LinkedIn: o que eu devo postar?

LinkedIn: o que eu devo postar?

O LinkedIn é aquela rede que todos que estão conectados há muitos anos conhecem, mas poucos utilizam.
De uma ferramenta completamente curricular e, consequentemente, mais séria (além do networking),  hoje é uma rede social cheia de conteúdos compartilhados pelos mais diversos profissionais.

Que conteúdos são bem aceitos nas redes sociais em geral, todos nós sabemos; ele conecta pessoas e são uma forma de aprender, não só de quem consome mas de quem gera. O LinkedIn é uma excelente opção de ferramenta e audiência para que visões e crenças dentro da sua área de atuação possam atingir quem se interessa pelo que você acredita, compartilhando possibilidades profissionais.

Mas qual o conteúdo ideal para o LinkedIn?

Para ser sincera, você é livre para escolher o que quer compartilhar. Com possibilidades como artigos, posts, imagens e vídeos, cabe a você decidir qual imagem gostaria de passar à sua audiência, criando sua imagem profissional, não só com competências, mas com experiência e posicionamento.

Histórias da sua carreira, aprendizados, erros e acertos, o que faz hoje, como chegou até aqui, atualidades, experiências, dicas; tendo sempre o cuidado de estarem  dentro do contexto da imagem que você quer passar.

Tenha a atenção que o tema que está sendo postado tenha alguma relação com a sua área de atuação. Isso não é necessariamente sobre o mundo corporativo. Profissionais de saúde podem falar sobre saúde, sobre esportes, e assim por diante.
Traga temas relevantes dentro da sua área profissional, ainda que retirados do dia a dia ou amenidades.

É importante, também, ter cuidado com materiais redundantes, prolixos, com muitos termos técnicos que podem ser desnecessários, cheios de frases sem significado. Sabe o gerador de “lero-lero”? Então, não faça isso.

E se eu tiver pouca audiência?

Não desista. A audiência vai crescendo à medida que você for escrevendo.

Responda comentários, engaje com conteúdo de outras pessoas, compartilhe materiais e avalie sempre se o que você está escrevendo tem relevância para o público que você procura.

Lembre-se: o conteúdo que você gera é a soma do que você aprendeu, vivenciou e acredita. Foque em seu caminho profissional e em fortalecer a sua marca pessoa. Não se compare com outras pessoas.

E me adicione por lá!

Deu Match: Tinder também é lugar de negócios

Deu Match: Tinder também é lugar de negócios

O aplicativo que se tornou um fenômeno para relacionamentos também pode ser usado para envolver marcas e consumidores

O Tinder dispensa apresentações. Todo mundo sabe que esse é o aplicativo de relacionamento mais famoso. Mas, será que esse relacionamento está restrito apenas a pessoas? Algumas marcas usaram a criatividade para dar matches na plataforma com os seus consumidores.

Em uma campanha próxima ao Dia dos Namorados, a Domino’s envolveu solteiros famintos em conversas amorosas e fez com que eles se sentissem amados nessa data:

 

A marca não foi a única a aproveitar as datas comemorativas para fazer uma ação no aplicativo. A Reserva, com sua comunicação criativa e ousada, criou um perfil na rede social próximo ao dia do solteiro, 15 de agosto.

Confira, aqui, dicas para o seu post não passar despercebido no feed da galera.

Na mecânica da ação, todo homem que deu match com a marca ganhou 20% de desconto para compras feitas no e-commerce. Além disso, foram desenvolvidas camisetas exclusivas dessa parceria.

ladies-on-camisa-reserva-tinder

Se você pensou que as ações no Tinder se limitam apenas às datas comemorativas, você está muito enganado. Após o sucesso da música Jenifer, do cantor Gabriel Diniz, o Burguer King também inovou.

Com o perfil “Jenifer do Burger King”, a marca distribuiu cupons de descontos para serem usados nas lojas da rede de hambúrgueres foram distribuídos a quem desse match com a conta.

ladies-on-tinder-burger-king

Esses três exemplos nos ensinam que devemos sempre repensar a propaganda e a nossa forma de comunicar com os clientes. Com uma base de milhões de usuários que deslizam o dedo para a direita e para a esquerda diariamente, o Tinder oferece diversas formas de envolver marcas e consumidores. Por isso, o aplicativo de relacionamentos também é lugar de negócios.

Você já deu match com alguma marca no Tinder? Conta pra mim nos comentários 😉

Seus clientes estão lhe pedindo feeds organizados?

Seus clientes estão lhe pedindo feeds organizados?

Feed Organizado no Instagram , uma tendência x estratégias para sua marca.

Seus clientes estão lhe pedindo feeds organizados?

O assunto está em alta nos grupos de social media. A demanda pelo feed organizado vem aumentando para agências e freelancers. Talvez você já esteja pensando em usar para a sua marca pessoal. Não há como negar que a tendência que provavelmente surgiu com as blogueiras e influenciadoras em perfis de lifestyle pode trazer resultados muito bons se usada estrategicamente.

Feed puzzle, coordenado ou conectado? Feed xadrez, linear, grunge, harmônico, mosaico, minimalista ou colorido?

São inúmeros os tipos de grids possíveis de se fazer no Instagram. O feed passou de um lugar que acumulava fotos e posts aleatórios e virou um espaço importante para estratégias de marca. Ainda mais se falarmos de marca pessoal.

 

Na pesquisa que fiz para escolher referências, encontrei feeds conceituais, feeds informativos, feeds educacionais. Fiquei imaginando quanta possibilidade temos para surpreender o público com um conteúdo visual  autêntico e criativo.

 

Organizar o feed de forma simples adotando um filtro ou cores coerentes com o tom de voz da marca, criar um feed com conexões entre um post e outro, ou um feed com fundo infinito. O que cabe oferecer ao seu cliente ou usar com sua marca?

Essa escolha vai depender do seu objetivo. Se acha difícil, comece pelo simples e não sinta-se presa. Pense em conjuntos de posts que podem ser definidos pelo número de grids e/ou um tempo definido ou faça um feed mesclado.

Experimente e analise as métricas. Conforme o resultado continue ou mude a estratégia. Para ajudar na busca, listei alguns feeds com seus pontos fortes para você ter como inspiração:

 

– Destaque para o estilo fotográfico que traz harmonia ao feed da @dolcealbaconcept.

feed dolcealbaconcept

– Uso interessante dos posts de respiro no formato carrossel com conteúdo em texto da @carolburgo.

feed carolburgo

– No @modices, Carla Lemos fala de moda e feminismo num feed colorido e bem coordenado com destaque para seus posts do Twitter.

feed modices

– O @historiasdecasa aposta no storytelling e num feed harmônico com fotos no mesmo estilo, mostrando os ambientes a partir de um plano aberto.

feed historiadecasa

– Autoras do Livro Insta Skills, onde abordam a importância da harmonia no feed, as irmãs Alcântara, colocam em prática o que ensinam sobre um feed estratégico no perfil do @efeitoorna.

-O IG @tonnijaa tem o grid vertical com boa transição entre as sequências de fotos com temas diferentes.

– Um ponto importante nos feeds tipo mosaico ou feed puzzle é que cada parte deve fazer sentido individualmente e ter uma excelente descrição, assim como o feed da @mk_criativa.

feed mkcriativa

– A @purplemaetinlettering tem um feed conectado bem coerente com o tema do perfil.

Feed

-Conectado como se fosse um mural de fotos com alguns recortes em destaque, o @roof_talks é um excelente exemplo de uso do feed para estratégia de marca pessoal.

– Uma maneira simples de deixar o feed harmonizado é adotar a mesma borda para todos os posts como no IG da @minimoongo.

-Usar o grid com linhas horizontais, como faz a @a.ponto studio é excelente para portifólios ou perfis com temas variados.

– Imperdível conferir o feed mosaico da consultora de mídias sociais Lu Levy para ter ideias de posts usando todos os recursos que o Instagram tem: @ly.levy.

– Minimalista e inspirador: trecho de poemas fotografados no feed da @kiito.kikka.

– Com um feed em P&B, a podcaster Gabi Barbosa, compartilha trechos de livros no @enquantolia.

– Uma boa referência para IG de Casamento é o grid horizontal da @afrowedding_. Esse tipo de grid é prático também para usar em perfis com estilos fotográficos variados mesclando fotos dos eventos com posts e/ou conjunto de posts de respiro.

-Um grid diagonal deixa o feed bem dinâmico como faz a @maeforadacaixa.

– Feed xadrez composto a partir de fotos padronizadas do @brecholivein90s.

– O feed do @brecho.d4 está organizado também com fotos padronizadas e post tipo carrossel para mostrar detalhes dos looks.

-O perfil com feed colorido da blogueira Anna Caldas no @tododiaumprint  tem como tema “descombinar para combinar” e não é que combinou mesmo?

– O perfil da compositora canadense Amy Nelson é um dos mais inspiradores que conheci. Suas fotos cheias de flores fortalecem sua marca pessoal e remetem a um de seus passatempos prediletos, a  jardinagem.

 

Grid atraente é uma estratégia

Vale lembrar que o Instagram é uma rede de apelo visual. Manter o feed organizado vai de encontro a isso e esse diferencial pode trazer vantagens.

Confira:

– Muitas contas estão investindo pesado nos stories, enquanto os feeds estão largados ou perdendo espaço nas estratégias, então pode ser um bom momento para darmos atenção a ele.

– Tempo de contato com a marca. Um grid bonito atrai curiosos, faz com que o público role mais o feed, e passe mais tempo em contato com a sua mensagem visual.

– Um feed organizado pode gerar mais visitas ao perfil e assim as chances de cliques no link da bio aumentam

– Maior tempo gasto no planejamento – Seria uma desvantagem? Vendo pelo lado positivo, não. E sim, mais dedicação no planejamento da mídia. E mais dedicação pode gerar mais frutos, mais resultados e admiração pelo seu trabalho com direito a elogios nos comentário e via direct!

 

Lembre-se também que não é apenas sobre ter um feed lindo, mas organizado estrategicamente para dar visibilidade à marca, atrair e envolver seu público, usando todas as ferramentas que o app oferece em conjunto com os posts para se destacar em meio a milhões de contas.

 

E então? Que tal contar pra gente qual foi o feed mais incrível que você já viu e também deixar seu IG aqui nos comentários?

 

Cliente ideal: como encontrar o meu?

Cliente ideal: como encontrar o meu?

Muito se fala em Persona e Público-alvo, mas qual usar para encontrar o cliente ideal?

 

Como não amar os anos 80 e seus bordões maravilhosos? Um dos meus preferidos é: Denorex – parece, mas, não é. A minha mãe, que é mineira de carteirinha e adora um dito popular, usava muito esta frase. Eu era pequena [talvez eu nem existisse ainda nos anos 80, ahaha], mas me lembro claramente desta propaganda de shampoo anticaspa. Dizem que tinha um cheiro horrível de remédio, mas era só um shampoo – parece remédio, mas não é. Era o conceito da peça.

Eu sei que você não viveu nos anos 80 [e se viveu, não vai admitir] mas o exemplo do Denorex é perfeito para eu defender a minha tese de hoje de que uma coisa é uma coisa e outra coisa…. ahhhhh… é outra coisa mesmo.

Tá. Eu sei que você não entendeu. Mas já já fará sentido. Eu tô falando de personas e público-alvo. Uma se parece com a outra, mas só parece, porque, definitivamente, não é a mesma coisa.

 

E o que isso tem a ver com o cliente ideal?

Vamos delimitar as diferenças das duas com muito respeito. Assim como fazemos em DR de casal. A publicidade lançou mão por muito tempo do conceito público-alvo para basear suas ações estratégicas e criativas. Foi eficiente. Mas agora, não é mais suficiente.

Público-alvo é uma representação ampla do consumidor que você quer alcançar. Utilizamos critérios sócio demográficos para traçar a faixa de pessoas a quem é destinada determinada campanha ou produto. É mais generalista.

Para definir o público-alvo podemos utilizar critérios como:

▪ nível educacional;

▪ renda;

▪ sexo;

▪ faixa etária;

▪ profissão;

▪ localização geográfica.

Persona é a representação do seu cliente ideal. Seus hábitos de consumo, suas dores, valores, hobbies, levando a uma segmentação mais eficiente e detalhada. Na descrição da persona você cria um nome e geralmente uma imagem para este cliente semifictício alcançando ainda mais precisão no levantamento de aspectos comportamentais como:

▪ preferências pessoais em música, alimentação, estilo de vida, crenças;

▪ sensibilidade a preços em produtos e serviços;

▪ personalidade;

▪ comportamento digital;

▪ necessidades.

Leia mais:  4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor sua persona

Vamos desenhar

Sim é possível utilizar os dois conceitos de target em uma estratégia de campanha, unindo público-alvo e personas.

Por exemplo: o público-alvo de uma campanha de lançamento de tênis para corrida pode ser mulheres, de 25 a 35 anos, graduadas e iniciantes na prática de atividade física e que moram em São Paulo. Já a persona deste lançamento poderia ser a Ana Paula, dentista, moradora da Zona Sul de São Paulo, solteira, que trabalha em tempo integral e prática corrida de segunda a sexta no parque Ibirapuera, às seis e meia da manhã. A Ana Paula gosta de se alimentar em restaurantes naturais, tem animais de estimação e está à procura de um relacionamento sério. Ficou claro?

A persona nos ajuda a criar um direcionamento mais preciso para o planejamento de marketing e comunicação. Amplia as possibilidades na criação de conteúdo e linguagem que gere conexão. Mas antes de criar uma persona você precisa ter definido o seu público-alvo. São coisas diferentes, mas que funcionam muito bem juntas. Tipo queijo e goiabada.

Instagram: quais conteúdos produzir?

Instagram: quais conteúdos produzir?

O Instagram é uma rede e tanto, suas atualizações trazem inúmeras possibilidades de comunicação e produção de conteúdo. Mas, é nesse mar de alternativas que nos perdemos e um alerta vermelho se instala em nossas mentes: o que produzir para o Instagram? #meajudavanusa

Bora começar pelo começo. Primeiro você deve ter em mente que o público está nas redes sociais para consumir três tipos de conteúdo:

  • Conteúdo que entretém
  • Conteúdo que informa
  • Conteúdo que educa

 

Em terra que tem leis, quem obedece saí na frente. Infelizmente, ainda enfrentamos barreiras de clientes e social medias que querem vender o tempo todo e não se atentam ao que estão produzindo, e quando a estratégia não dá certo culpam a coitada da ferramenta.

Maaaasss, não é disso que vim falar, hoje vou te ajudar a produzir conteúdos efetivos no Instagram e sair na frente de uma boa parte da galera.

 

Feed do Instagram

O que produzir para o feed?

Será que organizo?

Preciso deixar bonito ou posto qualquer coisa?

Calma, uma pergunta de cada vez. Lembra dos três pilares de consumo de conteúdo nas redes sociais? Então, você os usará para produzir seus conteúdos.Para saber em qual terreno você vai pisar é necessário que defina a sua persona, falo disso aqui, porque nesta definição você identifica qual a preferência do seu público, a partir daí defina seu objetivo como marca e pessoa e alinhe as expectativas.

“Ah, mas eu só posso produzir um tipo de conteúdo?”

Depende do seu público, há nichos que piadas e memes não cabem, porém, se no seu seguimento cabe use com cautela e com objetivos, nunca produza conteúdos por produzir.

Já o tipo de imagem e se você deve optar por um feed organizado também depende do seu público, da imagem que você deseja passar e gosto pessoal.

Se atente a alguns pontos caso opte em organizar o feed:

  1. Feed organizado exige planejamento e produção contínua para que ele não fique todo “desmontado”
  2. As imagens PRECISAM fazer sentido separadas. Feed organizado é quando você olha a página inicial da pessoa e vê um conjunto de imagens que se interligam, é bonito, gracioso, mas pode ser um problema se você não souber usar estrategicamente

Exemplos de feed organizados:

Lu.Levy

Tudo Orna

Abuzzidigital

Quanto às imagens, escolha um estilo que combine com você e que passe a mensagem de forma clara e objetiva. Não adianta uma imagem bonita com fontes exuberantes, se não comunica nada.

Atente-se às legendas e ao título (que geralmente fica na imagem) para que ambos se conversem, produza conteúdos que despertem interesse, informem e entretenham seu público.

Stories

Queridinho do momento, os Stories dominam grande parte do tempo da audiência e também é o “grande vilão” do bloqueio criativo.

O que postar?

O que NÃO postar?

Mostro meu dia a dia ou não?

Em tradução, stories nada mais são que histórias, no caso, histórias breves levando em conta que elas ficam apenas 24 horas no ar. Pensando dessa forma, podemos começar a nichar:

  1. Seu perfil é profissional ou pessoal?
  2. Qual imagem você quer passar com os seus stories?
  3. Qual a história do seu dia?
  4. Quais projetos você está envolvida? Pode mostrá-los?
  5. Você é nômade digital? Que tal mostrar os locais diferentes que trabalha?
  6. Quem é o seu público? O que ele quer ver?

 

O que postar:

  1. Dia a dia profissional;
  2. Dicas rápidas  – máximo de 5 stories;
  3. Dica de leitura ou uma parte do livro que está lendo;
  4. Aula que está fazendo;
  5. Encontro com o cliente com um pequeno resumo;
  6. Dificuldade do dia e como a resolveu;
  7. Foto de um prato que provou ou dieta que está fazendo e que está te ajudando no seu dia a dia;
  8. Novidade do dia;
  9. Stories do ambiente em que está trabalhando;
  10. Escolha temas semanais e fale sobre eles em imagens, stories e vídeos.
  11. Use os sticks ao seu favor, faça perguntas, use a contagem regressiva para um acontecimento ou live, faça enquetes e descubra o que o seu público gosta.

 

Lives

Outro ponto que gera muitas dúvidas no pessoal: quais e quantas lives eu devo fazer?

Olha, quantidade não é qualidade. Lives são ótimas para interagir em tempo real e gerar proximidade com o seu público e caso se sinta insegura pode chamar mais uma pessoa para participar e fazerem uma colab sobre assuntos diversos durante a live.

O que eu posso fazer:

  1. Lives de perguntas e respostas
  2. Lives colabs com outros profissionais
  3. Use o assunto do momento ao seu favor e faça uma live comentando sobre e gerando conversas com o seu público

IGTV

O calouro do Instagram chegou tímido e tropeçando, mas afirmo que está ganhando força  principalmente por conta da atualização que permite que você compartilhe uma parte do vídeo no feed e ele gera um “botão” que permite que a pessoa vá até o IGTV e você ganhe audiência.

Para contas não verificadas ele permite vídeos de até 10 minutos e POR FAVOR respeite o meio e faça o bendito na vertical, há sim contas que o deixam na horizontal e a pessoa que se vire para assistir do melhor jeito. Mas é ideal que se respeite o formato para que a experiência seja a melhor para o usuário. O máximo que aconselho são os vídeos no formato quadrado que não prejudicam tanto e ainda ficam visualmente agradável aos olhos.

O que gravar:

  1. Dicas para facilitar o dia a dia e ferramentas;
  2. Novidades do mercado;
  3. Você pode fazer uma colab com um outro profissional estilo entrevista ou bate papo;
  4. Vídeos tutoriais são bem vindos;
  5. Niche um assunto específico e grave sobre ele;
  6. É especialista em um segmento ou ferramenta? Grave sobre.

 

Confira aqui 3 motivos para usar o IGTV na sua estratégia de Marketing!

Ufa! Falei demais. Viu como não é difícil? Mas sei como é ficar no limbo criativo.

E aqui fica mais “uma” dica geralzona pra você: seja objetiva, específica e direta, você não precisa fazer uma introdução gigantesca para entrar no assunto, fica cansativo e não prende ninguém. Use o bom humor, seja simpática e firme no que está falando. Evite palavras como “acho” e “minha opinião” a não ser que sejam necessárias, muitos as utilizam por não terem certeza  e dá pra perceber.

Ficou com alguma dúvida ou faltou alguma coisa?

Deixe aqui nos comentários que responderemos todos!

Os impactos das Tecnologias Digitais

Os impactos das Tecnologias Digitais

Com foco na humanidade, na aceleração tecnológica e num futuro cada vez mais misturado com as máquinas, a pensadora digital Martha Gabriel por meio do livro “Você, eu e os Robôs”, nos auxilia a entender este complexo mundo das tecnologias digitais e faz uma ponte de preparação para o futuro.

 

Desde a fala estamos caminhando para uma humanidade cada vez mais conectada. De todas as tecnologias que nos trouxeram até aqui, talvez a mais importante para a explosão comunicacional da era digital, seja a banda larga de internet.

A partir daí, foi possível mudar o status de “estar conectado” para “ser conectado”– ou seja, viver em simbiose com ela.
Dentro desse contexto, a atenção se tornou um patrimônio escasso. Como bem disse Clay Shirky no livro Paradoxo da Escolha: “O problema não é o excesso de informações, mas a falta de filtros”.

O resultado é visível. Vivemos angustiados, já que adoramos ter opções, mas não gostamos de escolher. Hoje, a palavra Google virou um verbo e este estilo de vida moderno transformou 3 dimensões importantes: velocidade, volume e variedade.

A câmera criou a cultura da celebridade, o computador – a cultura da conectividade e o smartphone- a cultura do compartilhamento. Acidentes com selfies tem matado mais do que tubarões, pasme! 95% das mensagens são lidas em até 3 minutos após serem enviadas e o tempo de resposta médio é de 90 segundos.

Martha Gabriel faz questão de nos alertar: quanto mais tecnologia existe no mundo, mais éticos e humanos precisamos ser. O que ela chama de Paradoxo da Artificialidade – pois o aumento de tecnologias que torna o mundo mais artificial – também nos torna mais naturalmente humanos.

No Brasil, 50 % dos empregos tendem a desaparecer devido à automação. As habilidades mais valorizadas atualmente são as relacionadas às soft skills: visão de mercado, orientação para mudança e forte liderança. Já as habilidades para desenvolver no século XXI são: pensamento crítico, criatividade e experimentação, conexão (com pessoas e tecnologias), resiliência.

E você, se sente preparado para a tecnologias digitais?

“ Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia” Arthur Clarke em As Leis da Robótica .