “tudo” é permitido, inclusive o assédio sexual. Mas, isso não pode parecer natural ou, até mesmo, aceitável nos dias de folia. Por isso, ligue 180 e denuncie!

Tem alguma campanha contra assédio sexual durante os dias de folia que tenha te marcado? Conta pra gente nos comentários!

Como ter melhores resultados com as datas comemorativas? 3 dicas para empresas do segmento de turismo de lazer

Como ter melhores resultados com as datas comemorativas? 3 dicas para empresas do segmento de turismo de lazer

Existem diversas maneiras de trabalhar as datas comemorativas de forma estratégica para melhorar os resultados do seu negócio, mas não existe uma fórmula pronta a ser seguida.

 

O mercado turístico de lazer é composto por pessoas que compartilham uma necessidade ou desejo específico em comum – fazer turismo.  É comum nessa atividade, que a demanda turística nas regiões seja maior ou menor em determinados períodos, gerando um dos principais desafios de quem atua nesse segmento: a sazonalidade.

Uma das possibilidades de amenizar o problema da sazonalidade é investir em ações de marketing digital, como por exemplo, criar campanhas para datas comemorativas nos períodos de menor demanda.

Pensando em empresas do setor de turismo que ainda não despertaram para a possibilidade de melhorar seus resultados com as datas comemorativas, separei 3 dicas de marketing digital para essas ocasiões.

 

#1- Procure um profissional e faça um planejamento estratégico de marketing digital

 

As datas comemorativas, como o próprio nome sugere,  são aquelas para se memorar com outros ou lembrar juntos. Para empresas do segmento de turismo de lazer, são verdadeiras oportunidades para vender mais; já que viajar é uma das melhores formas de marcar bons momentos junto com familiares, amigos ou apenas o casal.

Algumas datas comemorativas, naturalmente, têm um forte apelo comercial no turismo, como por exemplo, o réveillon, o carnaval e a páscoa; o que leva a maioria das empresas a negligenciar o planejamento estratégico de marketing digital na hora de pensar em ações para essas ocasiões.

Mas negligenciar o planejamento pode ser arriscado, uma vez que planejar envolve a análise do contexto atual, ajudando no direcionamento para o futuro e traçando metas para atingir objetivos; como por exemplo, aumentar as vendas em períodos de baixa demanda.

Além disso, um bom planejamento estratégico de marketing digital, por meio de uma análise macro e microambiental, ajuda a identificar ameaças e a antecipar ações em momentos de crise.

Um bom exemplo disso, foi o impacto causado pela crise econômica da Argentina no setor de turismo brasileiro. O país vem sofrendo problemas decorrentes da chamada era Kirchner (2003-2015) e em 2018, teve a maior queda de sua moeda do que qualquer outra neste ano.

peso-argentino-turismo

Fonte: Getty Images

Apesar da Argentina ser o principal emissor de turistas para o Brasil, seguido dos Estados Unidos, Chile, Paraguai e Uruguai; para quem vinha acompanhando esse mercado e antecipou ações de marketing digital pensando também em outros públicos, essa queda no número de turistas pôde ser amenizada.  

 

#2- Identifique as datas comemorativas e pense estrategicamente

 

É sempre bom lembrar que em tempos de crise e de concorrência acirrada entre os destinos turísticos e entre empresas do segmento, acreditar que as datas comemorativas se “vendem sozinha”, significa pôr em risco a própria lucratividade da empresa.

Dessa forma, comece identificando as datas que são comemoradas universalmente ou regionalmente e pense estrategicamente em qual delas irá focar e o público que pretende atingir.

Por exemplo,  a Páscoa é uma data importante para hotéis e pousadas, principalmente pelo número de dias do feriado.

O problema: com a crise no mercado emissor argentino, crise econômica nacional, a ampla concorrência com imobiliárias e o boom das plataformas digitais de aluguel de imóveis; muitos hotéis e pousadas estão tendo dificuldade nas vendas.

 

A estratégia nº1- Busque públicos diferentes. Pense em quais novos públicos você poderia atingir com suas campanhas de marketing digital. Uma saída, seria criar uma campanha com segmentação para o Uruguai; lembrando que nesse país, nos sete dias que antecedem a Páscoa, acontece  a semana do turismo, onde esse público busca o lazer com a família em destinos turísticos mais longínquos.

O que fazer: Crie uma campanha de Facebook ADS com segmentação específica para o público que pretende atingir.

 

A estratégia nº2- Aumente os benefícios do produto turístico e comunique isso para seus clientes. Algumas empresas do trade turístico tem buscado  a fidelização de clientes aumentando os benefícios de seus produtos. As estratégias variam de:

  • Cartão fidelidade com descontos para quem já é hospede.

 

cartao-fidelidade-produtos-mirante-do-cafe

Fonte: Mirante do Café

  • Brindes em datas comemorativas, como doces na páscoa, kit folia no carnaval e programação especial.

 

ação-hotel-querencia

Fonte: Hotel Querência

  • Ou ainda o pagamento de taxas obrigatórias de turismo no período.

 

O importante é que, ao traçar suas estratégias, você considere o que é valor ou benefício para o seu cliente. Limitar a sua estratégia em baixar preços, no atual cenário onde as margens de lucratividade estão cada vez menores, pode não ser a melhor alternativa para o seu negócio.  

O que fazer: Depois de formulada a estratégia, a comunicação pode ser feita por newsletter, envio de mensagem por WhatsApp e divulgação nas redes sociais com campanhas segmentadas para quem já é cliente.

 

#3- Esteja atento ao comportamento do consumidor

 

Relacionado a essas duas dicas anteriores, é  importante destacar que a oferta turística e hoteleira não deve considerar somente os aspectos tangíveis e os bens materiais. 

De acordo com o relatório do Euromonitor, que apresenta as “10 Principais Tendências Globais de Consumo 2019”, setores que geram “emoção”, como turismo e alimentação fora do lar, estão diretamente envolvidos com tendência de inovação das marcas para atrair compradores mais inquisitivos, uma vez que “todos são especialistas”.

Com a rapidez da informação e o compartilhamento de experiências em tempo real, as empresas do segmento turístico precisam “lidar com os desejos de seu público-alvo e satisfazê-los com estratégias de marketing em múltiplas plataformas que lembrem o consumidor de sua importância e individualidade”.

Esse novo comportamento do consumidor mostra que não basta usar as redes sociais para divulgar os tradicionais pacotes de datas comemorativas. Assim, a personalização dos produtos turísticos e a maneira como serão ofertados são aspectos essenciais para o sucesso de qualquer estratégia.

Então, invista em ações que tenham uma comunicação mais direta e assertiva com o seu público-alvo; ofertando algo que realmente tenha valor para ele. Para isso, seja criativo e empático.

ecoparkhotel-dia-das-maes

Fonte: Ecoparkhotel.

Acima, um exemplo de campanha de dia das mães com jantar italiano como bonificação.

Empatia é a alma do negócio

Empatia é a alma do negócio

São 07:53am, estou sentada na frente do notebook, ouvindo The Cranberries para dar “aquela” inspirada no criativo, sim eu tenho extrema empatia por músicas que não são da minha geração. E na minha mente não param de passar as perguntas: POR QUE NÃO CONVERTE? POR QUE NÃO GERA VENDA? POR QUE NÃO FECHA O FUNIL?

Comecei a analisar meu próprio processo de compra:
Quando e o que comprei pela última vez online?
Fui bem atendida? Tive meu desejo realizado?
Fui bem recebida pela galera do SAC?

Desejo ir muito além de taxas de conversão, cores, adwords e pixels! Existe algo mais profundo do que isso, a dona empatia. A querida que torna nossas relações mais amigáveis e auxilia o fechamento do funil de vendas. Ela faz nosso cliente falar bem de nosso atendimento e recomendar a outros possíveis clientes. Ela faz o cliente marcar nosso nome em redes sociais.

Mas, Juliana como isso é possível? Só empatia vai vender meu produto?
Aí eu te pergunto: Você acha que SÓ botões verdes, azuis, amarelos, CTA’S mirabolantes e um design clean vão fechar a sua venda?
Sendo que seu cliente envia um e-mail para a empresa, ou até liga para o SAC, e acaba sendo mal atendido? Não recebe orientação correta? Não resolve a sua dor?


Vivemos em um mundo cada vez mais automatizado e esquecemos que clientes são pessoas. Não, eles não são chatos pois deles vem o seu sustento! E sim, você é um prestador de serviço.  Por favor, aceite isso, fica mais fácil para trabalhar. Os clientes não estão ali para te servir, estão ali para se deleitarem com o que você faz sejam artes, textos, vídeos, etc.

As principais falhas que eu enxergo em um creator são basicamente não pensar com empatia nestas perguntas ao produzir seu conteúdo:

▪ Estou sendo pessoal?

▪ Essa mensagem é para mim?

▪ Gostaria de receber este produto?

▪ Me interesso pelo que estou lendo?

Em nenhum momento estou extinguindo a importância de um bom CTA, uma campanha bem estruturada, um layout limpo e de fácil navegação do seu site. Neste link da RD tem dicas bem legais. Mas estou chamando você a analisar profundamente em como você apresenta seu produto no mercado e como atende seu cliente online e offiline.

Reitero que conseguir a confiança de alguém é algo extremamente difícil, ainda mais em tempos de tecnologias que os clientes não veem seus produtos ali, na hora. É um conjunto de fatores que fecham a sua venda, entre eles está a Empatia.

Precisamos unir as ferramentas de rankeamento, um site bonito, um call to action legal e, também, a empatia na hora de atender o cliente. Vejo muitas empresas que possuem um layout lindo, perfeito, mas na hora de atender demoram semanas para responder um e-mail (quando quer respondem) ou pior, mandam muitas mensagens automatizadas sem o menor fundamento. 

Empatia está à frente das relações interpessoais, então na hora de montar todo seus planejamento de venda lembre-se que do outro lado da tela existe um humano. E humanos AINDA são humanos.

 

AUTORA: JULIANA NEVES

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to actions, o que são e como utilizar na minha estratégia?

Call to action: do inglês, chamada para ação.

Call to action são comandos que indicam determinada ação que você quer que a sua audiência faça. Afinal, se você não pedir, eles não vão adivinhar o que fazer.

Exemplos: “COMPRAR AGORA”, “FAÇA DOWNLOAD”, “INSCREVA-SE” e muitas outras.

A primeira coisa que eu vou te contar – caso você ainda não saiba – é: Para vender online você precisa de CTAs. Sem isso não tem venda!

Resumindo, a CTA é usada para fazer a sua audiência “cair” – no bom sentido – no seu funil para que você possa criar um relacionamento de confiança até a venda. Mas isso é papo pra outro post. #chamaeudenovo

Essa é a famosa CTA e se você clicou no “big botão”, Bazinga!

Tá bom, Mari. Já entendi. Agora eu quero mesmo é saber como eu posso usar essas palavrinhas mágicas a meu favor.
Depende, você primeiro precisa definir o objetivo do uso da CTA na sua estratégia. Não é simplesmente jogar uma frase “FAÇA ALGO” e esperar que todo mundo clique, seja pra captar um e-mail, para oferecer um material gratuito, para obter respostas em uma pesquisa, para ter mais seguidores, curtidas. Muita calma nessa hora!

A CTA é literalmente o botão que vai levar a sua audiência pra “passear” pelo seu funil, pelo seu conteúdo. Com a estratégia – e as chamadas – certa para sua persona você consegue fazer uma pessoa sair de uma rede social para  seu blog ou do seu e-mail para o blog, do e-mail para a rede social, para um vídeo, para um formulário, e o mais importante, para uma compra!

 

Call to action não é varinha de condão

Mas vamos lá amiguinhxs, a call to action não é santa milagreira. Estamos falando dessa “super ajuda”, mas tem muito mais por trás disso. Planejar, planejar, testar… 

E qual é a hora perfeita pra mandar ver na CTA?

Na hora de CONVERTER, my friend. Essa é a hora!

A chamada pra ação converte a audiência em lead. E depois disso você precisa entregar valor, não esquece! Se não sua CTA maravigold não vai ter servido de nada. 🙁

Agora você vai me dizer que não tem como colocar o “big botão” vermelho nas redes sociais. Verdade, não dá. É uma pena! Mas dá pra ser criativo e, principalmente, conhecer bem a sua persona. Assim você vai gerar um conteúdo impossível de segurar o click do mouse! Use call to action sem compromisso, oferecer testes gratuitos é uma ótima forma de começar. Quem não ama coisas grátis?!

IMPORTANTE: Não precisa sair colocando CTA a cada duas linhas de conteúdo. E outra dica: Não use frases grandes, tenta usar umas 4 palavras, mais ou menos. Quem está passando pela chamada precisa entender a mensagem e sentir vontade de clicar em um piscar de olhos – ou scroll do mouse!

É extremamente importante que a mensagem fique clara. A pessoa precisa ter certeza do que vai acontecer quando ela clicar na sua call to action, babe! Não pode enrolar e mandar pra um monte de lugar até entregar o tal e-book gratuito. Vai ser rejeição na certa e o relacionamento nem vai começar. #dicadeamiga

Objetividade sempre! Entregar exatamente – ou mais #ficaadica – o que está prometendo, é assim que se começa um relacionamento. E é assim que você fará aquelas pessoinhas lindas clicarem em todas as suas CTAs depois disso. Afinal, elas sabem que daquele click vai sair algo que realmente vai agregar. Só não esquece que esse é um caminho que precisa ser percorrido com paciência e conteúdo de valor.

Eu poderia passar horas falando sobre onde e como usar uma chamada para ação. Mas não temos tantos caracteres disponíveis e muito menos tempo para textão, não é mexxmo?! É mexxmo! Então, seguimos….

Redes sociais:

1 – Instagram: Você pode usar o “ver mais” no story (se tiver mais de 10k de seguidores), o famoso [link na bio]. E esse link pode ser um linktree (https://linktr.ee/). Assim você consegue dar várias opções pra sua audiência e dá pra escolher clicar onde mais se interessar. Ah, pode ser enquete também, opção é o que não falta.

2 – Facebook: Além dos anúncios (que dá outro mega post), você pode usar chamadas nos seus posts orgânicos. E isso inclui fazer perguntas, colocar links de pesquisas, links para seus posts no blog, pra sua página de venda, para um artigo que você achou bacana.

Lembrando: tudo depende da estratégia. Nem sempre a estratégia começa em gerar leads, às vezes você vai precisar primeiro só gerar engajamento mesmo.

3 – Youtube: O famoso “curte e compartilha” e “link na descrição”. Mas pra você fazer alguém clicar no link na descrição do seu vídeo precisa entregar muito valor ou gerar muita curiosidade.

4 – Linkedin: Ótimo para levar seus contatos para artigos do seu blog ou site. E depois de entregar um super conteúdo, com certeza você vai ter mais um inscrito na sua newsletter.

E aí temos as tão famosas – e temidas – páginas de venda e de captura. Nessas dá pra colocar botão vermelho! #aloucadobotãovermelho

Só não esquece que não pode sair colocando botão de chamada pra ação em qualquer lugar.

Repito: tudo depende da estratégia. Tenha uma estratégia, sempre!

Em uma página de captura você pode pedir nome, e-mail e entregar um material gratuito super bacana.  E se você for autoridade no seu nicho, já joga logo a audiência pra página de venda que é moeda no cofrinho na certa! hahaha #brincadeirasaparte

Se você não for – AINDA – clica nessa chamada aqui e entra pro SMXP 

Afinal, tu acha que essas Ladies poderosas do digital saíram de onde?

Portanto, você precisa atrair a atenção das pessoas, engajar sua audiência e, finalmente, converter! Pra cada etapa dessa você deve usar chamadas diferentes.

Sabia que o botão vermelho escrito download não tem feito muito efeito?  Virou mais do mesmo e todo mundo tem um desse.

Pop-ups? Conhece mais chato? Tô lendo um texto e de repente pula uma caixinha na minha cara que só sai se eu colocar meu e-mail. Por favor, não façam!

Mas, olha, um cabeçalho permanente vale usar, ele é chamativo sem ser inconveniente. Pra entender melhor e configurar o seu, clica aqui.

Tem o tal do pop-up de saída que é uma questão a se avaliar. Quando a pessoa está prestes a sair da sua página abre uma caixinha oferecendo “algo em troca do e-mail”. Já foi provado que eles funcionam 35% melhor que uma CTA no fim de um blog post, por exemplo. Mas precisa testar, nem toda persona aceita. Cuidado!

E eu continuo na tecla “DEIXE A MENSAGEM DO VALOR QUE VOCÊ VAI ENTREGAR O MAIS CLARA POSSÍVEL”.

PROMETA FORTE. ENTREGUE FORTE. Cia, André

Utilizar uma call to action é a primeira forma de gerar conversões no seu site. Não adianta todo aquele trabalho de marketing de conteúdo sem CTAs efetivas, que capturem leads e – com trabalho duro – vão converter EM VENDAS no final.

Agora é sua vez! Quais são as CTAs que mais convertem pra você?

Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Sabe aquele amigo que sempre faz parte das suas histórias nas rodinhas de conversa com outros grupos? Você faz referência a ele pelo nome e as pessoas se baseiam em todas as características que o descrevem, certo? A mesma coisa vale para a sua marca: ela pode (e deve) ter uma personalidade com características marcantes que expressem as crenças e valores da empresa. É isso que chamamos de Brand Persona!

Muito mais que humanização da marca, uma Brand Persona é a personificação dos valores, do tom de voz, da linguagem e do “estilo” de uma empresa. É muito mais fácil sentir empatia e se relacionar com uma pessoa, um personagem ou uma mascote do que um estabelecimento físico com CNPJ, por exemplo.

Quando penso na marca Ponto Frio, me vêm imagens de uma loja imensa e cheia de eletroeletrônicos. Já quando penso no Pinguim (Pin para os íntimos) tenho a referência de um amigo. Ele conversa com as pessoas, dá desconto nas redes sociais, tem sentimentos e, até mesmo, uma namorada.

Outra brand persona muito boa é a Lola da marca carioca do setor de cosméticos capilares, Lola Cosmetics. Ela é amiga íntima das consumidoras, já teve até divã em que ajudava a lidar com situações cotidianas para além de cremes de cabelo. A marca usa linguagem coloquial, reponde sempre com leveza, em tom de conversa, fazendo piadas ou sendo irônica.

A Lu, do Magazine Luiza, também não fica para trás. Ela aparece nas redes sociais, no aplicativo da marca e em vídeos explicativos ajudando e estreitando os laços com os consumidores.

Criar uma brand persona é um exercício e parte sempre do mesmo princípio: valores e missões das empresas. A personificação através de uma mascote ou personagem não é um dos pré-requisitos. Veja o caso da Netflix: os valores, a comunicação e o público estão nítidos o tempo todo na personalidade da marca.

Outro exemplo que gosto de citar sempre é a UFJF. A comunicação reflete os valores de ensino da Instituição sem deixar de lado o carisma e simpatia com os jovens ao divulgar o vestibular seriado ou cardápio do Restaurante Universitário, por exemplo.

Mesmo sem ter um personagem bem definido é preciso estar atento ao tom de voz. A Nubank e o Banco Inter se destacam nesse quesito. Mesmo se tratando de instituições financeiras, eles têm liberdade para tratar os consumidores pelo nome e para fazer piadas leves com o cotidiano. Tudo com muito respeito no tom de voz utilizado.

É importante lembrar que essa personalidade deve ser fixa, ou seja, não podemos mudar de brand persona a cada campanha. E que ela deve ser comunicada em canais onde o público-alvo possa se sentir representado.

E você? Conhece algum outro exemplo, bom ou ruim, de brand persona pra gente comentar?

Neuromarketing: use as imagens certas nos seus anúncios

Neuromarketing: use as imagens certas nos seus anúncios

Em 2012, o Itaú transformou um viral do bebê gargalhando ao ver papel sendo rasgado, em campanha pela substituição dos extratos físicos pela versão digital.

Divertido e leve, o comercial levou o banco à liderança isolada na pesquisa Lembrança de Marcas na Propaganda de TV, realizada pelo DataFolha e publicada pela Revista Meio & Mensagem naquele ano.

Um em cada cinco paulistanos apontou o filme como preferido e mais lembrando naquele período. Mas o que um bebê tem a ver com um banco? Como um vídeo caseiro poderia ultrapassar super produções publicitárias e levar a marca para o Top Of Mind?

De acordo com uma pesquisa da Universidade Duke, em 2008, não nos sentimos apenas atraídos por pessoas que sorriem, mas também tendemos  a lembrar do nome delas. Os resultados revelaram que a região do cérebro associada ao processamento de recompensas ficava mais ativa quando os participantes estavam aprendendo e rememorando os nomes dos indivíduos sorridentes.

Ou seja, a alegria e felicidade é um fator fundamental nas decisões de compra. Associar imagens felizes em anúncios não é uma estratégia inovadora, mas é o clichê que funciona. E isso, pelo simples fato da atuação dos neurônios-espelho.

Neurônios-espelho são neurônios que se ativam quando uma ação está sedo realizada e quando a mesma ação está sendo observada. Em suma, se observamos alguém fazendo algo (ou se lemos a respeito) acabamos fazendo a mesma coisa – em nossa mente. Se você me visse bocejando, seus neurônios-espelho se ativariam e você automaticamente sentiria a vontade de bocejar.

Esse conceito de imitação é um fator importante na nossa motivação para comprar o que compramos. E isso é muito mais poderoso que nós, profissionais de marketing, podemos imaginar. Os neurônios-espelho podem guiar totalmente a lógica do consumo. Então, atue com moderação e responsabilidade ao criar anúncios com pessoas felizes. Assistir uma pessoa se divertir proporciona quase tanto prazer quanto realizar aquela ação.