Cliente ideal: como encontrar o meu?

Cliente ideal: como encontrar o meu?

Muito se fala em Persona e Público-alvo, mas qual usar para encontrar o cliente ideal?

 

Como não amar os anos 80 e seus bordões maravilhosos? Um dos meus preferidos é: Denorex – parece, mas, não é. A minha mãe, que é mineira de carteirinha e adora um dito popular, usava muito esta frase. Eu era pequena [talvez eu nem existisse ainda nos anos 80, ahaha], mas me lembro claramente desta propaganda de shampoo anticaspa. Dizem que tinha um cheiro horrível de remédio, mas era só um shampoo – parece remédio, mas não é. Era o conceito da peça.

Eu sei que você não viveu nos anos 80 [e se viveu, não vai admitir] mas o exemplo do Denorex é perfeito para eu defender a minha tese de hoje de que uma coisa é uma coisa e outra coisa…. ahhhhh… é outra coisa mesmo.

Tá. Eu sei que você não entendeu. Mas já já fará sentido. Eu tô falando de personas e público-alvo. Uma se parece com a outra, mas só parece, porque, definitivamente, não é a mesma coisa.

 

E o que isso tem a ver com o cliente ideal?

Vamos delimitar as diferenças das duas com muito respeito. Assim como fazemos em DR de casal. A publicidade lançou mão por muito tempo do conceito público-alvo para basear suas ações estratégicas e criativas. Foi eficiente. Mas agora, não é mais suficiente.

Público-alvo é uma representação ampla do consumidor que você quer alcançar. Utilizamos critérios sócio demográficos para traçar a faixa de pessoas a quem é destinada determinada campanha ou produto. É mais generalista.

Para definir o público-alvo podemos utilizar critérios como:

▪ nível educacional;

▪ renda;

▪ sexo;

▪ faixa etária;

▪ profissão;

▪ localização geográfica.

Persona é a representação do seu cliente ideal. Seus hábitos de consumo, suas dores, valores, hobbies, levando a uma segmentação mais eficiente e detalhada. Na descrição da persona você cria um nome e geralmente uma imagem para este cliente semifictício alcançando ainda mais precisão no levantamento de aspectos comportamentais como:

▪ preferências pessoais em música, alimentação, estilo de vida, crenças;

▪ sensibilidade a preços em produtos e serviços;

▪ personalidade;

▪ comportamento digital;

▪ necessidades.

Leia mais:  4 ferramentas baseadas em dados para conhecer melhor sua persona

Vamos desenhar

Sim é possível utilizar os dois conceitos de target em uma estratégia de campanha, unindo público-alvo e personas.

Por exemplo: o público-alvo de uma campanha de lançamento de tênis para corrida pode ser mulheres, de 25 a 35 anos, graduadas e iniciantes na prática de atividade física e que moram em São Paulo. Já a persona deste lançamento poderia ser a Ana Paula, dentista, moradora da Zona Sul de São Paulo, solteira, que trabalha em tempo integral e prática corrida de segunda a sexta no parque Ibirapuera, às seis e meia da manhã. A Ana Paula gosta de se alimentar em restaurantes naturais, tem animais de estimação e está à procura de um relacionamento sério. Ficou claro?

A persona nos ajuda a criar um direcionamento mais preciso para o planejamento de marketing e comunicação. Amplia as possibilidades na criação de conteúdo e linguagem que gere conexão. Mas antes de criar uma persona você precisa ter definido o seu público-alvo. São coisas diferentes, mas que funcionam muito bem juntas. Tipo queijo e goiabada.

Instagram: quais conteúdos produzir?

Instagram: quais conteúdos produzir?

O Instagram é uma rede e tanto, suas atualizações trazem inúmeras possibilidades de comunicação e produção de conteúdo. Mas, é nesse mar de alternativas que nos perdemos e um alerta vermelho se instala em nossas mentes: o que produzir para o Instagram? #meajudavanusa

Bora começar pelo começo. Primeiro você deve ter em mente que o público está nas redes sociais para consumir três tipos de conteúdo:

  • Conteúdo que entretém
  • Conteúdo que informa
  • Conteúdo que educa

 

Em terra que tem leis, quem obedece saí na frente. Infelizmente, ainda enfrentamos barreiras de clientes e social medias que querem vender o tempo todo e não se atentam ao que estão produzindo, e quando a estratégia não dá certo culpam a coitada da ferramenta.

Maaaasss, não é disso que vim falar, hoje vou te ajudar a produzir conteúdos efetivos no Instagram e sair na frente de uma boa parte da galera.

 

Feed do Instagram

O que produzir para o feed?

Será que organizo?

Preciso deixar bonito ou posto qualquer coisa?

Calma, uma pergunta de cada vez. Lembra dos três pilares de consumo de conteúdo nas redes sociais? Então, você os usará para produzir seus conteúdos.Para saber em qual terreno você vai pisar é necessário que defina a sua persona, falo disso aqui, porque nesta definição você identifica qual a preferência do seu público, a partir daí defina seu objetivo como marca e pessoa e alinhe as expectativas.

“Ah, mas eu só posso produzir um tipo de conteúdo?”

Depende do seu público, há nichos que piadas e memes não cabem, porém, se no seu seguimento cabe use com cautela e com objetivos, nunca produza conteúdos por produzir.

Já o tipo de imagem e se você deve optar por um feed organizado também depende do seu público, da imagem que você deseja passar e gosto pessoal.

Se atente a alguns pontos caso opte em organizar o feed:

  1. Feed organizado exige planejamento e produção contínua para que ele não fique todo “desmontado”
  2. As imagens PRECISAM fazer sentido separadas. Feed organizado é quando você olha a página inicial da pessoa e vê um conjunto de imagens que se interligam, é bonito, gracioso, mas pode ser um problema se você não souber usar estrategicamente

Exemplos de feed organizados:

Lu.Levy

Tudo Orna

Abuzzidigital

Quanto às imagens, escolha um estilo que combine com você e que passe a mensagem de forma clara e objetiva. Não adianta uma imagem bonita com fontes exuberantes, se não comunica nada.

Atente-se às legendas e ao título (que geralmente fica na imagem) para que ambos se conversem, produza conteúdos que despertem interesse, informem e entretenham seu público.

Stories

Queridinho do momento, os Stories dominam grande parte do tempo da audiência e também é o “grande vilão” do bloqueio criativo.

O que postar?

O que NÃO postar?

Mostro meu dia a dia ou não?

Em tradução, stories nada mais são que histórias, no caso, histórias breves levando em conta que elas ficam apenas 24 horas no ar. Pensando dessa forma, podemos começar a nichar:

  1. Seu perfil é profissional ou pessoal?
  2. Qual imagem você quer passar com os seus stories?
  3. Qual a história do seu dia?
  4. Quais projetos você está envolvida? Pode mostrá-los?
  5. Você é nômade digital? Que tal mostrar os locais diferentes que trabalha?
  6. Quem é o seu público? O que ele quer ver?

 

O que postar:

  1. Dia a dia profissional;
  2. Dicas rápidas  – máximo de 5 stories;
  3. Dica de leitura ou uma parte do livro que está lendo;
  4. Aula que está fazendo;
  5. Encontro com o cliente com um pequeno resumo;
  6. Dificuldade do dia e como a resolveu;
  7. Foto de um prato que provou ou dieta que está fazendo e que está te ajudando no seu dia a dia;
  8. Novidade do dia;
  9. Stories do ambiente em que está trabalhando;
  10. Escolha temas semanais e fale sobre eles em imagens, stories e vídeos.
  11. Use os sticks ao seu favor, faça perguntas, use a contagem regressiva para um acontecimento ou live, faça enquetes e descubra o que o seu público gosta.

 

Lives

Outro ponto que gera muitas dúvidas no pessoal: quais e quantas lives eu devo fazer?

Olha, quantidade não é qualidade. Lives são ótimas para interagir em tempo real e gerar proximidade com o seu público e caso se sinta insegura pode chamar mais uma pessoa para participar e fazerem uma colab sobre assuntos diversos durante a live.

O que eu posso fazer:

  1. Lives de perguntas e respostas
  2. Lives colabs com outros profissionais
  3. Use o assunto do momento ao seu favor e faça uma live comentando sobre e gerando conversas com o seu público

IGTV

O calouro do Instagram chegou tímido e tropeçando, mas afirmo que está ganhando força  principalmente por conta da atualização que permite que você compartilhe uma parte do vídeo no feed e ele gera um “botão” que permite que a pessoa vá até o IGTV e você ganhe audiência.

Para contas não verificadas ele permite vídeos de até 10 minutos e POR FAVOR respeite o meio e faça o bendito na vertical, há sim contas que o deixam na horizontal e a pessoa que se vire para assistir do melhor jeito. Mas é ideal que se respeite o formato para que a experiência seja a melhor para o usuário. O máximo que aconselho são os vídeos no formato quadrado que não prejudicam tanto e ainda ficam visualmente agradável aos olhos.

O que gravar:

  1. Dicas para facilitar o dia a dia e ferramentas;
  2. Novidades do mercado;
  3. Você pode fazer uma colab com um outro profissional estilo entrevista ou bate papo;
  4. Vídeos tutoriais são bem vindos;
  5. Niche um assunto específico e grave sobre ele;
  6. É especialista em um segmento ou ferramenta? Grave sobre.

 

Confira aqui 3 motivos para usar o IGTV na sua estratégia de Marketing!

Ufa! Falei demais. Viu como não é difícil? Mas sei como é ficar no limbo criativo.

E aqui fica mais “uma” dica geralzona pra você: seja objetiva, específica e direta, você não precisa fazer uma introdução gigantesca para entrar no assunto, fica cansativo e não prende ninguém. Use o bom humor, seja simpática e firme no que está falando. Evite palavras como “acho” e “minha opinião” a não ser que sejam necessárias, muitos as utilizam por não terem certeza  e dá pra perceber.

Ficou com alguma dúvida ou faltou alguma coisa?

Deixe aqui nos comentários que responderemos todos!

Os impactos das Tecnologias Digitais

Os impactos das Tecnologias Digitais

Com foco na humanidade, na aceleração tecnológica e num futuro cada vez mais misturado com as máquinas, a pensadora digital Martha Gabriel por meio do livro “Você, eu e os Robôs”, nos auxilia a entender este complexo mundo das tecnologias digitais e faz uma ponte de preparação para o futuro.

 

Desde a fala estamos caminhando para uma humanidade cada vez mais conectada. De todas as tecnologias que nos trouxeram até aqui, talvez a mais importante para a explosão comunicacional da era digital, seja a banda larga de internet.

A partir daí, foi possível mudar o status de “estar conectado” para “ser conectado”– ou seja, viver em simbiose com ela.
Dentro desse contexto, a atenção se tornou um patrimônio escasso. Como bem disse Clay Shirky no livro Paradoxo da Escolha: “O problema não é o excesso de informações, mas a falta de filtros”.

O resultado é visível. Vivemos angustiados, já que adoramos ter opções, mas não gostamos de escolher. Hoje, a palavra Google virou um verbo e este estilo de vida moderno transformou 3 dimensões importantes: velocidade, volume e variedade.

A câmera criou a cultura da celebridade, o computador – a cultura da conectividade e o smartphone- a cultura do compartilhamento. Acidentes com selfies tem matado mais do que tubarões, pasme! 95% das mensagens são lidas em até 3 minutos após serem enviadas e o tempo de resposta médio é de 90 segundos.

Martha Gabriel faz questão de nos alertar: quanto mais tecnologia existe no mundo, mais éticos e humanos precisamos ser. O que ela chama de Paradoxo da Artificialidade – pois o aumento de tecnologias que torna o mundo mais artificial – também nos torna mais naturalmente humanos.

No Brasil, 50 % dos empregos tendem a desaparecer devido à automação. As habilidades mais valorizadas atualmente são as relacionadas às soft skills: visão de mercado, orientação para mudança e forte liderança. Já as habilidades para desenvolver no século XXI são: pensamento crítico, criatividade e experimentação, conexão (com pessoas e tecnologias), resiliência.

E você, se sente preparado para a tecnologias digitais?

“ Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia” Arthur Clarke em As Leis da Robótica .

 

Como usar o Instagram Stories em minha estratégia de marca – Branding nos Stories

Como usar o Instagram Stories em minha estratégia de marca – Branding nos Stories

Para ter uma marca forte, amada, admirada, repleta de defensores e rica, é preciso investir alguns esforços em uma comunicação assertiva.

Só que eu vou te falar uma coisa que pode doer: não é postando mil fotos de produtos, esperando que as pessoas comprem, que isso vai acontecer só porque você quer, linda.

Não estou dizendo que isso nunca fará você vender, estou dizendo que esse ato contém ZERO estratégias, o que torna tudo mais difícil.

Sabe quando a gente encontra o crush no Tinder, rola um match e marcamos para dar um rolê. Então, o que você acha de pedir essa pessoa em namoro no primeiro encontro depois de uma tarde de conversa? Beeem estranho. Pode rolar? Claro que sim, nem vou te julgar por isso. Mas confia em mim, ainda assim será incomum.

Essa historinha não foi pra te enrolar, foi pra dizer que é exatamente assim que funciona o mundo dos negócios. A pessoa está pelo Instagram e de repente vê um anúncio da sua loja. Ela não estava procurando nenhum relacionamento sério neste momento (não estava procurando nada para comprar), e dá um match com você (começa a seguir o Instagram da loja), mas você só posta produto, não cria nenhum relação de confiança e paixão e quer que a pessoa ainda namore com você (compre um produto). Vai rolar?

Vou te dar 4 dicas pro seu crush se apaixonar pela sua marca através dos Instagram Stories:

1. Comunique o seu propósito, não o seu produto.

Existem muitas pessoas no mundo que fazem o mesmo que você, vendem o mesmo que você ou no mínimo possuem um produto substituto para a sua solução. Não precisa se desesperar, a saída disso é comunicar algo que só você tem, você, sua história, sua visão de mundo, suas experiências, seus sonhos, valores e princípios.

Como fazer isso:

– Primeiro entenda quem é a sua marca e os motivos dela existir, e encontre o seu propósito;

– Encontre como fazer a associação do seu produto como seu propósito;

– Comunique seu propósito e o universo associativo que o permeia, incluindo o seu produto;

Dessa forma você poderá criar maiores associações a sua marca, sempre que alguém ver algo que pareça com você vai lembrar que você existe, poderá te gerar indicações, leads e até novos clientes, e comprará de você porque concorda com o seu universo e não vai te trocar por quem oferecer o produto por um preço menor.

 

2. Como comunicar o propósito nos Stories.

Para facilitar nossa conversa vou te dar um exemplo prático. Um bar na beira da praia, que podia ser como qualquer outro e decidiu comunicar o seu propósito: “Proporcionar momento de partilha, alegria e relaxamento entre amigos”.

O que este bar pode comunicar: Cerveja, petiscos de peixe e uma caldeirada com camarão? Sim, também, são os produtos.

– Um boomerang com amigos dançando ao som de uma bandinha de reggae ao pôr do sol;

– Um ao vivo de uma música da bandinha de reggae, iniciando o show naquele fim da tarde belíssimo;

– Foto de uma rede com alguém deitado de frente pra praia admirando a paisagem;

– Dicas de como se proteger do sol, hidratação, fotos na areia, no por do sol;

-Um superzoom do garçom entregando uma longneck a alguém que está em uma mesa com vários amigos;

 

3. Crie Relação:

Não há ninguém no mundo que possa te auxiliar mais que o seu próprio cliente. Aproveite que estamos na era da redes SOCIAIS e socialize. Use o recurso PERGUNTAS e ENQUETES para saber o que o seu cliente está querendo. Vou te dar um guia para facilitar:

-Faça pesquisas de satisfação sobre atendimento e produto: “Você já assistiu um show da nossa Banda de Reggae no sábado a tarde?”, “Curtiu nosso luau de carnaval?”

-Pergunte quais são os produtos favoritos dos cliente, e porque ele não gosta tanto assim dos outros, e se ele já comprou o produto: “O que achou da nossa nova Caldeirada? Já provou?”

-Pergunte quais assuntos ele tem interesse que você aborde: “Curtiu nossas dicas de fotos no pôr do sol? O que mais quer ver por aqui?”

 

Use sua imaginação para conversar mais com os clientes, é importante que essas perguntas não sejam colocadas de forma tão séria e sim como se fossem uma conversa, não deixe ele se sentir usado e sim ouvido.

 

4. O faça lembrar:

Use o recurso CONTAGEM REGRESSIVA para avisá-lo de algum acontecimento importante da sua marca, assim ele poderá acompanham o momento que ocorrerá.

Como funciona o recurso:

Você cria uma publicação e inclui o recurso na postagem colocando a hora do acontecimento, o seguidor poderá solicitar para ser avisado quando este tempo acabar.

-Use para avisar sobre uma live, um lançamento de curso, de promoção, de evento, de produtos: “Faltam 2 dias para o nosso luau de Carnaval!”

 

Para criar paixão e amor é preciso conversar e criar relações. E relações são trocas e intenções baseadas no nosso propósito.

Sempre que for fazer qualquer coisa no seu negócio, pense se você está entregando o que você se propôs com essa empresa. O propósito tem mais a ver com suas crenças e princípios, o seu produto é apenas UM dos meios pelo qual você entrega isso.

3 motivos para usar o IGTV em sua estratégia de Marketing

3 motivos para usar o IGTV em sua estratégia de Marketing

Você já conhece o IGTV ou usa essa ferramenta na sua estratégia?

Sabe para que essa ferramenta do Instagram serve? Essa foi uma novidade lançada pelo Instagram em junho de 2018 que permite que os usuários publiquem vídeos mais longos em seus perfis. Isso porque, hoje no feed, é possível publicar materiais com apenas 1 minuto no máximo.

Com o objetivo de concorrer diretamente com o Youtube, no IGTV é possível produzir conteúdos mais longos de até 10 minutos, para quem tem menos de 10 mil seguidores, ou até 1 hora, para quem passa dessa marca de followers. Agora que você já sabe o que é IGTV, que tal entender os 3 principais motivos para incluí-lo na estratégia de marketing da sua empresa?

 

1 – Você pode fazer tudo com o celular

Muita gente evita usar o vídeo como estratégia por não ter câmeras ou por não ter
habilidade com softwares de edição de vídeo. A vantagem é que com o IGTV você pode fazer tudo pelo seu celular. Ele foi desenvolvido para que você possa ver os vídeos na vertical, assim fica até mais fácil de gravar, sendo pela câmera tradicional do aparelho ou até mesmo pela frontal.
A edição pode ser feita com alguns aplicativos gratuitos que você pode instalar no seu próprio celular. Como por exemplo o Inshot, Quik, Viva Vídeo ou até Story Art.

Busque apps de edição em Android

Busque apps de edição em Iphone

Apps de edição, permitem que você corte, inclua efeitos e até deixe com um efeito visual mais bonitinho do que um vídeo simples feito de apenas cortes. Tudo com muita facilidade.

Acompanhe mais algumas dicas para um melhor aproveitamento:

▪Você também não precisa investir muito caro em equipamentos auxiliares, como microfone.
▪Ao menos no início, você pode aproveitar o microfone que vem embutido no fone do seu aparelho para gravar um áudio de melhor qualidade para o seu IGTV.
▪Muito mais fácil gravar, editar e publicar por apenas um dispositivo, sem precisar fazer muitas transferências de arquivos, né?
▪Antes de publicar foque na estratégia geral do seu negócio para que esses vídeos estejam alinhados com o que a sua marca propõe. Foque em uma mesma linguagem para todos os materiais e também em um mesmo filtro, para que tudo tenha a mesma identidade.
▪Por mais que tudo possa ser feito pelo celular, o capricho não pode ser deixado de lado.
▪Escolha um ambiente com uma boa luz e pense sempre em uma boa descrição para os vídeos e também para o título do seu conteúdo.

 

2 – Aproveite a oportunidade para gerar valor para o seu público-alvo

No IGTV você tem a oportunidade de criar conteúdos mais longos e assim criar um
relacionamento melhor com os seus clientes. Assim, você pode aproveitar para:

– Dar dicas relacionadas ao comportamento do seu nicho, antecipando dúvidas de uma jornada de compra;
– Ensinar passo a passo como usar o seu produto;
– Mostrar depoimentos e entrevistas dos seus clientes mostrando uma prova social;
– Responder às Perguntas mais comuns sobre o que você vende;
– Criar uma web série ou mini curso gratuito sobre o seu produto ou serviço para promover mais autoridade para o seu negócio e até promover um conteúdo pago.

 

3 – Marque presença em todos os terrenos na internet

Com o IGTV é possível marcar presença em todos os terrenos da internet. Mas, cuidado!
Não produza conteúdos vazios. As pessoas sempre buscam conteúdos de valor para as suas mídias sociais.

Apesar de não ter tido muitas visualizações no começo, hoje o Instagram permite que você compartilhe uma parte do seu vídeo recém publicado na timeline para promover a divulgação, além da faixa de notificação no topo do feed e também a divulgação nos stories.
Isso promove um excelente alcance e engajamento de cada uma das publicações na mídia social.

Está esperando o que para poder dar início na sua produção de vídeos do IGTV?

Eu odeio datas comemorativas (me julgue!)

Eu odeio datas comemorativas (me julgue!)

Um desabafo sobre nosso calendário de marketing e dicas para o seu post não passar despercebido no feed da galera

 

Tá… Pelo meu título sei que você vai achar que eu sou uma chata, ranzinza, meio megera, quiçá uma bruxa do 71. Daquelas pessoas que ficam na bad durante as festas de Natal e Ano Novo. Mas, espera!

Não tire conclusões tão precipitadas! Eu até te entendo se já quiser parar de ler por aqui. Mas se continuar vai ver que eu tenho os meus motivos. E que no fundo eu sou até legal.

 

Com quem eu me identifico

Se você não me entender, tudo bem também. Tá faltando mesmo empatia nesse mundo. Meu consolo é que a personagem Genevieve do filme “Eu Odeio o Dia dos Namorados” certamente me entenderá.

[Tá, me julgue, mas eu gosto de comédias românticas bem clichês]

Neste filme, de 2009, Genevieve ama e odeia o Dia dos Namorados. Por possuir uma floricultura, adora o lucro que consegue. No entanto, pessoalmente, detesta a ocasião por já ter sofrido muito com antigos relacionamentos.

Então, ela elaborou um plano infalível para não se apegar: seu limite é apenas 5 encontros. Ela conhece um cara com certas dificuldades para se relacionar com mulheres e eles tentam o plano dos cinco encontros, mas né, já sabem, vem o clichê que eu adoro e no fim dá tudo certo. Sempre com alguém correndo no aeroporto para impedir uma viagem de separação.

[Não lembro se tem aeroporto nesse filme, mas termina bem]

 

Meus motivos

Não é que eu seja como a Genevieve. Eu tô bem de relacionamento. Mas, desde 2013 trabalhando com Marketing Digital e desde 2003 com Publicidade e Propaganda vocês podem imaginar quantas campanhas de Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia dos Namorados eu já fiz. Hoje gerenciando mais de 30 contas diferentes você pode começar a compreender a minha birra com as datas comemorativas.

Aqui na agência, tentamos programar com antecedência os posts comemorativos que vão gerar conteúdo para todos os clientes. Todo cliente, seja do agronegócio ou de infoproduto quer um post do Dia das Mães. Então, a gente prepara conteúdo desde varejo de beleza até tecnologia sofisticadíssima de ponta.

Ah, e ainda tem o nosso post, o da agência, que precisa ser bom o bastante para todo mundo achar a gente inteligente e criativo [e contratar os nossos serviços]. O post da agência deveria ser o melhor, mas é sempre o último a ser feito, quando a gente já tá esgotado de tanto produzir em escala de pastelaria.

 

Todo dia é dia de alguma coisa no nosso calendário de marketing

Tem dia de tudo no calendário de marketing, já percebeu? Mas, eu e você como Social Medias, precisamos ler o nossos mandamentos e o IV é: “Não cairás no vício de falar sobre todos os assuntos”.

Dia 19 de fevereiro, por exemplo, é Dia do Esportista. Mas e daí? Será que vale a pena criar um conteúdo para meu cliente que é da área de saúde ou uma academia ou um fisioterapeuta especialista em corredores? Pra mim, a resposta está em dois questionamentos: todos os meus concorrentes estão falando sobre isso? Eu vou conseguir criar um conteúdo que engaje meu público?

Se a resposta para as duas perguntas for: não, esqueça a data comemorativa e segue o baile. Explique para o cliente que nem sempre vale a pena alterar a estratégia de conteúdo para seguir as datas comemorativas. [boa sorte nisso!]

 

O que eu faço para inovar?

Tem datas comemorativas que não conseguimos fugir, né? Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais são algumas delas. Então, para não ficar igualzinho a todo mundo com aquela foto clichê do Freepik e seu conteúdo passar totalmente despercebido no feed da galera eu tenho umas dicas que podem ser úteis:

  1. Faça uma legenda bacana – nada de Feliz Natal! Boas Festas e etc. Que tal por a cachola [tô parecendo a minha professora da terceira série] para funcionar e pensar que o texto pode ser até mais importante que a imagem do seu post? Use o tom de voz da marca e crie uma aproximação com quem estiver lendo seu conteúdo!

Dia das Bruxas – Cemitério Jardim da Ressurreição

 

  1. Relacione com o seu negócio – use elementos do cotidiano do seu público ou da sua marca para retratar a data comemorativa.

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Dia dos Namorados – Pizzaria Pepperoni

  1. Não deixe para última hora – para você conseguir aquela sacada genial vai precisar de tempo. Senão, vai fazer post de carnaval com mulatas no Rio de Janeiro para todo mundo. Então programe-se para conseguir produzir um material de qualidade. Afinal, as datas comemorativas são sempre nos mesmos dias e você não vai ter a desculpa que foi pego de surpresa.

 

Carnaval – Companhia Athlética

 

  1. Faça formatos diferentes: para não cansar de fazer imagens clichês que tal abusar dos gifs, memes, vídeos, playlists, quizz? Assim você se destaca da concorrência e produz um material mais elaborado. Vai precisar de tempo? Sim, com certeza. Mas o resultado, vale a pena!

Dia das Mães – Quem Disse Berenice

 

  1. E por fim a minha dica é: tente se divertir. Afinal, a vida de Social Media não é feita só de datas comemorativas, tem muita coisa legal também. 😊

Quer dicas específicas para trabalhar datas comemorativas no setor de turismo? Então, clique aqui!