Quais ferramentas devo usar para otimizar o meu site?

Quais ferramentas devo usar para otimizar o meu site?

Quem trabalha com marketing digital tem uma rotina baseada em:

▪definição de metas e objetivos;

▪criação de conteúdos e anúncios;

▪monitoramento e gerenciamento;

▪análise e otimização.

Sempre buscando aumentar o tráfego do site e as conversões.

Desenvolver uma estratégia e ter sucesso com ela não é uma tarefa simples. A boa notícia é que existem inúmeras ferramentas de marketing digital para facilitar esse processo. Mas você sabe quais realmente são necessárias para otimizar o seu site? Nesse artigo, você vai encontrar algumas que vão te ajudar nessa missão!

Ferramentas para mensuração e otimização

Uma das grandes vantagens do marketing digital é a possibilidade da mensuração dos resultados de ações e estratégias através de dados.

Uma das ferramentas mais comuns para análise dos resultados é o Google Analytics. Ela é gratuita e traz diversas informações importantes sobre o seu site como, por exemplo, a origem das suas visitas e o comportamento dos usuários.

Para que ela funcione adequadamente, é preciso que o código de acompanhamento esteja instalado nas páginas que você deseja monitorar.

No marketing digital não existe regra do que deve ser feito. Por isso, você deve testar diversas variações para melhorar os resultados. Para aumentar as taxas de conversão de visitantes, por exemplo, podem ser feitos testes A/B. Uma opção para isso é o Google Optimize, extensão que se integra de forma nativa com o Google Analytics.

Outro teste que pode ser feito é para saber as áreas mais acessadas do seu site através dos mapas de calor, mapas visuais que mostram os pontos onde os usuários passaram mais o mouse ou clicaram. Com essa informação em mãos, você pode, por exemplo, descobrir as preferências do seu público-alvo e adequá-las visualmente para chamar mais atenção.

A ferramenta mais conhecida é o Hotjar, mas existem outras no mercado como Crazy Egg e Cliktale.

Ferramentas de pesquisa

O uso dos termos adequados pode ser determinante para aumentar o número de visitas do site e encontrar novas oportunidades para a sua empresa. Para saber quais palavras-chave usar, você pode usar ferramentas como SEMRush e Keyword Planner.

O SEMRush analisa os resultados orgânicos e pagos do Google. Permitindo, assim, encontrar e analisar quais termos levam mais visitas para o site. Já o Keyword Planner, ferramenta do Google Ads, monitora as palavras-chave e informa o seu nível de busca e custo nos anúncios do Google.

O volume de buscas de uma palavra ou as suas variações também podem ser usados como insights na hora de produzir conteúdos para o seu site ou blog. É importante ressaltar que esse conteúdo deve ser focado na persona da sua empresa.

Lembre-se que a ferramenta sozinha não vai ser a responsável pelo sucesso da sua estratégia em marketing digital. Mas, elas podem ser o seu braço direito nesse processo. Então, escolha aquelas que melhor se encaixam às suas necessidades, orçamento e aproveite os resultados!

Assédio sexual no carnaval: mais que uma campanha de marketing, um propósito

Assédio sexual no carnaval: mais que uma campanha de marketing, um propósito

Marcas e órgãos públicos criam campanhas com propósito e oferecem valor ao abraçar a luta contra o assédio sexual no carnaval

Mais do que vender um produto, é preciso atribuir valor à vida das pessoas. Mas, como fazer isso durante o carnaval em que os consumidores estão focados na folia? Com propósito!

“As pessoas não compram o que você faz, elas compram porque você faz isso!”

– Simon Sinek

O Carnaval é uma das épocas mais esperadas pelos brasileiros. É tempo de alegria, flerte e curtição. Mas, junto com isso, roçadas, toques indesejados e beijos roubados também estão constamente presentes.

Um estudo realizado pelo Catraca Livre aponta que 82% das mulheres já sofreram algum tipo de assédio sexual no Carnaval. Para impactar e engajar os consumidores em relação ao tema, algumas marcas resolveram abraçar a luta contra a violência à mulher com campanhas de conscientização durante os dias de folia.

É o caso da Skol que, em 2018, acertou em cheio ao usar memes e o bordão de descer redondo e quadrado com a Campanha “Chegar Pegando” para se posicionar contra o assédio sexual no Carnaval:

Outro bom exemplo que aconteceu no ano passado, foi a ação de conscientização sobre assédio sexual no Carnaval, da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos (SEDHMI) no Rio de Janeiro. Intitulada “Carnaval é curtição, respeita o meu não“, a Secretaria veiculou materiais no BRT, MetrôRio, SuperVia e nas redes sociais.

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 Denuncie o que não tiver propósito

O clima de Carnaval pode trazer uma falsa sensação de que “tudo” é permitido, inclusive o assédio sexual. Mas, isso não pode parecer natural ou, até mesmo, aceitável nos dias de folia. Por isso, ligue 180 e denuncie!

Tem alguma campanha contra assédio sexual durante os dias de folia que tenha te marcado? Conta pra gente nos comentários!

Hiperatividade: cair, levantar e recomeçar o tempo todo

Hiperatividade: cair, levantar e recomeçar o tempo todo

Tem dias que a gente desequilibra, tropeça e cai. Tenta reequilibrar e, para nossa surpresa, caímos novamente. Esse esforço repetitivo, muitas vezes é desanimador.

Com a prática do Yoga, eu aprendi a sempre tentar mais uma vez. Mesmo que eu caísse novamente, mesmo que isso significasse cair com o rosto direto no chão. Afinal, eu sempre fui muito estabanada e desastrada.

Essas duas palavras sempre estiveram presentes nos meus relatos. Em diversas vezes, as usava para justificar algum ocorrido. Como, por exemplo, os inúmeros roxos que aparecem no meu corpo quando estou correndo de um lado para o outro e não vejo que existe um obstáculo à minha frente.

Até pouco tempo atrás eu assumia que sou uma pessoa completamente atrapalhada. Mais que isso, que sou uma pessoa com dificuldades enormes para levar uma vida cotidiana. As marcas de pontos e machucados não me deixam mentir em relação a isso.

Eu simplesmente não consigo ficar parada. Sempre faço várias coisas ao mesmo tempo e, com isso, acabo me comprometendo com mais do que sou humanamente capaz de fazer.

Correr de um compromisso a outro faz parte da minha rotina. Assim como o fato de chegar diversas vezes atrasada ou esquecer aniversários de pessoas muito importantes para mim.

Ainda durante a infância, meu pediatra me diagnosticou como uma criança hiperativa. Ele explicou a minha mãe que ela deveria me ensinar a fazer uma coisa de cada vez.

Ela tentou. Ela sentava ao meu lado para que eu montasse um quebra-cabeça por vez. Também determinava o tempo que eu deveria focar apenas em andar de bicicleta ou que eu deveria assistir os filmes infantis por completo, do início ao fim.

Ainda hoje, acho que minha concentração é um pouco desregulada. Ou estou completamente imersa em algo (geralmente em coisas que gosto muito) ou não consigo prestar atenção nem por um minuto à uma mesma coisa.

Eu falo pelos cotovelos e mudo de um assunto a outro sem parar. Às vezes meto os pés pelas mãos a ponto de ser engraçado. Assim como já fui invadida por uma brutal sensação de frustração comigo mesma. Pelo simples fato de não conseguir me concentrar em uma sequência simples de movimentos na dança.

Ser hiperativa não significa apenas que eu não consiga ficar quieta ou que eu não consiga prestar atenção em algo. O que realmente acontece é que eu tenho a sensação de estar o tempo todo ligada no 220 ou de estar andando em uma montanha-russa sem fim. Por diversas vezes, me perguntei o que havia de errado comigo…

Há dois anos, a prática do Yoga me proporcionou uma paz interior que vem me ajudando a controlar os meus impulsos. Muito além das posturas, respiração e meditação, o Yoga também significou para mim um mergulho no autoconhecimento e na autoaceitação. Hoje, por exemplo, já consigo escutar todas as palavras quando as pessoas falam comigo e não apenas uma de cada dez.

Nem tudo são flores, mas sempre busco encarar a minha inquietude com bom humor. Por enquanto, a sensação de ter encontrado um caminho para me sentir bem comigo mesma não tem preço. E, com isso, também estou aprendendo a perceber algumas coisas boas em relação a ela: com tanta energia circulando em mim, sou uma fonte inesgotável de ideias e, acima de tudo, de sonhos!

4 lições sobre performance em marketing digital que a corrida de rua me ensinou

4 lições sobre performance em marketing digital que a corrida de rua me ensinou

Trabalho com marketing digital desde 2013, quando comecei a fazer estágio em uma agência de publicidade. Mesmo ano em que descobri o vício das corridas de rua e participei da minha primeira prova de 10 quilômetros.

De lá para cá, já participei de inúmeros eventos relacionados à área, me formei em jornalismo e fiz uma pós-graduação em Marketing e Design Digital. Assim como corri provas com distâncias variadas de 5 a 21 quilômetros. As provas com distâncias maiores, como uma meia maratona, nos exigem um pouco de experiência e treinos mais específicos. Não dá para simplesmente calçar o tênis, sair correndo e esperar completá-las sem a sensação de sofrimento.

Passado um tempo que estava inserida nesses dois universos, descobri que para ter melhores resultados precisava entender mais sobre performance e que ela diz muito sobre esses dois universos.

Conheça 4 lições que a corrida de rua me ensinou sobre performance em marketing digital:

1 – Desempenho

Para ter um bom desempenho nas corridas de rua é preciso ter resistência cardiovascular, ou seja, o corpo precisa suprir os músculos de oxigênio. Levando essa máxima ao negócio, precisamos coletar, processar e interpretar os dados de forma eficiente. Só assim, teremos boas tomadas de decisões.

2 – Amplitude

Nas pistas, é preciso ter flexibilidade no movimento das articulações para aumentar a amplitude das passadas e, assim, diminuir o pace (minutos por quilômetro percorrido). Já no marketing digital, para maximizar as conversões é preciso criar, testar, analisar, testar novamente, analisar mais uma vez, replicar e, por fim, tentar escalonar. É um verdadeiro pensamento de growth hacker. Afinal, se será necessário desenvolver uma mesma ação mais de uma vez, é possível automatizá-la. Dessa forma, podemos gastar tempo e energia em outras coisas mais importantes como padrões, regras, anúncios, testes e outras coisas que demanda que só podem ser desenvolvidas por alguém com capacidade analítica.

3 – Agilidade

Correr a maior quantidade no menor tempo possível é sinônimo de agilidade. Como livre analogia, podemos falar nos testes, resultados e alterações. Mudanças em uma campanha que antes demandavam tempo, hoje podem ser realizadas rapidamente e de forma eficiente.

4 – Saúde

Por fim e não menos importante: manter-se em movimento é bom para a saúde. Tanto a sua quanto a do seu negócio! Estamos vivendo mudanças cada vez mais rápidas que nos mostram que as melhores práticas já não são mais suficientes para crescer de forma saudável. Precisamos criar o nosso futuro priorizando as pessoas e as interações com elas. Depois podemos focar na tecnologia e na marca, que será muito bem recompensada!

Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Brand Persona: empatia e relacionamento com o público

Sabe aquele amigo que sempre faz parte das suas histórias nas rodinhas de conversa com outros grupos? Você faz referência a ele pelo nome e as pessoas se baseiam em todas as características que o descrevem, certo? A mesma coisa vale para a sua marca: ela pode (e deve) ter uma personalidade com características marcantes que expressem as crenças e valores da empresa. É isso que chamamos de Brand Persona!

Muito mais que humanização da marca, uma Brand Persona é a personificação dos valores, do tom de voz, da linguagem e do “estilo” de uma empresa. É muito mais fácil sentir empatia e se relacionar com uma pessoa, um personagem ou uma mascote do que um estabelecimento físico com CNPJ, por exemplo.

Quando penso na marca Ponto Frio, me vêm imagens de uma loja imensa e cheia de eletroeletrônicos. Já quando penso no Pinguim (Pin para os íntimos) tenho a referência de um amigo. Ele conversa com as pessoas, dá desconto nas redes sociais, tem sentimentos e, até mesmo, uma namorada.

Outra brand persona muito boa é a Lola da marca carioca do setor de cosméticos capilares, Lola Cosmetics. Ela é amiga íntima das consumidoras, já teve até divã em que ajudava a lidar com situações cotidianas para além de cremes de cabelo. A marca usa linguagem coloquial, reponde sempre com leveza, em tom de conversa, fazendo piadas ou sendo irônica.

A Lu, do Magazine Luiza, também não fica para trás. Ela aparece nas redes sociais, no aplicativo da marca e em vídeos explicativos ajudando e estreitando os laços com os consumidores.

Criar uma brand persona é um exercício e parte sempre do mesmo princípio: valores e missões das empresas. A personificação através de uma mascote ou personagem não é um dos pré-requisitos. Veja o caso da Netflix: os valores, a comunicação e o público estão nítidos o tempo todo na personalidade da marca.

Outro exemplo que gosto de citar sempre é a UFJF. A comunicação reflete os valores de ensino da Instituição sem deixar de lado o carisma e simpatia com os jovens ao divulgar o vestibular seriado ou cardápio do Restaurante Universitário, por exemplo.

Mesmo sem ter um personagem bem definido é preciso estar atento ao tom de voz. A Nubank e o Banco Inter se destacam nesse quesito. Mesmo se tratando de instituições financeiras, eles têm liberdade para tratar os consumidores pelo nome e para fazer piadas leves com o cotidiano. Tudo com muito respeito no tom de voz utilizado.

É importante lembrar que essa personalidade deve ser fixa, ou seja, não podemos mudar de brand persona a cada campanha. E que ela deve ser comunicada em canais onde o público-alvo possa se sentir representado.

E você? Conhece algum outro exemplo, bom ou ruim, de brand persona pra gente comentar?